{"id":861537,"date":"2013-09-04T16:34:00","date_gmt":"2013-09-04T16:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/861537.html"},"modified":"2026-05-14T05:13:59","modified_gmt":"2026-05-14T05:13:59","slug":"a-ler-no-jornal-publico-quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=861537","title":{"rendered":"A ler no jornal P\u00fablico: &#8220;Quando a escola deixar de ser uma f\u00e1brica de alunos&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-qGWKbUxHvkQ\/UidRwX5eYUI\/AAAAAAAAOgw\/rS6yX0OCQu8\/s1600\/escola.png\" imageanchor=\"1\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"110\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/escola.png\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i>(&#8230;) A educa\u00e7\u00e3o que hoje conhecemos tem duas bases, explica o professor da FCT-UNL <\/i>[V\u00edtor Teodoro]<i>: a da religi\u00e3o e a do apprenticeship &#8211; a aprendizagem por integra\u00e7\u00e3o numa comunidade, que vem da tradi\u00e7\u00e3o dos of\u00edcios e dos mestres. Para V\u00edtor Teodoro, durante o s\u00e9culo XX, predominou o modelo religioso. A escola adoptou das igrejas o estrado e o p\u00falpito e o professor, \u00e0 semelhan\u00e7a do padre, come\u00e7ou a transmitir, expositivamente, a informa\u00e7\u00e3o aos alunos, que a recebem de uma forma passiva. Ensina-se o grupo e n\u00e3o o indiv\u00edduo, o que, muitas vezes, leva a que alguns jovens n\u00e3o compreendam o que est\u00e1 a ser ensinado e percam o interesse: &#8220;H\u00e1 50 anos, as pessoas repetiam as ora\u00e7\u00f5es em latim e n\u00e3o percebiam o que estavam a dizer. Hoje, acontece o mesmo com os alunos.&#8221;<\/i><\/span><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i><br \/><\/i><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i>H\u00e1 muito tempo que a escola se concentra em ensinar aos alunos as compet\u00eancias b\u00e1sicas da matem\u00e1tica, da escrita e da leitura. Agora, estas aprendizagens b\u00e1sicas j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o suficientes. No livro The global achievement gap, Tony Wagner, investigador de Inova\u00e7\u00e3o na Educa\u00e7\u00e3o no Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard, descreve o que est\u00e1 a ser ensinado aos jovens nas escolas, por oposi\u00e7\u00e3o ao que eles deveriam estar a aprender para triunfarem nas suas carreiras, numa economia global.<\/i><\/span><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i><br \/><\/i><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i>Wagner defende que a escola deve desenvolver sete &#8220;compet\u00eancias de sobreviv\u00eancia&#8221; necess\u00e1rias para que as crian\u00e7as possam enfrentar os desafios futuros: pensamento cr\u00edtico e capacidade de resolu\u00e7\u00e3o de problemas, colabora\u00e7\u00e3o, agilidade e adaptabilidade, iniciativa e empreendedorismo, boa comunica\u00e7\u00e3o oral e escrita, capacidade de aceder \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e analis\u00e1-la e, por fim, curiosidade e imagina\u00e7\u00e3o.<\/i><\/span><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i><br \/><\/i><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Leia todo o artigo do <i>P\u00fablico<\/i>, aqui <a href=\"http:\/\/www.publico.pt\/temas\/jornal\/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265\">&gt;&gt;<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(&#8230;) A educa\u00e7\u00e3o que hoje conhecemos tem duas bases, explica o professor da FCT-UNL [V\u00edtor Teodoro]: a da religi\u00e3o e a do apprenticeship &#8211; a aprendizagem por integra\u00e7\u00e3o numa comunidade, que vem da tradi\u00e7\u00e3o dos of\u00edcios e dos mestres. 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