{"id":2887589,"date":"2024-10-21T09:00:00","date_gmt":"2024-10-21T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2887589.html"},"modified":"2026-05-14T09:04:44","modified_gmt":"2026-05-14T09:04:44","slug":"ligar-comunidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2887589","title":{"rendered":"Ligar comunidades"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2024-10-21 Tempo para ler.jpg\" height=\"480\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/2024-10-21 Tempo para ler.jpg?size=l\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<blockquote><p><\/p>\n<p><em>O que torna uma biblioteca o reflexo do seu propriet\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 simplesmente a escolha dos t\u00edtulos, mas a trama de associa\u00e7\u00f5es impl\u00edcitas nessa escolha. A nossa experi\u00eancia faz-se de experi\u00eancia, a nossa mem\u00f3ria de outras mem\u00f3rias. Os nossos livros decorrem de outros livros, que os mudam ou enriquecem, que lhes atribuem uma cronologia diferente da dos dicion\u00e1rios liter\u00e1rios. Ao fim de tanto tempo, sou hoje incapaz de rastear todas as liga\u00e7\u00f5es.<br \/><\/em>\u00a0Alberto Manguel (2016). A Biblioteca \u00e0 Noite. Ed. Tinta da China<\/p>\n<p><\/p><\/blockquote>\n<p><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Ligar comunidades<\/strong><\/span>\u00a0\u00e9 o mote, em 2024, para celebrar o m\u00eas das bibliotecas escolares que se comemora por esse mundo fora, dando visibilidade ao trabalho que \u00e9 desenvolvido por professores bibliotec\u00e1rios, docentes, alunos, t\u00e9cnicos, pais e encarregados de educa\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m por mediadores, escritores, criativos, entre outros.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No seio da biblioteca escolar <a title=\"desabrocham v\u00e1rias comunidades\" href=\"https:\/\/www.rbe.mec.pt\/np4\/mibe-2024-sugestoes-para-ligar-comunidades\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">desabrocham v\u00e1rias comunidades<\/a>. Evidenciamos as comunidades de leitura, os encontros de leitores, os clubes que existem nas escolas e nas suas bibliotecas. Estas pequenas, mas grandiosas, comunidades s\u00e3o basilares no gosto pela leitura e para que este seja contagioso. As pr\u00e1ticas de leituras fortalecem o pensamento cr\u00edtico e exercitam a argumenta\u00e7\u00e3o, ampliam o conhecimento do mundo e possibilitam que novas geografias e linguagens sejam descobertas. A leitura faz muito mais por n\u00f3s: agrega partilhas, perspetivas, afetos e emo\u00e7\u00f5es. <strong>Liga. Une. Integra.\u00a0 Envolve. Abra\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Homenageando as bibliotecas escolares e apelando \u00e0 import\u00e2ncia de <strong>Ligar comunidades <\/strong>partilho alguns t\u00edtulos que nos fazem pensar, em diferentes tipos de comunidades, e \u00a0sentir que somos parte de uma(s) comunidade(s).<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1.jpg\" height=\"406\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/1.jpg?size=l\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Seguem todos juntos<\/strong> \u2013 mas quem s\u00e3o todos? Uma av\u00f3 chamada Lena. Uma meia. Um jovem rapaz chamado Nico. Um beb\u00e9 chamado Louis. Um A chamado \u00c1lvaro. Uma m\u00e3e-tigre chamada Ant\u00f3nia. Uma pedra conhecida por Bettina. Um p\u00e1ssaro chamado Sophie. A planta chamada Mar. Duas fatias de pizza, a Anna e o Leo E, ainda, a Maria, a Noah, a Muriel, o Marcus, a Natza, o Hans, a Lia, o Dusty e a Maya. \u201c<em>Todos Juntos<\/em>\u201d \u00e9 uma narrativa visual, habitada por familiares e amigos que gostam de estar juntos, que t\u00eam vontade de fazer coisas em conjunto. Quando um dos elementos do grupo lan\u00e7a um desafio, todos aceitam. Porque partilham o prazer do conv\u00edvio, do contentamento de estarem juntos na praia, no teatro, na livraria, em casa \u2013 para um delicioso almo\u00e7o ou jantar \u2013 e em muitos outros s\u00edtios que est\u00e3o ainda por descobrir. O importante \u00e9 a uni\u00e3o, a conviv\u00eancia, a partilha do momento, como se houvesse um fio invis\u00edvel que os unisse e os tornasse um complemento uns dos outros. O ritmo da confraterniza\u00e7\u00e3o \u00e9 marcado por uma pergunta: \u201cOnde vamos a seguir?\u201d.