{"id":2959984,"date":"2025-06-03T09:00:00","date_gmt":"2025-06-03T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2959984.html"},"modified":"2026-05-13T13:13:04","modified_gmt":"2026-05-13T13:13:04","slug":"e-facil-nem-sempre-mas-compensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2959984","title":{"rendered":"\u00c9 f\u00e1cil? Nem sempre! Mas compensa."},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Retalhos.png\" height=\"480\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22764661_sGLp0.png\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<blockquote><p><\/p>\n<p>\u201cLivros, procuravam livros.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Era o segredo mais bem guardado da corte eg\u00edpcia. O Senhor das Duas Terras, um dos homens mais poderosos do momento, daria a vida (a dos outros, claro; \u00e9 sempre assim com os reis) para conseguir todos os do mundo para a sua Grande Biblioteca de Alexandria. Perseguia o sonho de uma biblioteca absoluta e perfeita, a cole\u00e7\u00e3o onde reuniria todas as obras de todos os autores desde o in\u00edcio dos tempos.\u201d<br \/>Irene Vallejo. In <em>O Infinito num Junco<\/em>. 2021. Lisboa: Bertrand Editora.<\/p>\n<p><\/p><\/blockquote>\n<p><\/p>\n<p>Vivemos, hoje, uma \u00e9poca de grandes desafios em que coexistem de forma contrastante perigos e oportunidades.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A Escola do s\u00e9culo XXI tem de conseguir responder a estes desafios, perspetivando o futuro promissor marcado pelo digital (mesmo sabendo que as debilidades s\u00e3o ainda muitas) sem, contudo, esquecer que a Escola n\u00e3o se faz sem as rela\u00e7\u00f5es humanas e as suas emo\u00e7\u00f5es, sem pr\u00e1ticas colaborativas e comunit\u00e1rias. A Escola do s\u00e9culo XXI tem, pois, de se afirmar, promovendo aprendizagens no \u00e2mbito da tomada de decis\u00f5es sustentadas, preparando os alunos para o incerto e desafiante mercado de trabalho e para uma interven\u00e7\u00e3o ativa e construtiva na sociedade. N\u00e3o sendo um papel novo para a Escola, este \u00e9, contudo, um desafio que assume novos contornos, pelo ritmo a que a realidade muda, pela imprevisibilidade de muitas das mudan\u00e7as, pela imensidade de informa\u00e7\u00e3o a que temos acesso, entre outras.\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Essa afirma\u00e7\u00e3o passa por mudan\u00e7as de organiza\u00e7\u00e3o, de metodologias, e sobretudo de mentalidades, sempre t\u00e3o dif\u00edceis de implementar. E as Bibliotecas, nomeadamente <strong>as Bibliotecas Escolares, pelos recursos que disponibilizam, pela forma\u00e7\u00e3o dos professores que as dirigem e pelas diretrizes do(s) organismo(s) que as coordena(m), podem e devem constituir um polo dinamizador de transforma\u00e7\u00f5es<\/strong>, desafio que exige respostas consistentes e informadas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Sem ficarmos ancorados em pr\u00e1ticas do passado, e mesmo do presente, n\u00e3o devemos temer, ent\u00e3o, <strong>enfrentar os inevit\u00e1veis desafios que a imprevisibilidade t\u00e3o caracter\u00edstica do mundo atual nos lan\u00e7a.<\/strong> Conseguir gerir o conhecimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico que se desenvolve a um ritmo, por vezes, assustador e a informa\u00e7\u00e3o que, diariamente, se cria \u00e0 escala global e nos confronta \u00e9 j\u00e1, e continuar\u00e1 a s\u00ea-lo, a grande preocupa\u00e7\u00e3o dos professores bibliotec\u00e1rios.