{"id":3013233,"date":"2025-10-27T09:00:00","date_gmt":"2025-10-27T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/3013233.html"},"modified":"2026-05-13T12:58:39","modified_gmt":"2026-05-13T12:58:39","slug":"breve-historia-de-quase-30-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=3013233","title":{"rendered":"Breve hist\u00f3ria de quase 30 anos"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Blogue.png\" height=\"480\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22813105_yS6OZ.png\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Por ocasi\u00e3o do Dia Nacional das Bibliotecas Escolares 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Na quarta segunda-feira de outubro celebra-se o <strong>Dia Nacional das Bibliotecas Escolares<\/strong>. Mais do que uma data simb\u00f3lica, \u00e9 um convite \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 proje\u00e7\u00e3o: recordar o caminho feito e reafirmar o compromisso com o futuro das bibliotecas escolares portuguesas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria come\u00e7a em <strong>1995<\/strong>, quando um <strong>grupo de trabalho<\/strong> constitu\u00eddo pelos Minist\u00e9rios da Educa\u00e7\u00e3o e da Cultura, elaborou o relat\u00f3rio <strong><em>Lan\u00e7ar a Rede<\/em><\/strong>, documento fundador que tra\u00e7ou as bases do futuro programa. Sob a coordena\u00e7\u00e3o de <strong>Isabel Veiga<\/strong> (hoje conhecida como <strong>Isabel Al\u00e7ada<\/strong>), esse grupo formulou uma vis\u00e3o pioneira: a de criar, em todas as escolas p\u00fablicas, <strong>bibliotecas modernas, integradas e articuladas com o curr\u00edculo<\/strong>, capazes de promover a leitura, a informa\u00e7\u00e3o e a cidadania.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A proposta contou com o <strong>apoio pol\u00edtico decisivo de Guilherme d\u2019Oliveira Martins<\/strong>, ent\u00e3o <strong>Secret\u00e1rio de Estado da Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>, que reconheceu o potencial transformador do projeto e lhe deu o enquadramento institucional necess\u00e1rio para passar do plano t\u00e9cnico \u00e0 pol\u00edtica p\u00fablica.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Em <strong>1996<\/strong>, sob a tutela do <strong>Ministro da Educa\u00e7\u00e3o Eduardo Mar\u00e7al Grilo<\/strong> e do <strong>Ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho<\/strong>, a vis\u00e3o delineada no relat\u00f3rio tornou-se realidade com a cria\u00e7\u00e3o oficial da <strong>Rede de Bibliotecas Escolares (RBE)<\/strong>. \u00c0 frente do programa esteve <strong>Teresa Cal\u00e7ada<\/strong>, cuja lideran\u00e7a, persist\u00eancia e clareza de vis\u00e3o garantiram a expans\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de uma das pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o mais consistentes do Portugal democr\u00e1tico. A miss\u00e3o era exigente: dotar todas as escolas p\u00fablicas de bibliotecas de qualidade, com recursos humanos, materiais e tecnol\u00f3gicos adequados, e integradas nos projetos educativos das escolas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os primeiros anos foram de constru\u00e7\u00e3o intensa. Criaram-se <strong>crit\u00e9rios de candidatura<\/strong>, <strong>normas de funcionamento<\/strong>, <strong>planos de forma\u00e7\u00e3o<\/strong> e <strong>instrumentos de avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>. As bibliotecas come\u00e7aram a nascer em escolas de todo o pa\u00eds, fruto da coopera\u00e7\u00e3o entre o <strong>Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o<\/strong> e as <strong>autarquias<\/strong>, num modelo de <strong>financiamento frequentemente partilhado<\/strong> que perdura at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Durante a d\u00e9cada de 2000, a Rede consolidou-se e amadureceu. Sob a coordena\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de <strong>Teresa Cal\u00e7ada<\/strong>, a biblioteca escolar afirmou-se como <strong>centro de recursos para a aprendizagem<\/strong>, <strong>espa\u00e7o de leitura e cultura<\/strong>, <strong>laborat\u00f3rio de literacias m\u00faltiplas<\/strong> e <strong>lugar de inclus\u00e3o e criatividade<\/strong>.