{"id":3023951,"date":"2025-11-20T09:01:00","date_gmt":"2025-11-20T09:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/3023951.html"},"modified":"2026-05-13T12:55:39","modified_gmt":"2026-05-13T12:55:39","slug":"celebrar-a-filosofia-para-melhor-pensar-e-questionar-o-mundo-atual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=3023951","title":{"rendered":"Celebrar a filosofia para melhor pensar e questionar o mundo atual"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2025-11-20 tempo para ler.png\" height=\"480\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22821577_NSvbT.png\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Hoje \u00e9 Dia Mundial da Filosofia<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2002 a UNESCO instituiu o Dia Mundial da Filosofia, como resultado de uma necessidade da humanidade, cada vez mais urgente, a de refletir sobre os acontecimentos atuais, fomentando o pensamento cr\u00edtico, criativo e contribuindo assim para a promo\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia e da paz. Desde ent\u00e3o, todos<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">os anos, na terceira quinta-feira de novembro, celebra-se o Dia<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Mundial da Filosofia, uma iniciativa da UNESCO que reconhece a relev\u00e2ncia da filosofia para o desenvolvimento do pensamento cr\u00edtico e reflexivo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A filosofia nasce do espanto. Inquieta-nos. Ensina-nos a questionar. A olhar atentamente e a escutar. A analisar e a compreender o mundo de forma profunda \u2014 compet\u00eancias essenciais no s\u00e9culo XXI, marcado pela r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e pelo crescimento exponencial da informa\u00e7\u00e3o. Cada vez mais, a filosofia desempenha um papel essencial na nossa constru\u00e7\u00e3o como pessoas, mas essencialmente enquanto cidad\u00e3os ativos e participativos. Neste sentido, a filosofia exercita-nos a averiguar, a examinar criticamente argumentos, a distinguir entre factos e opini\u00f5es, a identificar pressupostos impl\u00edcitos e a questionar conclus\u00f5es aparentemente \u00f3bvias, assim como as fontes da informa\u00e7\u00e3o disponibilizada. Assim, a filosofia contribui significativamente para que cada um de n\u00f3s se questione, de modo a compreender melhor o mundo atual, onde a informa\u00e7\u00e3o circula com rapidez e nem sempre \u00e9 fi\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">No contexto escolar, o desenvolvimento do pensamento cr\u00edtico prepara os alunos para serem cidad\u00e3os informados, capazes de tomar decis\u00f5es conscientes, de questionar narrativas e de interagir de forma \u00e9tica com a sociedade. Em tempos de desinforma\u00e7\u00e3o, polariza\u00e7\u00e3o e avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos r\u00e1pidos, a filosofia \u00e9 uma necessidade social. Urge ensin\u00e1-la. Divulg\u00e1-la. Pratic\u00e1-la. O exerc\u00edcio constante do pensamento cr\u00edtico deve ser o lema: pensar antes de agir, avaliar a validade das informa\u00e7\u00f5es, interrogar algoritmos e intelig\u00eancias artificiais, ponderar os limites \u00e9ticos e compreender a complexidade das sociedades contempor\u00e2neas.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Naturalmente, tudo isto n\u00e3o se aprende apenas nas aulas de Filosofia. \u00c9 aqui que as bibliotecas escolares podem, e devem, desempenhar um papel crucial. Elas s\u00e3o espa\u00e7os essenciais para a promo\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico, oferecendo acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o diversificada, \u00e0 leitura (incluindo leitura reflexiva), \u00e0 pesquisa aut\u00f3noma e ao desenvolvimento de diferentes literacias.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Na concretiza\u00e7\u00e3o deste prop\u00f3sito, elas podem:<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>1.<\/strong> Organizar debates e clubes de filosofia, fomentando o questionamento e a argumenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>2.<\/strong> Disponibilizar recursos sobre \u00e9tica, ci\u00eancia, tecnologia e Intelig\u00eancia Artificial, permitindo que os alunos confrontem diferentes pontos de vista<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>3.