{"id":2832961,"date":"2024-04-23T09:00:00","date_gmt":"2024-04-23T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2832961.html"},"modified":"2026-05-13T13:45:03","modified_gmt":"2026-05-13T13:45:03","slug":"dia-mundial-do-livro-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2832961","title":{"rendered":"Dia Mundial do Livro"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2024-04-23.jpg\" height=\"480\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630939_UiHHh.jpeg\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<blockquote><p><\/p>\n<p>\u201cQuanto a mim, muito me agrada a ideia de tratar o h\u00e1bito da leitura de livros como um dever moral e fraterno, face ao pr\u00f3ximo\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Olga Tokarczuk, <strong>Viagens<\/strong><\/p>\n<p><\/p><\/blockquote>\n<p><\/p>\n<blockquote><p><\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 livros pelos quais deslizamos ao de leve, esquecendo-nos das p\u00e1ginas, \u00e0 medida que as vamos passando; h\u00e1 outros que lemos com rever\u00eancia, sem nos atrevermos a concordar com eles ou a discordar deles; outros, ainda, que, porque os am\u00e1mos tanto e durante tanto tempo, somos capazes de recitar palavra a palavra, dado que os sabemos de cor \u2013 sabemo-los com o cora\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Alberto Manguel,<strong> Um Di\u00e1rio de Leituras<\/strong><\/p>\n<p><\/p><\/blockquote>\n<p><\/p>\n<p>Na 28.\u00aa Confer\u00eancia Geral da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (UNESCO), em 1995, foi proclamado que o dia 23 de abril seria o <strong><em>Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p>A UNESCO instituiu o <a href=\"https:\/\/www.unesco.org\/en\/days\/world-book-and-copyright\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dia Mundial do Livro<\/a> em 1995. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial, uma vez que foi a 23 de abril de 1616 que Miguel Cervantes faleceu, no mesmo dia de 1899, nasceu Vladimir Nabokov e \u00e9 neste dia que \u00e9 celebrado o nascimento de William Shakespeare, que tamb\u00e9m se acredita ser a data do seu falecimento.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A diretora-geral Audrey Azoulay, da UNESCO, anunciou a nomea\u00e7\u00e3o de Estrasburgo, Fran\u00e7a, como Capital Mundial do Livro em 2024, sucedendo assim \u00e0 capital de Gana, Acra (2023), e \u00e0 mexicana Guadalajara (2022), afirmando que &#8220;em tempos de incerteza&#8221;, os livros funcionam como &#8220;ref\u00fagio e fonte de sonhos&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No ano em que se assinalam os 500 anos do nascimento de Cam\u00f5es, a Dire\u00e7\u00e3o-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas homenageia o poeta atrav\u00e9s do seu <a href=\"http:\/\/livro.dglab.gov.pt\/sites\/DGLB\/Portugues\/noticiasEventos\/Paginas\/DML2024.aspx\">cartaz comemorativo do Dia Mundial do Livro<\/a> 2024.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Celebrar este dia \u00e9 incentivar a promo\u00e7\u00e3o do livro e da leitura, difundir a import\u00e2ncia da literatura como um pilar essencial na edu\u00e7\u00e3o e na cultura dos povos. \u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Neste dia visite livrarias, bibliotecas escolares e municipais, partilhe leituras, ofere\u00e7a livros, divulgue os livros de que mais gosta e comece a ler um novo livro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Para celebrar o <strong><em>Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor <\/em><\/strong>deixamos-lhe algumas sugest\u00f5es:<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem1.jpg\" class=\"\" height=\"410\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630942_qAkLh.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>A biblioteca de Manguel \u00e9 privada, intimista e humanista. Um espa\u00e7o povoado por \u201ccriaturas espantosas\u201d, de \u201csil\u00eancio mediativo\u201d, de solid\u00e3o e de m\u00faltiplas palavras que s\u00e3o \u201co guia que nos indica o que \u00e9 a trai\u00e7\u00e3o e o que \u00e9 a verdade\u201d, de leituras apaixonadas e on\u00edricas. Homero, Cal\u00edmaco, Plat\u00e3o, Dante, Shakespeare, Kafka, Gabriel Garcia Marques, Borges e muitos outros continuam vivos nas estantes da biblioteca. Como num jardim, esta \u00e9 um lugar de achados e encontros, de amores e desamores, um mundo colorido e habitado por fantasia e realidade, pelo caos e pela ordem, pelo devir e pela transforma\u00e7\u00e3o na busca incessante da identidade. Assim compreendemos melhor Manguel quando nos confessa que \u201c<em>a minha biblioteca explicava quem eu era, me conferia um eu sempre em mudan\u00e7a, que se transformava constantemente ao longo dos anos<\/em> \u201c.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ao embalar os 35 mil livros, o bibli\u00f3grafo argentino reflete sobre a sua rela\u00e7\u00e3o com os escritores, a literatura e os livros. Destes momentos chegam at\u00e9 n\u00f3s dez divaga\u00e7\u00f5es, por onde passam bibliotecas p\u00fablicas, escolares, virtuais ou as \u201c<em>dez bibliotecas famosas<\/em>\u201d, acontecimentos hist\u00f3ricos catastr\u00f3ficos, mem\u00f3rias ou simplesmente pequenas anota\u00e7\u00f5es ou lembretes, inscritas na biblioteca ou na margem de um livro tais como \u201c<em>Lemos para fazer perguntas<\/em>\u201d ou \u201c<em>N\u00e3o emprestes nem pe\u00e7as emprestadas<\/em> \u201c.