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Um marco decisivo ocorreu em <strong>2009<\/strong>, com a <strong>cria\u00e7\u00e3o da figura do professor bibliotec\u00e1rio<\/strong>, reconhecida oficialmente como fun\u00e7\u00e3o docente especializada, durante o mandato da Ministra da Educa\u00e7\u00e3o<strong> Maria de Lurdes Rodrigues<\/strong>. Esta medida veio <strong>profissionalizar e estabilizar a gest\u00e3o das bibliotecas escolares<\/strong>, garantindo a continuidade do trabalho e refor\u00e7ando a sua integra\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica. Desde ent\u00e3o, os professores bibliotec\u00e1rios tornaram-se <strong>mediadores essenciais<\/strong> entre o curr\u00edculo e a leitura, os media e a informa\u00e7\u00e3o, entre a escola e a comunidade, promovendo a articula\u00e7\u00e3o, a inova\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento de compet\u00eancias transversais nos alunos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A partir de <strong>2014<\/strong>, a coordena\u00e7\u00e3o da RBE passou para <strong>Manuela Pargana Silva<\/strong>, que deu continuidade \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o do programa e ampliou o seu \u00e2mbito de interven\u00e7\u00e3o. Sob a sua orienta\u00e7\u00e3o, a Rede apostou fortemente na <strong>forma\u00e7\u00e3o dos professores bibliotec\u00e1rios<\/strong>, refor\u00e7ou a <strong>coopera\u00e7\u00e3o com as autarquias, as redes concelhias<\/strong>, e muitos <strong>valiosos parceiros<\/strong>, aprofundou a abordagem das <strong>literacias digital e medi\u00e1tica <\/strong>e integrou novos dom\u00ednios \u2014 <strong>educa\u00e7\u00e3o para a cidadania<\/strong>, <strong>sustentabilidade<\/strong> e <strong>bem-estar<\/strong> \u2014 nas suas \u00e1reas de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ao longo de quase tr\u00eas d\u00e9cadas, a RBE construiu um patrim\u00f3nio humano e institucional \u00edmpar. Os m\u00faltiplos <strong>programas, projetos e parcerias<\/strong> desenvolvidos com escolas, autarquias e in\u00fameras entidades culturais e cient\u00edficas testemunham a diversidade e a vitalidade de uma Rede que soube evoluir com o tempo, sem perder de vista o essencial: a <strong>leitura como compet\u00eancia de base e pr\u00e1tica de liberdade<\/strong>. Atualmente, revela-se como uma <strong>estrutura nacional coesa e descentralizada<\/strong>, presente em todas as escolas p\u00fablicas e articulada com centenas de <strong>redes concelhias de bibliotecas<\/strong>. O seu modelo, constru\u00eddo com rigor e com uma vis\u00e3o de longo prazo, \u00e9 reconhecido por m\u00faltiplas organiza\u00e7\u00f5es internacionais como uma boa pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia videos\" style=\"text-align: center;\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gLF0as9PkKo?feature=oembed\" width=\"480\" height=\"360\" frameborder=\"0\" style=\"width: 640px; padding: 10px 10px;\" loading=\"lazy\"><\/iframe><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Em <strong>2025<\/strong>, a Rede de Bibliotecas Escolares <strong>encerra um ciclo:<\/strong> deixa de ser gerida como estrutura de miss\u00e3o e \u00e9 integrada, no Educa, I.P., integra\u00e7\u00e3o que representa o <strong>reconhecimento da sua maturidade e da sua import\u00e2ncia estrat\u00e9gica<\/strong>, garantindo-lhe estabilidade institucional e continuidade como pol\u00edtica p\u00fablica de educa\u00e7\u00e3o, leitura e cidadania.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Celebrar o <strong>Dia Nacional das Bibliotecas Escolares<\/strong> \u00e9, portanto, celebrar as pessoas e as ideias que tornaram poss\u00edvel esta hist\u00f3ria: o grupo fundador de 1995, coordenado por <strong>Isabel Al\u00e7ada<\/strong>, o impulso de <strong>Guilherme d\u2019Oliveira Martins e Mar\u00e7al Grilo<\/strong>, a lideran\u00e7a de <strong>Teresa Cal\u00e7ada<\/strong>, a continuidade e desenvolvimento assegurados por <strong>Manuela Pargana Silva<\/strong>, e o trabalho di\u00e1rio <strong>de professores bibliotec\u00e1rios<\/strong>, equipas de bibliotecas, assistentes de bibliotecas,\u00a0<strong>coordenadores interconcelhios<\/strong>, <strong>t\u00e9cnicos municipais<\/strong> e <strong>parceiros locais<\/strong>, que mant\u00eam viva a energia e a miss\u00e3o da Rede.