<\/strong> Ser laborat\u00f3rios de literacia digital e medi\u00e1tica, onde se aprende a usar ferramentas como a IA de forma respons\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A biblioteca escolar \u00e9 um espa\u00e7o de aprendizagem cr\u00edtica, alinhando-se com os objetivos do Dia Mundial da Filosofia.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Celebrar a Filosofia \u00e9, assim, uma oportunidade para comemorar o pensamento cr\u00edtico em todas as idades. Nas escolas, nas salas de aula e nas bibliotecas, esta celebra\u00e7\u00e3o dever\u00e1 transformar-se em a\u00e7\u00e3o: ler, discutir, questionar e criar ferramentas de pensamento cr\u00edtico, livre e aut\u00f3nomo. Num mundo em que a Intelig\u00eancia Artificial se torna cada vez mais presente, estas compet\u00eancias n\u00e3o s\u00e3o apenas desej\u00e1veis, s\u00e3o essenciais para que todos possam usar esta ferramenta da forma mais adequada e eficiente.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Para celebrar a Filosofia leia livros de filosofia.\u00a0Aqui ficam algumas sugest\u00f5es:\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"alice-no-pais-das-ideiasOB36680-scaled.jpg\" class=\"\" height=\"529\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22822353_N2Jf7.jpeg\" style=\"float: left;width: 350px;padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alice, curiosa e ansiosa, \u00e9 uma rapariga do seu tempo: inquietam-na as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e o futuro da Humanidade. Procura refer\u00eancias para agir, um lema que a oriente.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atravessando s\u00e9culos e civiliza\u00e7\u00f5es \u00e0 procura de respostas, Alice embarca numa fascinante viagem pelo Pa\u00eds das Ideias: dialoga com S\u00f3crates e entra na caverna de Plat\u00e3o, escuta Buda, conhece Montaigne, Descartes, Voltaire e Nietzsche, e deita-se no div\u00e3 de Freud. A cada novo encontro, toma consci\u00eancia que as ideias, longe de serem conceitos est\u00e9reis e separados de n\u00f3s, s\u00e3o o que nos permite compreender o mundo e mud\u00e1-lo.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Da Roma antiga \u00e0 Viena do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, de Plat\u00e3o a Conf\u00facio, Alice no Pa\u00eds das Ideias n\u00e3o \u00e9 apenas uma aventura intemporal pela hist\u00f3ria do pensamento: num mundo cada vez mais polarizado, \u00e9 um convite \u00e0 reflex\u00e3o, uma ode \u00e0 d\u00favida e \u00e0 liberdade de pensar &#8211; e \u00e0 liberdade de mudar de ideias.\u201d [sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1507-1.jpg\" height=\"528\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22822354_gpUZe.jpeg\" style=\"float: right; width: 350px; padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Publicado pela primeira vez em It\u00e1lia em 1958 e assinado sob o pseud\u00f3nimo joyceano Dedalus, Fil\u00f3sofos em Liberdade marcou a surpreendente estreia de Umberto Eco num g\u00e9nero que o pr\u00f3prio definiu como \u00abensaio ligeiro\u00bb. O livro, que pode ser lido como uma hilariante introdu\u00e7\u00e3o em verso \u00e0 hist\u00f3ria da filosofia e tamb\u00e9m como um jogo para iniciados, teve origem nas caricaturas que Eco desenhava durante as confer\u00eancias de filosofia que frequentou na sua juventude. A estas caricaturas acrescentou posteriormente os \u00abpequenos poemas\u00bb que as acompanham nesta edi\u00e7\u00e3o. Embora sempre os tenha considerado meros divertimentos, tamb\u00e9m insistia no seu absoluto rigor cient\u00edfico.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00abBrincar sim, mas seriamente\u00bb \u00e9 o lema do autor no pr\u00f3logo escrito muitos anos depois para a publica\u00e7\u00e3o de um volume j\u00e1 assinado com o seu nome, a que se juntou uma s\u00e9rie de textos sobre Marcel Proust, James Joyce e Thomas Mann (por quem sentia uma aut\u00eantica devo\u00e7\u00e3o), e ainda v\u00e1rios ap\u00eandices escritos ao longo de d\u00e9cadas que abordam outras quest\u00f5es, igualmente s\u00e9rias, com a mesma e quase necess\u00e1ria leveza. \u201c[sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u00a0\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1507-1 (1).jpg\" class=\"\" height=\"497\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22821583_mv5GI.jpeg\" style=\"float: left; width: 350px; padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAfinal, o que \u00e9 a filosofia? \u00c9 o que aqui se pergunta a alguns protagonistas da sua hist\u00f3ria \u2014 Plat\u00e3o, Arist\u00f3teles, Agostinho, Kant, Wittgenstein e Heidegger \u2014, sem, contudo, se pretender fazer hist\u00f3ria da filosofia. A filosofia \u00e9 uma actividade que procura descobrir a verdade sobre \u00abas coisas\u00bb, \u00abo mundo\u00bb, os \u00aboutros\u00bb, enfim, sobre \u00absi pr\u00f3prio\u00bb. N\u00e3o se tem, por isso, uma filosofia. Faz-se filosofia.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A filosofia \u00e9 uma possibilidade. E aqui come\u00e7a j\u00e1 um problema antigo. N\u00e3o \u00e9 a possibilidade menos do que a realidade? N\u00e3o \u00e9 o poss\u00edvel s\u00f3 uma ilus\u00e3o? Mas n\u00e3o ser\u00e1 o sonho, a ilus\u00e3o, como dizia Val\u00e9ry, o que nos distingue dos animais? Toda a pergunta est\u00e1 em tens\u00e3o para uma resposta. Uma n\u00e3o existe sem a outra. Fazer a pergunta \u00abo que \u00e9 a filosofia?\u00bb \u00e9 j\u00e1, de algum modo, percorrer o caminho de uma resposta poss\u00edvel.\u201d <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c[sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1507-1 (2).jpg\" height=\"426\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22821591_tZqnY.jpeg\" style=\"width: 350px; padding: 10px; float: right;\" width=\"350\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cBem-vindos ao planeta Terra!<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O mundo pode parecer muito confuso, sobretudo se acab\u00e1mos de aqui chegar. Para melhor compreend\u00ea-lo, vamos explorar o nosso planeta e ver como vivemos. Estes apontamentos s\u00e3o um guia para essa viagem&#8230;<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Escrito por Oliver Jeffers nos dois primeiros meses de vida do seu filho, e procurando explicar-lhe as v\u00e1rias coisas que achava que ele precisava de saber, este \u00e9 um livro vivo e afectivo sobre o modo como o planeta e os seres humanos devem ser amados e respeitados.\u201d <\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">[sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1507-1 (3).jpg\" class=\"editing\" height=\"539\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22821593_4pHez.jpeg\" style=\"float: left; width: 350px; padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cN\u00famero 7 da Rue de Grenelle: o endere\u00e7o \u00e9 burgu\u00eas, os moradores s\u00e3o gente rica e tradicional. Tudo parece um quadro em que n\u00e3o h\u00e1 movimento: cristalizado, bem organizado, eterno. Mas h\u00e1 duas pessoas que parecem n\u00e3o encaixar.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para come\u00e7ar, temos Ren\u00e9e, que parece a porteira cl\u00e1ssica: baixota, rezingona e sempre pronta a fechar a porta na cara de algu\u00e9m. Na verdade, estamos na presen\u00e7a de uma observadora perspicaz, ora terna, ora \u00e1cida, e uma autodidata que esconde bem o seu verdadeiro eu: uma grande apaixonada por livros e arte.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">E depois temos Paloma, a filha mais nova da fam\u00edlia Josse, que destoa dos pais e da irm\u00e3. De tal modo, que se imp\u00f5e um desafio terr\u00edvel: ou descobre algum sentido para a vida, ou comete suic\u00eddio no dia em que fizer treze anos. Mas, enquanto a data n\u00e3o chega, mant\u00e9m dois conjuntos de anota\u00e7\u00f5es pessoais e filos\u00f3ficas, os Pensamentos profundos e o Jornal do movimento do mundo: s\u00e3o os relatos das suas experi\u00eancias \u00edntimas e da vida no pr\u00e9dio.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">As duas fil\u00f3sofas, Ren\u00e9e e Paloma, est\u00e3o inteiramente entregues ao olhar sobre aquelas pessoas t\u00e3o diferentes delas, \u00e0quele mundo onde parecem n\u00e3o pertencer. Mas, um dia, chega um novo morador ao bairro. Kakuro Ozu, um alegre senhor japon\u00eas, poder\u00e1 bem ser o terceiro elemento de um trio perfeito, redentor, que salvar\u00e1 Ren\u00e9e e Paloma da mediocridade e dos espinhos da vida.