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2.jpg\" class=\"\" height=\"417\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/2.jpg?size=l\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong><em>Obrigados a partir &#8211; Seis testemunhos de jovens migrantes<\/em><\/strong> \u00e9 um livro que deveria existir em todas as bibliotecas escolares, que deveria ser dado a ler e ser trampolim para conversas em torno daqueles que s\u00e3o for\u00e7ados a sair da sua comunidade, for\u00e7ados a percorrer outras geografias e abra\u00e7arem novas comunidades. Ser\u00e1 f\u00e1cil? Porque o fazem? \u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>As vozes de SOLY que veio do Senegal, da HELENA que deixou a Bol\u00edvia, do SAID que teve de fugir da S\u00edria, da RUTH que nasceu em El Salvador, da MERIEM que se foi embora de Marrocos, tal como o OSSAMA, ecoam no leitor, mesmo quando o livro termina. S\u00e3o hist\u00f3rias de vida duras. Dur\u00edssimas. Verdadeiros relatos de supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Partiram escoltados pela dor e pela solid\u00e3o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O itiner\u00e1rio longo, incerto e tortuoso.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Chegaram, onde n\u00e3o conheciam ningu\u00e9m, onde nem sempre o acolhimento e da integra\u00e7\u00e3o foi f\u00e1cil.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>M\u00faltiplos desafios a vencer: uma nova cultura, uma l\u00edngua diferente. Formas de estar e de ser muito distintas das suas origens. \u00a0Ser\u00e1 que estamos todos ligados? Ser\u00e1 que somos capazes de acolher bem? Afinal, qual o valor de uma vida?<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"3.jpg\" height=\"422\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/3.jpg?size=l\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong><em>Todos contam<\/em><\/strong> \u00e9 um livro desafiante e desafiador. Nestas p\u00e1ginas, existem v\u00e1rias vidas, as nossas, as de todos n\u00f3s, as vidas das pessoas com quem nos cruzamos frequentemente, mas tamb\u00e9m as vidas daqueles com quem nunca nos cruzaremos. \u00a0Aqui h\u00e1 encontros e desencontros.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00c0 medida que avan\u00e7amos na leitura constatamos que em <strong><em>Todos Contam<\/em><\/strong> h\u00e1 uma hist\u00f3ria, ou melhor, muitas hist\u00f3rias. Cada uma das personagens tem algo por contar e todos juntos contam novas hist\u00f3rias. Quer isso dizer que estamos todos ligados?\u00a0 Pouco a pouco, compreendemos que cada um \u00e9 \u00fanico, mas simultaneamente faz parte de um todo.\u00a0 Que todos contam! Ser\u00e1 isso uma [verdadeira] comunidade? Afinal, quantas pessoas habitam neste livro? O que fazem? Ter\u00e3o alguma coisa em comum?<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"4.jpg\" height=\"389\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/4.jpg?size=l\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>No bairro nascem comunidades: os vizinhos, os amigos da escola, os que jogam \u00e0 bola, os saltam \u00e0 corda ou andam de trotinete, mas tamb\u00e9m os amigos que v\u00e3o connosco \u00e0 biblioteca ou dar umas bra\u00e7adas na piscina.\u00a0 \u00c9 no bairro que nasce a cidadania: respeitamos e somos respeitados, aprendemos o valor da coopera\u00e7\u00e3o e entreajuda, da liberdade e igualdade, agregamos e inclu\u00edmos. Afinal, o que faz de um bairro o meu bairro? O que faz dessa localiza\u00e7\u00e3o o centro nevr\u00e1lgico de uma cidade? De uma comunidade?<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong><em>No Meu Bairro<\/em><\/strong>, de L\u00facia Vicente com ilustra\u00e7\u00f5es de Tiago M, a cidadania \u00e9 uma pr\u00e1tica que se imp\u00f5e, a inclus\u00e3o e diversidade s\u00e3o abra\u00e7adas e o respeito pela individualidade \u00e9 um princ\u00edpio a seguir.\u00a0 Neste livro conhecemos doze moradores que habitam no bairro, doze breves hist\u00f3rias de vida, escritas em rima.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<strong><em>No Meu Bairro<\/em><\/strong> habita o Dinis que deu o grito que sempre quis, aliviando o seu cora\u00e7\u00e3o, pois \u201cj\u00e1 n\u00e3o precisava de viver angustiado\u201d; Beatriz, a cigana feliz; o Jo\u00e3o, \u201cde sapatilhas penduradas, e <em>leggins<\/em> apertadas, (\u2026) n\u00e3o anda, nas rodopia e quase voa\u201d; Daniela, a feminista \u00e0 janela; o Magalh\u00e3es, o menino que tinha duas m\u00e3es; a Dandara, o Emanuel, a Esther, a Pilar, o Rodrigo, o Amir, entre outros.