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Hoje, a Rede de Bibliotecas Escolares continua a crescer, a inovar e a inspirar. Continua a instalar bibliotecas e tamb\u00e9m a requalific\u00e1-las (porque o tempo decorrido desde as origens a isso obriga). Mant\u00e9m o foco na <strong>leitura<\/strong> e nas <strong>literacias\u00a0<\/strong>e alarga o seu campo de a\u00e7\u00e3o a desafios emergentes: a <strong>intelig\u00eancia artificial<\/strong>, a <strong>\u00e9tica digital<\/strong>, a <strong>cultura democr\u00e1tica<\/strong> e a <strong>sustentabilidade<\/strong>.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No cruzamento entre o humano e o tecnol\u00f3gico, entre a tradi\u00e7\u00e3o e o futuro, a biblioteca escolar permanece o espa\u00e7o onde se aprende a <strong>ler o mundo para o compreender e transformar<\/strong>, fiel \u00e0 convic\u00e7\u00e3o que esteve na origem do programa: <strong>uma biblioteca pode mudar uma escola; uma escola com biblioteca pode mudar o mundo<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Por ocasi\u00e3o do Dia Nacional das Bibliotecas Escolares 2025 Na quarta segunda-feira de outubro celebra-se o Dia Nacional das Bibliotecas Escolares. Mais do que uma data simb\u00f3lica, \u00e9 um convite \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 proje\u00e7\u00e3o: recordar o caminho feito e reafirmar o compromisso com o futuro das bibliotecas escolares portuguesas. A hist\u00f3ria come\u00e7a em 1995, quando um grupo de trabalho constitu\u00eddo pelos Minist\u00e9rios da Educa\u00e7\u00e3o e da Cultura, elaborou o relat\u00f3rio Lan\u00e7ar a Rede, documento fundador que tra\u00e7ou as bases do futuro programa. Sob a coordena\u00e7\u00e3o de Isabel Veiga (hoje conhecida como Isabel Al\u00e7ada), esse grupo formulou uma vis\u00e3o pioneira: a de criar, em todas as escolas p\u00fablicas, bibliotecas modernas, integradas e articuladas com o curr\u00edculo, capazes de promover a leitura, a informa\u00e7\u00e3o e a cidadania. A proposta contou com o apoio pol\u00edtico decisivo de Guilherme d\u2019Oliveira Martins, ent\u00e3o Secret\u00e1rio de Estado da Educa\u00e7\u00e3o, que reconheceu o potencial transformador do projeto e lhe deu o enquadramento institucional necess\u00e1rio para passar do plano t\u00e9cnico \u00e0 pol\u00edtica p\u00fablica. Em 1996, sob a tutela do Ministro da Educa\u00e7\u00e3o Eduardo Mar\u00e7al Grilo e do Ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho, a vis\u00e3o delineada no relat\u00f3rio tornou-se realidade com a cria\u00e7\u00e3o oficial da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). \u00c0 frente do programa esteve Teresa Cal\u00e7ada, cuja lideran\u00e7a, persist\u00eancia e clareza de vis\u00e3o garantiram a expans\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de uma das pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o mais consistentes do Portugal democr\u00e1tico. A miss\u00e3o era exigente: dotar todas as escolas p\u00fablicas de bibliotecas de qualidade, com recursos humanos, materiais e tecnol\u00f3gicos adequados, e integradas nos projetos educativos das escolas. Os primeiros anos foram de constru\u00e7\u00e3o intensa. Criaram-se crit\u00e9rios de candidatura, normas de funcionamento, planos de forma\u00e7\u00e3o e instrumentos de avalia\u00e7\u00e3o. As bibliotecas come\u00e7aram a nascer em escolas de todo o pa\u00eds, fruto da coopera\u00e7\u00e3o entre o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e as autarquias, num modelo de financiamento frequentemente partilhado que perdura at\u00e9 hoje. Durante a d\u00e9cada de 2000, a Rede consolidou-se e amadureceu. Sob a coordena\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de Teresa Cal\u00e7ada, a biblioteca escolar afirmou-se como centro de recursos para a aprendizagem, espa\u00e7o de leitura e cultura, laborat\u00f3rio de literacias m\u00faltiplas e lugar de inclus\u00e3o e criatividade. Um marco decisivo ocorreu em 2009, com a cria\u00e7\u00e3o da figura do professor bibliotec\u00e1rio, reconhecida oficialmente como fun\u00e7\u00e3o docente especializada, durante o mandato da Ministra da Educa\u00e7\u00e3o Maria de Lurdes Rodrigues. Esta medida veio profissionalizar e estabilizar a gest\u00e3o das bibliotecas escolares, garantindo a continuidade do trabalho e refor\u00e7ando a sua integra\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica. Desde