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00c9, pois, bem consciente da <strong>import\u00e2ncia do trabalho colaborativo e cooperativo entre pares<\/strong> e de que as pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas entre comunidades educativas s\u00e3o sempre promotoras de crescimento profissional que, enquanto professora bibliotec\u00e1ria da Escola Secund\u00e1ria da Boa Nova \u2013 Le\u00e7a da Palmeira, procuro desenvolver a\u00e7\u00f5es enriquecedoras para a vida dos nossos jovens alunos, tentando muni-los de ferramentas que lhes desenvolvam a capacidade cr\u00edtica e interventiva, permitindo-lhes enfrentar a sociedade de hoje sempre em mudan\u00e7a. E porque acredito que juntos somos sempre mais fortes, considero que, hoje, as escolas em rede (concelhia, nacional e, porque n\u00e3o internacional), <strong>sem nunca esquecerem a import\u00e2ncia da humaniza\u00e7\u00e3o<\/strong>, podem ser uma mais-valia para responder melhor a este futuro que nos chega de rompante.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Confiando no trabalho em equipa, com o fito de promover a constru\u00e7\u00e3o integrada dos saberes (com recurso a aprendizagens ativas numa perspetiva transdisciplinar), e rentabilizando recursos, podemos refor\u00e7ar parcerias internas e externas, apresentando propostas din\u00e2micas de a\u00e7\u00f5es sobre temas da atualidade (formato palestras\/ comunidades de leitores\/ planos de a\u00e7\u00e3o &#8211; atividades pr\u00e1ticas no dom\u00ednio da educa\u00e7\u00e3o para a cidadania) que, <strong>na rota de um futuro mais auspicioso para toda a Humanidade<\/strong>, procurem encontrar solu\u00e7\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o de um mundo melhor, a\u00e7\u00f5es que ajudem os nossos alunos a serem <strong>agentes mais criativos e dotados de mais humanidade.<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Sendo uma pr\u00e1tica j\u00e1 por mim experimentada, posso assegurar que, tratando-se de um trabalho de partilha, este nos obriga <strong>a conversar, a refletir, a \u201cvermo-nos ao espelho\u201d e a querer sempre melhorar.<\/strong> <strong>Sa\u00edmos da nossa zona de conforto, criamos novos olhares, edificamos pontes, constru\u00edmos uma nova forma de ensinar, uma nova forma de fazer a escola,<\/strong> uma escola com mais educa\u00e7\u00e3o, com mais futuro e que procura, todos os dias, despertar os nossos jovens alunos para os imensos e complexos problemas que invadem o nosso planeta, levando-os a agir.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>\u00c9 f\u00e1cil? Nem sempre! Mas compensa.<\/strong> E se \u201cEm Alexandria, a fome de livros desenfreada come\u00e7ava a converter-se num surto de loucura apaixonada.\u201d (in <em>op. cit<\/em>, p. 17), estas pr\u00e1ticas podem tornar-se, tamb\u00e9m elas, numa paix\u00e3o que em nada aniquila a paix\u00e3o pelos livros que, julgo, caracteriza todos os professores bibliotec\u00e1rios.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Isabel Gomes Ferreira<br \/>Professora bibliotec\u00e1ria \u2013 Biblioteca Ant\u00f3nio Nobre<br \/>Escola Secund\u00e1ria da Boa Nova, Le\u00e7a da Palmeira<br \/>Matosinhos<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400; color: #ff0000;\"><strong>__________________________________________________________________________________________________________________<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<div><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"3.jpg\" class=\"lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item\" height=\"54\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22691350_giZ3J.jpeg\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" width=\"730\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<ol><\/p>\n<li>Qualquer semelhan\u00e7a entre o t\u00edtulo desta rubrica e a obra\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infopedia.pt\/apoio\/artigos\/$retalhos-da-vida-de-um-medico\" rel=\"noopener\">Retalhos da vida de um m\u00e9dico<\/a>, n\u00e3o \u00e9 pura coincid\u00eancia; \u00e9 uma v\u00e9nia a Fernando Namora.