\u00a0 Todos diferentes. Todos moradores do bairro. Todas as pessoas que t\u00eam uma hist\u00f3ria por contar, um sonho por realizar ou o projeto por concretizar. No bairro h\u00e1bito eu, habitas tu, habitamos n\u00f3s e outros que vir\u00e3o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"5.jpg\" height=\"394\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/5.jpg?size=l\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cEste livro responde a perguntas que as crian\u00e7as nos fazem ou que nunca chegaram a sair da suas (e at\u00e9 das nossas) cabe\u00e7as: \u00abComo \u00e9 que os nossos amigos ficam nossos amigos? O que nos faz aproximar ou afastar uns dos outros?\u00bb Uma hist\u00f3ria sobre como nascem os amigos e os v\u00e1rios n\u00edveis de amizade; como se explica que haja amigos mais pr\u00f3ximos, amigos mais distantes, amigos que s\u00f3 est\u00e3o alguns dias na nossa vida e amigos que estar\u00e3o durante toda a vida, e que n\u00e3o o adivinhamos. Um texto sobre porque \u00e9 que a nossa vida \u00e9 bem melhor com eles do que sem eles. \u201c[sinopse\u00a0 da responsabilidade da editora]<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Afinal, o que nos une? Como nos aproximamos uns dos outros? Ou porque nos afastamos? Como congregamos os amigos em nosso redor?\u00a0 A amizade n\u00e3o ser\u00e1 uma comunidade?<\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Mais livros que nos falam de outras comunidades<\/strong>:<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"6 (2).png\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/6 (2).png?size=l\" style=\"width: 199px; padding: 10px 10px;\" width=\"199\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"7 (1).jpg\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/7 (1).jpg?size=l\" style=\"width: 202px; padding: 10px 10px;\" width=\"202\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"8 (1).jpg\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/8 (1).jpg?size=l\" style=\"width: 191px; padding: 10px 10px;\" width=\"191\" \/><span><\/span><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"9.jpg\" class=\"editing\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/9.jpg?size=l\" style=\"width: 204px; padding: 10px 10px;\" width=\"204\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"10 (1).jpg\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/10 (1).jpg?size=l\" style=\"width: 273px; padding: 10px 10px;\" width=\"273\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"11 (1).jpg\" height=\"300\" src=\"https:\/\/blogs.sl.pt\/cloud\/thumb\/1a44a2c597da688a0ed21ef60e7bdccc\/bibliotecasescolares\/2024\/11 (1).jpg?size=l\" style=\"width: 191px; padding: 10px 10px;\" width=\"191\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>______________________________________________________<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>* J\u00falia Martins<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Acredita no poder da leitura. Dar a ler \u00e9 um desafio que gosta de abra\u00e7ar. \u00c9 leitora e frequenta, de forma ass\u00eddua, Clubes de Leitura. <a title=\"Saiba mais\" href=\"https:\/\/www.rbe.mec.pt\/np4\/VL-oradores-julia-martins.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Saiba mais<\/a><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\ud83d\udcf7Imagem criada em <a href=\"https:\/\/www.canva.com\/\">https:\/\/www.canva.com\/<\/a><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>______________________________________________________<\/strong><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Leia outros artigos da s\u00e9rie<\/strong><strong><span><br \/><a href=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/tag\/tempo+para+ler\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem23.png\" class=\"lazyload-item lazyload-item lazyload-item lazyload-item\" height=\"67\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630975_LsyUu.png\" width=\"348\" \/><\/a><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que torna uma biblioteca o reflexo do seu propriet\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 simplesmente a escolha dos t\u00edtulos, mas a trama de associa\u00e7\u00f5es impl\u00edcitas nessa escolha. A nossa experi\u00eancia faz-se de experi\u00eancia, a nossa mem\u00f3ria de outras mem\u00f3rias. Os nossos livros decorrem de outros livros, que os mudam ou enriquecem, que lhes atribuem uma cronologia diferente da dos dicion\u00e1rios liter\u00e1rios. Ao fim de tanto tempo, sou hoje incapaz de rastear todas as liga\u00e7\u00f5es.