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem2.jpg\" height=\"387\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630943_bcIsA.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span>\u201c<\/span><span>Depois, o lenhador corta a \u00e1rvore e leva-a para a f\u00e1brica, onde \u00e9 cozinhada a pasta de papel. Mas quem inventou o papel? De onde veio? Do Egipto ao Jap\u00e3o, do Norte de \u00c1frica \u00e0 Europa, nesta aventura damos a volta ao mundo e percorremos milhares e milhares de anos. Segredo durante muito tempo guardado a sete chaves, o papel \u00e9 hoje usado em cadernos, jornais, notas, sacos&#8230; e neste livro! Um \u00e1lbum minimalista e divertido para os mais pequenos descobrirem os segredos de uma folha de papel.<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p><span>Selecionado pr\u00e9mio BIG 2023 | Bienal de Ilustra\u00e7\u00e3o de Guimar\u00e3es \u201c<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem3.jpg\" height=\"446\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630944_8Yp81.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cEste \u00e9 um livro sobre a hist\u00f3ria dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que invent\u00e1mos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espa\u00e7o. \u00c9 o relato do seu nascimento, da sua evolu\u00e7\u00e3o e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 s\u00e9culos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de \u00e1rvore, de pl\u00e1stico e, agora, de pl\u00e1stico e luz.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erup\u00e7\u00e3o do Ves\u00favio, nos pal\u00e1cios de Cle\u00f3patra, na cena do homic\u00eddio de Hip\u00e1tia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterr\u00e2neo em Oxford no ano 2000.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Este livro \u00e9 tamb\u00e9m uma hist\u00f3ria \u00edntima entrela\u00e7ada com evoca\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias, experi\u00eancias pessoais e hist\u00f3rias antigas que nunca perdem a relev\u00e2ncia: Her\u00f3doto e os factos alternativos, Arist\u00f3fanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito L\u00edvio e o fen\u00f3meno dos f\u00e3s, Sulp\u00edcia e a voz liter\u00e1ria de mulheres.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Mas acima de tudo, \u00e9 uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro poss\u00edvel e o ajudaram a transformar-se e evoluir \u2013 contadores de hist\u00f3rias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, s\u00e1bios, espi\u00f5es, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00c9 com flu\u00eancia, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as perip\u00e9cias deste objeto inveros\u00edmil que mant\u00e9m vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao faz\u00ea-lo, conta tamb\u00e9m a nossa hist\u00f3ria de leitores \u00e1vidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem4.jpg\" class=\"\" height=\"415\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630945_m749l.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cNa biblioteca do fara\u00f3 Rams\u00e9s II estava escrito por cima da porta de entrada: \u00abCasa para terapia da alma\u00bb. \u00c9 o mais antigo mote bibliotec\u00e1rio. De facto, os livros completam-nos e oferecem-nos m\u00faltiplas vidas. S\u00e3o seres pacientes e generosos. Im\u00f3veis nas suas prateleiras, com uma espantosa resigna\u00e7\u00e3o, podem esperar d\u00e9cadas ou s\u00e9culos por um leitor.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Somos hist\u00f3rias, e os livros s\u00e3o uma das nossas vozes poss\u00edveis (um leitor \u00e9, mal abre um livro, um autor: ler \u00e9 uma maneira de nos escrevermos).<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Nesta deliciosa colheita de relatos hist\u00f3ricos e curiosidades liter\u00e1rias, de reflex\u00f5es e mem\u00f3rias pessoais, Afonso Cruz dialoga com v\u00e1rias obras, outros tantos escritores e todos os leitores.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Este \u00e9, evidentemente, um livro para quem tem o v\u00edcio dos livros.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem5.jpg\" class=\"\" height=\"384\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630946_5Mq2A.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cO Henrique adorava livros. Mas n\u00e3o exatamente como n\u00f3s adoramos livros\u2026Um dia, assim por acaso, o Henrique descobre esta estranha paix\u00e3o, que se transforma numa mania constante e deliciosa! E eis a parte melhor: quanto mais livros devora, mais esperto fica. O Henrique sonha tornar-se a pessoa mais esperta do mundo. At\u00e9 que um dia as coisas come\u00e7am a correr mal\u2026 \u201c<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem6.png\" height=\"409\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630948_6BAdW.png\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201c\u00ab- Romano, quero abrir uma livraria na minha aldeia.