Sobre a questão computadores versus livros, ninguém melhor do que o fundador da Microsoft, para afirmar que os primeiros não substituem os segundos.
É de Bill Gates esta frase que o Público divulgou há dias: “É claro que os meus filhos terão computadores, mas antes terão livros”.
O livro continua a fonte de uma aprendizagem primordial, condição do próprio uso eficaz e didáctico das tecnologias: a leitura.
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Caso para dizer – os filhos dele sim. E os dos outros? De todos os outros…
Entre distribuições avulsas e escolhos vários ao verdadeiro acesso a bens culturais, livros e biblioetcas incluídos, a gente lembra-se de comentar assim