\u201d [sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"7680465_800x.jpg\" height=\"522\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22822352_nSvBY.jpeg\" style=\"float: right; width: 350px; padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Mais de 200 conceitos chave da filosofia ocidental explicados com imagens compreens\u00edveis, frescas e inovadoras, que de um modo acess\u00edvel iluminam processos mentais de grande complexidade e abstra\u00e7\u00e3o. De Tales a Derrida, passando por Schopenhauer, por fim a filosofia ao alcance de todos\u201d <\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">[sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"A-Sociedade-do-Cansaco.jpg\" class=\"editing\" height=\"544\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22821595_EHuet.jpeg\" style=\"float: left; width: 350px; padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/>\u00a0<span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cDe acordo com Byung-Chul Han, uma das mais inovadoras vozes filos\u00f3ficas surgidas na Alemanha, o Ocidente est\u00e1 a tornar-se uma sociedade do cansa\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo este autor germano-coreano, qualquer \u00e9poca tem as suas doen\u00e7as caracte- r\u00edsticas. Houve uma \u00e9poca bacteriana, que terminou com a descoberta dos antibi\u00f3ticos.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A \u00e9poca viral foi ultrapassada atrav\u00e9s das t\u00e9cnicas imunol\u00f3gicas, apesar dos peri\u00f3dicos receios de uma pandemia gripal.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, do ponto de vista patol\u00f3gico, seria sobretudo neuronal. A de- press\u00e3o, as perturba\u00e7\u00f5es de aten\u00e7\u00e3o devidas \u00e0 hiperatividade e a s\u00edndroma do desgaste profissional definem o panorama atual.\u201d\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">[sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\">___________________________________________________________________________<\/span><\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"300x.jpg\" class=\"\" height=\"547\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22822351_v084c.jpeg\" style=\"float: right;width: 350px;padding: 10px 10px;\" width=\"350\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEdi\u00e7\u00e3o comemorativa dos vinte anos da tradu\u00e7\u00e3o integral da \u00c9tica a Nic\u00f3maco. Um livro fundamental para a cultura do Ocidente. \u00c9tica a Nic\u00f3maco trata da felicidade como projeto essencial do ser humano. Das virtudes, da sensatez, do que se pode e do que se deve fazer. Trata da possibilidade de se existir de acordo com as escolhas que fazemos. De se ser aut\u00f3nomo, de viver com gosto. Trata da procura do prazer pelo prazer \u2013 e do prazer pela honra. Da justi\u00e7a. Das formas de vida que levam \u00e0 felicidade. Da procura do amor. \u00c9 um livro fundamental para a cultura do Ocidente.\u201d\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">[sinopse disponibilizada pela editora]<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>______________________________________________________<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>* J\u00falia Martins<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Acredita no poder da leitura. Dar a ler \u00e9 um desafio que gosta de abra\u00e7ar. \u00c9 leitora e frequenta, de forma ass\u00eddua, Clubes de Leitura.<span>\u00a0<\/span><a title=\"Saiba mais\" href=\"https:\/\/www.rbe.mec.pt\/np4\/VL-oradores-julia-martins.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Saiba mais<\/a><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>______________________________________________________<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Leia outros artigos da s\u00e9rie<\/strong><\/span><strong><br \/><a href=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/tag\/tempo+para+ler\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem23.png\" class=\"lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item\" height=\"67\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630975_LsyUu.png\" width=\"348\" \/><\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje \u00e9 Dia Mundial da Filosofia Em 2002 a UNESCO instituiu o Dia Mundial da Filosofia, como resultado de uma necessidade da humanidade, cada vez mais urgente, a de refletir sobre os acontecimentos atuais, fomentando o pensamento cr\u00edtico, criativo e contribuindo assim para a promo\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia e da paz. Desde ent\u00e3o, todos os anos, na terceira quinta-feira de novembro, celebra-se o Dia Mundial da Filosofia, uma iniciativa da UNESCO que reconhece a relev\u00e2ncia da filosofia para o desenvolvimento do pensamento cr\u00edtico e reflexivo.