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0&#8211; Quantos habitantes tem?<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; 170.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, 170 000 a dividir por\u2026<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o s\u00e3o 170 000, s\u00e3o 170.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; \u00c9s louca.\u00bb<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Um crowdfounding em 2019 permitiu \u00e0 poeta Alba Donati deixar o seu trabalho numa das maiores editoras italianas e trocar Floren\u00e7a pela sua aldeia natal, Lucignana. Um inc\u00eandio e uma pandemia n\u00e3o foram suficientes para enterrar o sonho; pelo contr\u00e1rio, uma vez inaugurada esta pequena cabana nas montanhas, repleta de del\u00edcias liter\u00e1rias (incluindo meias e ch\u00e1s!), os amantes da leitura, de todos os tipos e proveni\u00eancias, juntaram-se para a manter viva \u2013 e pr\u00f3spera! Visitada por escolas, turistas, peregrinos, destino de um festival liter\u00e1rio e dos mais diversos eventos, a livraria na colina, um pequeno espa\u00e7o cheio de grandes sonhos, tornou-se um destino global para leitores \u00e1vidos, curiosos\u2026 e at\u00e9 principiantes. \u201c<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem16.jpg\" class=\"editing\" height=\"312\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630953_46mLw.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cUma menina atravessa um mar de palavras para chegar a casa de um menino. Ela convida-o para acompanh\u00e1-la numa aventura pelo mundo das hist\u00f3rias onde, com um pouco de imagina\u00e7\u00e3o, tudo pode acontecer.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><em>A Menina dos Livros<\/em> \u00e9 uma hist\u00f3ria com fant\u00e1sticas ilustra\u00e7\u00f5es, vencedora do prestigiado pr\u00e9mio Bologna Ragazzi de 2017.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u201cH\u00e1 livros capazes de mudar uma vida para sempre\u2026<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem1.png\" class=\"\" height=\"431\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22633298_KsZqo.png\" style=\"float: left;width: 300px;padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Mukesh leva uma vida pacata num sub\u00farbio de Londres e tenta manter as rotinas estabelecidas pela sua mulher, Naina, que faleceu recentemente. Vai \u00e0s compras todas as quartas-feiras, frequenta o templo hindu e tenta convencer as tr\u00eas filhas de que \u00e9 perfeitamente capaz de organizar a sua vida sozinho.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Aleisha \u00e9 uma adolescente que trabalha na biblioteca local durante o ver\u00e3o e que, curiosamente, n\u00e3o gosta de ler. At\u00e9 que encontra um papel amachucado dentro de um exemplar de Mataram a Cotovia com uma lista de livros dos quais nunca ouvira falar. Intrigada, e um pouco entediada com o seu trabalho, decide come\u00e7ar a ler os livros a\u00ed sugeridos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Quando Mukesh vai \u00e0 biblioteca para devolver um dos livros de Naina e pedir outras sugest\u00f5es de leitura, numa tentativa de criar la\u00e7os com a neta, Aleisha recomenda-lhe os t\u00edtulos da lista. \u00c9 assim que, livro a livro, v\u00e3o descobrindo a magia da leitura e encontrando novos significados para as suas vidas. E \u00e9 atrav\u00e9s destas leituras partilhadas que Aleisha e Mukesh encontram a for\u00e7a necess\u00e1ria para lidar com os desgostos e problemas do dia a dia e reencontram a alegria de viver. Uma hist\u00f3ria sobre amizade, amor e o poder que os livros t\u00eam de mudar a vida de quem os l\u00ea. \u201c<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem8.jpg\" height=\"305\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630962_clHgR.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cIsto \u00e9 um Livro. Faz o que ele te diz e v\u00ea o que acontece.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Um livro recomendado para a educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-escolar, destinado a leitura em voz alta.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00c9 um jogo, \u00e9 magia\u2026\u00e9 um livro! Basta fazer o que ele te pede e as coisas v\u00e3o acontecendo na p\u00e1gina seguinte. Altamente interativo, este livro pede a participa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as\u2026 e elas adoram!<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ao virar de cada p\u00e1gina somos levados numa viagem que promove outras aprendizagens, como as cores, o contar, distinguir o lado esquerdo do direito, estimula a aten\u00e7\u00e3o e a criatividade e ainda ajuda no desenvolvimento de capacidades psicomotoras.