<\/li>\n<p><\/p>\n<li>Esta rubrica visa apresentar apontamentos breves do quotidiano dos professores bibliotec\u00e1rios, sem qualquer preocupa\u00e7\u00e3o cronol\u00f3gica, cient\u00edfica ou outra. Trata-se simplesmente da partilha informal de viv\u00eancias.<\/li>\n<p><\/p>\n<li>Se \u00e9 professor bibliotec\u00e1rio e gostaria de partilhar um \u201cretalho\u201d, poder\u00e1 faz\u00ea-lo, submetendo\u00a0<a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSc5afn6N2wiyMUUt2SeWXWWIEDXwf6wwUJafLwjDDmTA6phjw\/viewform\" rel=\"noopener\">este formul\u00e1rio<\/a>.<\/li>\n<p><\/ol>\n<p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cLivros, procuravam livros. Era o segredo mais bem guardado da corte eg\u00edpcia. O Senhor das Duas Terras, um dos homens mais poderosos do momento, daria a vida (a dos outros, claro; \u00e9 sempre assim com os reis) para conseguir todos os do mundo para a sua Grande Biblioteca de Alexandria. Perseguia o sonho de uma biblioteca absoluta e perfeita, a cole\u00e7\u00e3o onde reuniria todas as obras de todos os autores desde o in\u00edcio dos tempos.\u201dIrene Vallejo. In O Infinito num Junco. 2021. Lisboa: Bertrand Editora. Vivemos, hoje, uma \u00e9poca de grandes desafios em que coexistem de forma contrastante perigos e oportunidades. A Escola do s\u00e9culo XXI tem de conseguir responder a estes desafios, perspetivando o futuro promissor marcado pelo digital (mesmo sabendo que as debilidades s\u00e3o ainda muitas) sem, contudo, esquecer que a Escola n\u00e3o se faz sem as rela\u00e7\u00f5es humanas e as suas emo\u00e7\u00f5es, sem pr\u00e1ticas colaborativas e comunit\u00e1rias. A Escola do s\u00e9culo XXI tem, pois, de se afirmar, promovendo aprendizagens no \u00e2mbito da tomada de decis\u00f5es sustentadas, preparando os alunos para o incerto e desafiante mercado de trabalho e para uma interven\u00e7\u00e3o ativa e construtiva na sociedade. N\u00e3o sendo um papel novo para a Escola, este \u00e9, contudo, um desafio que assume novos contornos, pelo ritmo a que a realidade muda, pela imprevisibilidade de muitas das mudan\u00e7as, pela imensidade de informa\u00e7\u00e3o a que temos acesso, entre outras.\u00a0 Essa afirma\u00e7\u00e3o passa por mudan\u00e7as de organiza\u00e7\u00e3o, de metodologias, e sobretudo de mentalidades, sempre t\u00e3o dif\u00edceis de implementar. E as Bibliotecas, nomeadamente as Bibliotecas Escolares, pelos recursos que disponibilizam, pela forma\u00e7\u00e3o dos professores que as dirigem e pelas diretrizes do(s) organismo(s) que as coordena(m), podem e devem constituir um polo dinamizador de transforma\u00e7\u00f5es, desafio que exige respostas consistentes e informadas. Sem ficarmos ancorados em pr\u00e1ticas do passado, e mesmo do presente, n\u00e3o devemos temer, ent\u00e3o, enfrentar os inevit\u00e1veis desafios que a imprevisibilidade t\u00e3o caracter\u00edstica do mundo atual nos lan\u00e7a. Conseguir gerir o conhecimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico que se desenvolve a um ritmo, por vezes, assustador e a informa\u00e7\u00e3o que, diariamente, se cria \u00e0 escala global e nos confronta \u00e9 j\u00e1, e continuar\u00e1 a s\u00ea-lo, a grande preocupa\u00e7\u00e3o dos professores bibliotec\u00e1rios. \u00c9, pois, bem consciente da import\u00e2ncia do trabalho colaborativo e cooperativo entre pares e de que as pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas entre comunidades educativas s\u00e3o sempre promotoras de crescimento profissional que, enquanto professora bibliotec\u00e1ria da Escola Secund\u00e1ria da Boa Nova \u2013 Le\u00e7a da Palmeira, procuro desenvolver a\u00e7\u00f5es enriquecedoras para a vida dos