\u00a0 A filosofia nasce do espanto. Inquieta-nos. Ensina-nos a questionar. A olhar atentamente e a escutar. A analisar e a compreender o mundo de forma profunda \u2014 compet\u00eancias essenciais no s\u00e9culo XXI, marcado pela r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e pelo crescimento exponencial da informa\u00e7\u00e3o. Cada vez mais, a filosofia desempenha um papel essencial na nossa constru\u00e7\u00e3o como pessoas, mas essencialmente enquanto cidad\u00e3os ativos e participativos. Neste sentido, a filosofia exercita-nos a averiguar, a examinar criticamente argumentos, a distinguir entre factos e opini\u00f5es, a identificar pressupostos impl\u00edcitos e a questionar conclus\u00f5es aparentemente \u00f3bvias, assim como as fontes da informa\u00e7\u00e3o disponibilizada. Assim, a filosofia contribui significativamente para que cada um de n\u00f3s se questione, de modo a compreender melhor o mundo atual, onde a informa\u00e7\u00e3o circula com rapidez e nem sempre \u00e9 fi\u00e1vel. No contexto escolar, o desenvolvimento do pensamento cr\u00edtico prepara os alunos para serem cidad\u00e3os informados, capazes de tomar decis\u00f5es conscientes, de questionar narrativas e de interagir de forma \u00e9tica com a sociedade. Em tempos de desinforma\u00e7\u00e3o, polariza\u00e7\u00e3o e avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos r\u00e1pidos, a filosofia \u00e9 uma necessidade social. Urge ensin\u00e1-la. Divulg\u00e1-la. Pratic\u00e1-la. O exerc\u00edcio constante do pensamento cr\u00edtico deve ser o lema: pensar antes de agir, avaliar a validade das informa\u00e7\u00f5es, interrogar algoritmos e intelig\u00eancias artificiais, ponderar os limites \u00e9ticos e compreender a complexidade das sociedades contempor\u00e2neas. Naturalmente, tudo isto n\u00e3o se aprende apenas nas aulas de Filosofia. \u00c9 aqui que as bibliotecas escolares podem, e devem, desempenhar um papel crucial. Elas s\u00e3o espa\u00e7os essenciais para a promo\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico, oferecendo acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o diversificada, \u00e0 leitura (incluindo leitura reflexiva), \u00e0 pesquisa aut\u00f3noma e ao desenvolvimento de diferentes literacias. Na concretiza\u00e7\u00e3o deste prop\u00f3sito, elas podem: 1. Organizar debates e clubes de filosofia, fomentando o questionamento e a argumenta\u00e7\u00e3o 2. Disponibilizar recursos sobre \u00e9tica, ci\u00eancia, tecnologia e Intelig\u00eancia Artificial, permitindo que os alunos confrontem diferentes pontos de vista 3. Ser laborat\u00f3rios de literacia digital e medi\u00e1tica, onde se aprende a usar ferramentas como a IA de forma respons\u00e1vel. A biblioteca escolar \u00e9 um espa\u00e7o de aprendizagem cr\u00edtica, alinhando-se com os objetivos do Dia Mundial da Filosofia. Celebrar a Filosofia \u00e9, assim, uma oportunidade para comemorar o pensamento cr\u00edtico em todas as idades. Nas escolas, nas salas de aula e nas bibliotecas, esta celebra\u00e7\u00e3o dever\u00e1 transformar-se em a\u00e7\u00e3o: ler, discutir, questionar e criar ferramentas de pensamento cr\u00edtico, livre e aut\u00f3nomo. Num mundo em que a Intelig\u00eancia Artificial se torna cada vez mais presente, estas compet\u00eancias n\u00e3o s\u00e3o apenas desej\u00e1veis, s\u00e3o essenciais para que todos possam usar esta ferramenta da forma mais adequada e eficiente. Para celebrar a Filosofia leia livros de filosofia.