\u00a0Alberto Manguel (2016). A Biblioteca \u00e0 Noite. Ed. Tinta da China \u00a0 Ligar comunidades\u00a0\u00e9 o mote, em 2024, para celebrar o m\u00eas das bibliotecas escolares que se comemora por esse mundo fora, dando visibilidade ao trabalho que \u00e9 desenvolvido por professores bibliotec\u00e1rios, docentes, alunos, t\u00e9cnicos, pais e encarregados de educa\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m por mediadores, escritores, criativos, entre outros. No seio da biblioteca escolar desabrocham v\u00e1rias comunidades. Evidenciamos as comunidades de leitura, os encontros de leitores, os clubes que existem nas escolas e nas suas bibliotecas. Estas pequenas, mas grandiosas, comunidades s\u00e3o basilares no gosto pela leitura e para que este seja contagioso. As pr\u00e1ticas de leituras fortalecem o pensamento cr\u00edtico e exercitam a argumenta\u00e7\u00e3o, ampliam o conhecimento do mundo e possibilitam que novas geografias e linguagens sejam descobertas. A leitura faz muito mais por n\u00f3s: agrega partilhas, perspetivas, afetos e emo\u00e7\u00f5es. Liga. Une. Integra.\u00a0 Envolve. Abra\u00e7a. Homenageando as bibliotecas escolares e apelando \u00e0 import\u00e2ncia de Ligar comunidades partilho alguns t\u00edtulos que nos fazem pensar, em diferentes tipos de comunidades, e \u00a0sentir que somos parte de uma(s) comunidade(s). Seguem todos juntos \u2013 mas quem s\u00e3o todos? Uma av\u00f3 chamada Lena. Uma meia. Um jovem rapaz chamado Nico. Um beb\u00e9 chamado Louis. Um A chamado \u00c1lvaro. Uma m\u00e3e-tigre chamada Ant\u00f3nia. Uma pedra conhecida por Bettina. Um p\u00e1ssaro chamado Sophie. A planta chamada Mar. Duas fatias de pizza, a Anna e o Leo E, ainda, a Maria, a Noah, a Muriel, o Marcus, a Natza, o Hans, a Lia, o Dusty e a Maya. \u201cTodos Juntos\u201d \u00e9 uma narrativa visual, habitada por familiares e amigos que gostam de estar juntos, que t\u00eam vontade de fazer coisas em conjunto. Quando um dos elementos do grupo lan\u00e7a um desafio, todos aceitam. Porque partilham o prazer do conv\u00edvio, do contentamento de estarem juntos na praia, no teatro, na livraria, em casa \u2013 para um delicioso almo\u00e7o ou jantar \u2013 e em muitos outros s\u00edtios que est\u00e3o ainda por descobrir. O importante \u00e9 a uni\u00e3o, a conviv\u00eancia, a partilha do momento, como se houvesse um fio invis\u00edvel que os unisse e os tornasse um complemento uns dos outros. O ritmo da confraterniza\u00e7\u00e3o \u00e9 marcado por uma pergunta: \u201cOnde vamos a seguir?\u201d. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Obrigados a partir &#8211; Seis testemunhos de jovens migrantes \u00e9 um livro que deveria existir em todas as bibliotecas escolares, que deveria ser dado a ler e ser trampolim para conversas em torno daqueles que s\u00e3o for\u00e7ados a sair da sua comunidade, for\u00e7ados a percorrer outras geografias e abra\u00e7arem novas comunidades. Ser\u00e1 f\u00e1cil? Porque o fazem? \u00a0 As vozes de SOLY que veio do Senegal, da HELENA que deixou a Bol\u00edvia, do SAID que teve de fugir da S\u00edria, da RUTH que nasceu em El Salvador, da MERIEM que se foi embora de Marrocos, tal como o OSSAMA, ecoam no leitor, mesmo quando o livro termina. S\u00e3o hist\u00f3rias de vida duras. Dur\u00edssimas. Verdadeiros relatos de supera\u00e7\u00e3o. Partiram escoltados pela dor e pela solid\u00e3o. O itiner\u00e1rio longo, incerto e tortuoso. Chegaram, onde n\u00e3o conheciam ningu\u00e9m, onde nem sempre o acolhimento e da integra\u00e7\u00e3o foi f\u00e1cil. M\u00faltiplos desafios a vencer: uma nova cultura, uma l\u00edngua diferente. Formas de estar e de ser muito distintas das suas origens. \u00a0Ser\u00e1 que estamos todos ligados? Ser\u00e1 que somos capazes de acolher bem? Afinal, qual o valor de uma vida? ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Todos contam \u00e9 um livro desafiante e desafiador. Nestas p\u00e1ginas, existem v\u00e1rias vidas, as nossas, as de todos n\u00f3s, as vidas das pessoas com quem nos cruzamos frequentemente, mas tamb\u00e9m as vidas daqueles com quem nunca nos cruzaremos. \u00a0Aqui h\u00e1 encontros e desencontros. \u00c0 medida que avan\u00e7amos na leitura constatamos que em Todos Contam h\u00e1 uma hist\u00f3ria, ou melhor, muitas hist\u00f3rias. Cada uma das personagens tem algo por contar e todos juntos contam novas hist\u00f3rias. Quer isso dizer que estamos todos ligados?\u00a0 Pouco a pouco, compreendemos que cada um \u00e9 \u00fanico, mas simultaneamente faz parte de um todo.\u00a0 Que todos contam! Ser\u00e1 isso uma [verdadeira] comunidade? Afinal, quantas pessoas habitam neste livro? O que fazem? Ter\u00e3o alguma coisa em comum? ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ No bairro nascem comunidades: os vizinhos, os amigos da escola, os que jogam \u00e0 bola, os saltam \u00e0 corda ou andam de trotinete, mas tamb\u00e9m os amigos que v\u00e3o connosco \u00e0 biblioteca ou dar umas bra\u00e7adas na piscina.\u00a0 \u00c9 no bairro que nasce a cidadania: respeitamos e somos respeitados, aprendemos o valor da coopera\u00e7\u00e3o e entreajuda, da liberdade e igualdade, agregamos e inclu\u00edmos. Afinal, o que faz de um bairro o meu bairro? O que faz dessa localiza\u00e7\u00e3o o centro nevr\u00e1lgico de uma cidade? De uma comunidade? No Meu Bairro, de L\u00facia Vicente com ilustra\u00e7\u00f5es de Tiago M, a cidadania \u00e9 uma pr\u00e1tica que se imp\u00f5e, a inclus\u00e3o e diversidade s\u00e3o abra\u00e7adas e o respeito pela individualidade \u00e9 um princ\u00edpio a seguir.\u00a0 Neste livro conhecemos doze moradores que habitam no bairro, doze breves hist\u00f3rias de vida, escritas em rima. \u00a0No Meu Bairro habita o Dinis que deu o grito que sempre quis, aliviando o seu cora\u00e7\u00e3o, pois \u201cj\u00e1 n\u00e3o precisava de viver angustiado\u201d; Beatriz, a cigana feliz; o Jo\u00e3o, \u201cde sapatilhas penduradas, e leggins apertadas, (\u2026) n\u00e3o anda, nas rodopia e quase voa\u201d; Daniela, a feminista \u00e0 janela; o Magalh\u00e3es, o menino que tinha duas m\u00e3es; a Dandara, o Emanuel, a Esther, a Pilar, o Rodrigo, o Amir, entre outros.\u00a0 Todos diferentes. Todos moradores do bairro. Todas as pessoas que t\u00eam uma hist\u00f3ria por contar, um sonho por realizar ou o projeto por concretizar. No bairro h\u00e1bito eu, habitas tu, habitamos n\u00f3s e outros que vir\u00e3o. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ \u201cEste livro responde a perguntas que as crian\u00e7as nos fazem ou que nunca chegaram a sair da suas (e at\u00e9 das nossas) cabe\u00e7as: \u00abComo \u00e9 que os nossos amigos ficam nossos amigos? O que nos faz aproximar ou afastar uns dos outros?\u00bb Uma hist\u00f3ria sobre como nascem os amigos e os v\u00e1rios n\u00edveis de amizade; como se explica que haja amigos mais pr\u00f3ximos, amigos mais distantes, amigos que s\u00f3 est\u00e3o alguns dias na nossa vida e amigos que estar\u00e3o durante toda a vida, e que n\u00e3o o adivinhamos. Um texto sobre porque \u00e9 que a nossa vida \u00e9 bem melhor com eles do que sem eles. \u201c[sinopse\u00a0 da responsabilidade da editora] Afinal, o que nos une? Como nos aproximamos uns dos outros? Ou porque nos afastamos? Como congregamos os amigos em nosso redor?\u00a0 A amizade n\u00e3o ser\u00e1 uma comunidade? Mais livros que nos falam de outras comunidades: ______________________________________________________ * J\u00falia Martins Acredita no poder da leitura. Dar a ler \u00e9 um desafio que gosta de abra\u00e7ar. \u00c9 leitora e frequenta, de forma ass\u00eddua, Clubes de Leitura. Saiba mais \ud83d\udcf7Imagem criada em https:\/\/www.canva.com\/ ______________________________________________________ Leia outros artigos da s\u00e9rie<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[140,169],"tags":[],"class_list":["post-2887589","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros","category-tempo-para-ler"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2887589","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2887589"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2887589\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3085565,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2887589\/revisions\/3085565"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2887589"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2887589"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2887589"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}