nossos jovens alunos, tentando muni-los de ferramentas que lhes desenvolvam a capacidade cr\u00edtica e interventiva, permitindo-lhes enfrentar a sociedade de hoje sempre em mudan\u00e7a. E porque acredito que juntos somos sempre mais fortes, considero que, hoje, as escolas em rede (concelhia, nacional e, porque n\u00e3o internacional), sem nunca esquecerem a import\u00e2ncia da humaniza\u00e7\u00e3o, podem ser uma mais-valia para responder melhor a este futuro que nos chega de rompante. Confiando no trabalho em equipa, com o fito de promover a constru\u00e7\u00e3o integrada dos saberes (com recurso a aprendizagens ativas numa perspetiva transdisciplinar), e rentabilizando recursos, podemos refor\u00e7ar parcerias internas e externas, apresentando propostas din\u00e2micas de a\u00e7\u00f5es sobre temas da atualidade (formato palestras\/ comunidades de leitores\/ planos de a\u00e7\u00e3o &#8211; atividades pr\u00e1ticas no dom\u00ednio da educa\u00e7\u00e3o para a cidadania) que, na rota de um futuro mais auspicioso para toda a Humanidade, procurem encontrar solu\u00e7\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o de um mundo melhor, a\u00e7\u00f5es que ajudem os nossos alunos a serem agentes mais criativos e dotados de mais humanidade. Sendo uma pr\u00e1tica j\u00e1 por mim experimentada, posso assegurar que, tratando-se de um trabalho de partilha, este nos obriga a conversar, a refletir, a \u201cvermo-nos ao espelho\u201d e a querer sempre melhorar. Sa\u00edmos da nossa zona de conforto, criamos novos olhares, edificamos pontes, constru\u00edmos uma nova forma de ensinar, uma nova forma de fazer a escola, uma escola com mais educa\u00e7\u00e3o, com mais futuro e que procura, todos os dias, despertar os nossos jovens alunos para os imensos e complexos problemas que invadem o nosso planeta, levando-os a agir. \u00c9 f\u00e1cil? Nem sempre! Mas compensa. E se \u201cEm Alexandria, a fome de livros desenfreada come\u00e7ava a converter-se num surto de loucura apaixonada.\u201d (in op. cit, p. 17), estas pr\u00e1ticas podem tornar-se, tamb\u00e9m elas, numa paix\u00e3o que em nada aniquila a paix\u00e3o pelos livros que, julgo, caracteriza todos os professores bibliotec\u00e1rios. Isabel Gomes FerreiraProfessora bibliotec\u00e1ria \u2013 Biblioteca Ant\u00f3nio NobreEscola Secund\u00e1ria da Boa Nova, Le\u00e7a da PalmeiraMatosinhos __________________________________________________________________________________________________________________ Qualquer semelhan\u00e7a entre o t\u00edtulo desta rubrica e a obra\u00a0Retalhos da vida de um m\u00e9dico, n\u00e3o \u00e9 pura coincid\u00eancia; \u00e9 uma v\u00e9nia a Fernando Namora. Esta rubrica visa apresentar apontamentos breves do quotidiano dos professores bibliotec\u00e1rios, sem qualquer preocupa\u00e7\u00e3o cronol\u00f3gica, cient\u00edfica ou outra. Trata-se simplesmente da partilha informal de viv\u00eancias. Se \u00e9 professor bibliotec\u00e1rio e gostaria de partilhar um \u201cretalho\u201d, poder\u00e1 faz\u00ea-lo, submetendo\u00a0este formul\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[163],"tags":[],"class_list":["post-2959984","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-retalhos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2959984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2959984"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2959984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3085403,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2959984\/revisions\/3085403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2959984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2959984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2959984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}