\u00a0Aqui ficam algumas sugest\u00f5es:\u00a0 Alice, curiosa e ansiosa, \u00e9 uma rapariga do seu tempo: inquietam-na as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e o futuro da Humanidade. Procura refer\u00eancias para agir, um lema que a oriente. Atravessando s\u00e9culos e civiliza\u00e7\u00f5es \u00e0 procura de respostas, Alice embarca numa fascinante viagem pelo Pa\u00eds das Ideias: dialoga com S\u00f3crates e entra na caverna de Plat\u00e3o, escuta Buda, conhece Montaigne, Descartes, Voltaire e Nietzsche, e deita-se no div\u00e3 de Freud. A cada novo encontro, toma consci\u00eancia que as ideias, longe de serem conceitos est\u00e9reis e separados de n\u00f3s, s\u00e3o o que nos permite compreender o mundo e mud\u00e1-lo. Da Roma antiga \u00e0 Viena do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, de Plat\u00e3o a Conf\u00facio, Alice no Pa\u00eds das Ideias n\u00e3o \u00e9 apenas uma aventura intemporal pela hist\u00f3ria do pensamento: num mundo cada vez mais polarizado, \u00e9 um convite \u00e0 reflex\u00e3o, uma ode \u00e0 d\u00favida e \u00e0 liberdade de pensar &#8211; e \u00e0 liberdade de mudar de ideias.\u201d [sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ Publicado pela primeira vez em It\u00e1lia em 1958 e assinado sob o pseud\u00f3nimo joyceano Dedalus, Fil\u00f3sofos em Liberdade marcou a surpreendente estreia de Umberto Eco num g\u00e9nero que o pr\u00f3prio definiu como \u00abensaio ligeiro\u00bb. O livro, que pode ser lido como uma hilariante introdu\u00e7\u00e3o em verso \u00e0 hist\u00f3ria da filosofia e tamb\u00e9m como um jogo para iniciados, teve origem nas caricaturas que Eco desenhava durante as confer\u00eancias de filosofia que frequentou na sua juventude. A estas caricaturas acrescentou posteriormente os \u00abpequenos poemas\u00bb que as acompanham nesta edi\u00e7\u00e3o. Embora sempre os tenha considerado meros divertimentos, tamb\u00e9m insistia no seu absoluto rigor cient\u00edfico. \u00abBrincar sim, mas seriamente\u00bb \u00e9 o lema do autor no pr\u00f3logo escrito muitos anos depois para a publica\u00e7\u00e3o de um volume j\u00e1 assinado com o seu nome, a que se juntou uma s\u00e9rie de textos sobre Marcel Proust, James Joyce e Thomas Mann (por quem sentia uma aut\u00eantica devo\u00e7\u00e3o), e ainda v\u00e1rios ap\u00eandices escritos ao longo de d\u00e9cadas que abordam outras quest\u00f5es, igualmente s\u00e9rias, com a mesma e quase necess\u00e1ria leveza. \u201c[sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ \u00a0\u00a0 \u201cAfinal, o que \u00e9 a filosofia? \u00c9 o que aqui se pergunta a alguns protagonistas da sua hist\u00f3ria \u2014 Plat\u00e3o, Arist\u00f3teles, Agostinho, Kant, Wittgenstein e Heidegger \u2014, sem, contudo, se pretender fazer hist\u00f3ria da filosofia. A filosofia \u00e9 uma actividade que procura descobrir a verdade sobre \u00abas coisas\u00bb, \u00abo mundo\u00bb, os \u00aboutros\u00bb, enfim, sobre \u00absi pr\u00f3prio\u00bb. N\u00e3o se tem, por isso, uma filosofia. Faz-se filosofia. A filosofia \u00e9 uma possibilidade. E aqui come\u00e7a j\u00e1 um problema antigo. N\u00e3o \u00e9 a possibilidade menos do que a realidade? N\u00e3o \u00e9 o poss\u00edvel s\u00f3 uma ilus\u00e3o? Mas n\u00e3o ser\u00e1 o sonho, a ilus\u00e3o, como dizia Val\u00e9ry, o que nos distingue dos animais? Toda a pergunta est\u00e1 em tens\u00e3o para uma resposta. Uma n\u00e3o existe sem a outra. Fazer a pergunta \u00abo que \u00e9 a filosofia?\u00bb \u00e9 j\u00e1, de algum modo, percorrer o caminho de uma resposta poss\u00edvel.\u201d \u201c[sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ \u201cBem-vindos ao planeta Terra! O mundo pode parecer muito confuso, sobretudo se acab\u00e1mos de aqui chegar. Para melhor compreend\u00ea-lo, vamos explorar o nosso planeta e ver como vivemos. Estes apontamentos s\u00e3o um guia para essa viagem&#8230; Escrito por Oliver Jeffers nos dois primeiros meses de vida do seu filho, e procurando explicar-lhe as v\u00e1rias coisas que achava que ele precisava de saber, este \u00e9 um livro vivo e afectivo sobre o modo como o planeta e os seres humanos devem ser amados e respeitados.