ent\u00e3o, os professores bibliotec\u00e1rios tornaram-se mediadores essenciais entre o curr\u00edculo e a leitura, os media e a informa\u00e7\u00e3o, entre a escola e a comunidade, promovendo a articula\u00e7\u00e3o, a inova\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento de compet\u00eancias transversais nos alunos. A partir de 2014, a coordena\u00e7\u00e3o da RBE passou para Manuela Pargana Silva, que deu continuidade \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o do programa e ampliou o seu \u00e2mbito de interven\u00e7\u00e3o. Sob a sua orienta\u00e7\u00e3o, a Rede apostou fortemente na forma\u00e7\u00e3o dos professores bibliotec\u00e1rios, refor\u00e7ou a coopera\u00e7\u00e3o com as autarquias, as redes concelhias, e muitos valiosos parceiros, aprofundou a abordagem das literacias digital e medi\u00e1tica e integrou novos dom\u00ednios \u2014 educa\u00e7\u00e3o para a cidadania, sustentabilidade e bem-estar \u2014 nas suas \u00e1reas de a\u00e7\u00e3o. Ao longo de quase tr\u00eas d\u00e9cadas, a RBE construiu um patrim\u00f3nio humano e institucional \u00edmpar. Os m\u00faltiplos programas, projetos e parcerias desenvolvidos com escolas, autarquias e in\u00fameras entidades culturais e cient\u00edficas testemunham a diversidade e a vitalidade de uma Rede que soube evoluir com o tempo, sem perder de vista o essencial: a leitura como compet\u00eancia de base e pr\u00e1tica de liberdade. Atualmente, revela-se como uma estrutura nacional coesa e descentralizada, presente em todas as escolas p\u00fablicas e articulada com centenas de redes concelhias de bibliotecas. O seu modelo, constru\u00eddo com rigor e com uma vis\u00e3o de longo prazo, \u00e9 reconhecido por m\u00faltiplas organiza\u00e7\u00f5es internacionais como uma boa pr\u00e1tica. Em 2025, a Rede de Bibliotecas Escolares encerra um ciclo: deixa de ser gerida como estrutura de miss\u00e3o e \u00e9 integrada, no Educa, I.P., integra\u00e7\u00e3o que representa o reconhecimento da sua maturidade e da sua import\u00e2ncia estrat\u00e9gica, garantindo-lhe estabilidade institucional e continuidade como pol\u00edtica p\u00fablica de educa\u00e7\u00e3o, leitura e cidadania. Celebrar o Dia Nacional das Bibliotecas Escolares \u00e9, portanto, celebrar as pessoas e as ideias que tornaram poss\u00edvel esta hist\u00f3ria: o grupo fundador de 1995, coordenado por Isabel Al\u00e7ada, o impulso de Guilherme d\u2019Oliveira Martins e Mar\u00e7al Grilo, a lideran\u00e7a de Teresa Cal\u00e7ada, a continuidade e desenvolvimento assegurados por Manuela Pargana Silva, e o trabalho di\u00e1rio de professores bibliotec\u00e1rios, equipas de bibliotecas, assistentes de bibliotecas,\u00a0coordenadores interconcelhios, t\u00e9cnicos municipais e parceiros locais, que mant\u00eam viva a energia e a miss\u00e3o da Rede. Hoje, a Rede de Bibliotecas Escolares continua a crescer, a inovar e a inspirar. Continua a instalar bibliotecas e tamb\u00e9m a requalific\u00e1-las (porque o tempo decorrido desde as origens a isso obriga). Mant\u00e9m o foco na leitura e nas literacias\u00a0e alarga o seu campo de a\u00e7\u00e3o a desafios emergentes: a intelig\u00eancia artificial, a \u00e9tica digital, a cultura democr\u00e1tica e a sustentabilidade. No cruzamento entre o humano e o tecnol\u00f3gico, entre a tradi\u00e7\u00e3o e o futuro, a biblioteca escolar permanece o espa\u00e7o onde se aprende a ler o mundo para o compreender e transformar, fiel \u00e0 convic\u00e7\u00e3o que esteve na origem do programa: uma biblioteca pode mudar uma escola; uma escola com biblioteca pode mudar o mundo.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[115,36],"tags":[],"class_list":["post-3013233","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-bibliotecas-escolares","category-rbe"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3013233","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3013233"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3013233\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3085112,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3013233\/revisions\/3085112"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3013233"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3013233"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3013233"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}