\u201d [sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ \u201cN\u00famero 7 da Rue de Grenelle: o endere\u00e7o \u00e9 burgu\u00eas, os moradores s\u00e3o gente rica e tradicional. Tudo parece um quadro em que n\u00e3o h\u00e1 movimento: cristalizado, bem organizado, eterno. Mas h\u00e1 duas pessoas que parecem n\u00e3o encaixar. Para come\u00e7ar, temos Ren\u00e9e, que parece a porteira cl\u00e1ssica: baixota, rezingona e sempre pronta a fechar a porta na cara de algu\u00e9m. Na verdade, estamos na presen\u00e7a de uma observadora perspicaz, ora terna, ora \u00e1cida, e uma autodidata que esconde bem o seu verdadeiro eu: uma grande apaixonada por livros e arte. E depois temos Paloma, a filha mais nova da fam\u00edlia Josse, que destoa dos pais e da irm\u00e3. De tal modo, que se imp\u00f5e um desafio terr\u00edvel: ou descobre algum sentido para a vida, ou comete suic\u00eddio no dia em que fizer treze anos. Mas, enquanto a data n\u00e3o chega, mant\u00e9m dois conjuntos de anota\u00e7\u00f5es pessoais e filos\u00f3ficas, os Pensamentos profundos e o Jornal do movimento do mundo: s\u00e3o os relatos das suas experi\u00eancias \u00edntimas e da vida no pr\u00e9dio. As duas fil\u00f3sofas, Ren\u00e9e e Paloma, est\u00e3o inteiramente entregues ao olhar sobre aquelas pessoas t\u00e3o diferentes delas, \u00e0quele mundo onde parecem n\u00e3o pertencer. Mas, um dia, chega um novo morador ao bairro. Kakuro Ozu, um alegre senhor japon\u00eas, poder\u00e1 bem ser o terceiro elemento de um trio perfeito, redentor, que salvar\u00e1 Ren\u00e9e e Paloma da mediocridade e dos espinhos da vida.\u201d [sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ \u201cMais de 200 conceitos chave da filosofia ocidental explicados com imagens compreens\u00edveis, frescas e inovadoras, que de um modo acess\u00edvel iluminam processos mentais de grande complexidade e abstra\u00e7\u00e3o. De Tales a Derrida, passando por Schopenhauer, por fim a filosofia ao alcance de todos\u201d [sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ \u00a0 \u201cDe acordo com Byung-Chul Han, uma das mais inovadoras vozes filos\u00f3ficas surgidas na Alemanha, o Ocidente est\u00e1 a tornar-se uma sociedade do cansa\u00e7o. Segundo este autor germano-coreano, qualquer \u00e9poca tem as suas doen\u00e7as caracte- r\u00edsticas. Houve uma \u00e9poca bacteriana, que terminou com a descoberta dos antibi\u00f3ticos. A \u00e9poca viral foi ultrapassada atrav\u00e9s das t\u00e9cnicas imunol\u00f3gicas, apesar dos peri\u00f3dicos receios de uma pandemia gripal. O in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, do ponto de vista patol\u00f3gico, seria sobretudo neuronal. A de- press\u00e3o, as perturba\u00e7\u00f5es de aten\u00e7\u00e3o devidas \u00e0 hiperatividade e a s\u00edndroma do desgaste profissional definem o panorama atual.\u201d\u00a0[sinopse disponibilizada pela editora] ___________________________________________________________________________ \u201cEdi\u00e7\u00e3o comemorativa dos vinte anos da tradu\u00e7\u00e3o integral da \u00c9tica a Nic\u00f3maco. Um livro fundamental para a cultura do Ocidente. \u00c9tica a Nic\u00f3maco trata da felicidade como projeto essencial do ser humano. Das virtudes, da sensatez, do que se pode e do que se deve fazer. Trata da possibilidade de se existir de acordo com as escolhas que fazemos. De se ser aut\u00f3nomo, de viver com gosto. Trata da procura do prazer pelo prazer \u2013 e do prazer pela honra. Da justi\u00e7a. Das formas de vida que levam \u00e0 felicidade. Da procura do amor. \u00c9 um livro fundamental para a cultura do Ocidente.\u201d\u00a0[sinopse disponibilizada pela editora] \u00a0 \u00a0 \u00a0 ______________________________________________________ * J\u00falia Martins Acredita no poder da leitura. Dar a ler \u00e9 um desafio que gosta de abra\u00e7ar. \u00c9 leitora e frequenta, de forma ass\u00eddua, Clubes de Leitura.\u00a0Saiba mais ______________________________________________________ Leia outros artigos da s\u00e9rie \u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[115,156,169],"tags":[],"class_list":["post-3023951","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-bibliotecas-escolares","category-filosofia","category-tempo-para-ler"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3023951","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3023951"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3023951\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3085068,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3023951\/revisions\/3085068"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3023951"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3023951"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3023951"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}