&#8221;<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem9.png\" height=\"440\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630963_KeOQd.png\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cMuito da imagem associada \u00e0s livrarias, aos livreiros e aos livros \u00e9 t\u00e3o romanesco como o que vai dentro deles. Existem, sim, o lado inici\u00e1tico, o cen\u00e1rio algo apocal\u00edptico e o papel do livreiro como guardi\u00e3o da cultura e de preciosidades esquecidas. Todavia, apesar desta ret\u00f3rica da resist\u00eancia, h\u00e1 fen\u00f3menos recentes estimulantes, como a venda na internet ou as aldeias de livreiros, e ainda existem livrarias que respiram \u00e0 vontade. Este \u00e9 um livro sobre a hist\u00f3ria e a vida dos livreiros e das livrarias que ter\u00e1 certamente algumas historietas rocambolescas, mas que se guia pelo olhar da normalidade. Fala da diversidade da oferta atual, de bibli\u00f3filos, bibliotecas, leil\u00f5es e livrarias independentes. Fala de esperan\u00e7a, porque enquanto houver livros, haver\u00e1 muito mais do que leitores.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem11.jpg\" height=\"432\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630964_adc81.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00abDei-me conta de que os livros perdidos t\u00eam algo que os outros n\u00e3o possuem: deixam-nos, a n\u00f3s, n\u00e3o leitores, a possibilidade de imagin\u00e1-los, de cont\u00e1-los, de reinvent\u00e1-los.\u00bb Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai G\u00f3gol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin\u2026 Hist\u00f3rias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas s\u00e3o fracas e a esperan\u00e7a de os encontrar reduzida, mas procur\u00e1-los n\u00e3o ser\u00e1 j\u00e1 um modo de os lermos? Da Floren\u00e7a deste s\u00e9culo \u00e0 Londres regencial, da estepe russa \u00e0 Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espa\u00e7o e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando hist\u00f3rias de inf\u00e2mia, trag\u00e9dia e oportunidades (de leitura) perdidas.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem22.jpg\" height=\"447\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630967_9DVgq.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cEsta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal di\u00e1rio vienense Neue Freie Presse, de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a hist\u00f3ria de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido h\u00e1 anos em Viena como alfarrabista\/vendedor de livros ambulante, e cujo \u00fanico interesse eram os livros que comprava e vendia a universit\u00e1rios e acad\u00e9micos de Viena.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Esta hist\u00f3ria constitui, espantosamente, a antecipa\u00e7\u00e3o em mais de uma d\u00e9cada do definhamento do pr\u00f3prio autor: a met\u00e1fora de um escritor, \u00abcidad\u00e3o europeu\u00bb, pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o pr\u00f3prio Mendel o era, aos seus queridos livros, \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma obra liter\u00e1ria europeia com caracter\u00edsticas universais, mas que, v\u00edtima da barb\u00e1rie nacional-socialista, perde tudo, isto \u00e9 o seu pa\u00eds, a sua l\u00edngua, os seus leitores da l\u00edngua alem\u00e3 para quem escrevia e o pr\u00f3prio sentido da vida.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem12.png\" class=\"\" height=\"453\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630970_ec6Z5.png\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u201cQuando a morte nos conta uma hist\u00f3ria temos todo o interesse em escut\u00e1-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasi\u00e3o da segunda guerra mundial, onde ela tem uma fun\u00e7\u00e3o muito ativa na recolha de almas v\u00edtimas do conflito. E \u00e9 por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para ado\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irm\u00e3o. Foi a\u00ed que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonar\u00e1 e que a ajudar\u00e3o a superar as dificuldades da vida, dando um sentido \u00e0 sua exist\u00eancia. Quando o roubou, ainda n\u00e3o sabia ler, ser\u00e1 com a ajuda do seu pai, um perfeito int\u00e9rprete de acorde\u00e3o que passar\u00e1 a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuar\u00e1 a dedicar-se \u00e0 pr\u00e1tica de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que ir\u00e1 sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e po\u00e9tico, atraindo a aten\u00e7\u00e3o de quem a l\u00ea para cada frase, cada sentido, cada palavra.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem13.png\" height=\"345\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630971_7DvIy.png\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cDestinado a tornar-se o livro favorito de todas as fam\u00edlias, N\u00e3o Abras Este Livro foi criado pela celebridade australiana, Andy Lee. Comediante, ator, m\u00fasico e colaborador regular de r\u00e1dio, escreveu o seu primeiro livro por ocasi\u00e3o do primeiro anivers\u00e1rio do sobrinho, George, mas assim que tentou imprimir uma c\u00f3pia, foi-lhe imediatamente proposta a publica\u00e7\u00e3o. As ilustra\u00e7\u00f5es fortes e vibrantes captam desde a primeira p\u00e1gina. <em>N\u00e3o Abras Este Livro<\/em> \u00e9 interpretado por um personagem cheio de humor, que implora aos leitores que n\u00e3o virem a p\u00e1gina. Hilariante e cativante, do in\u00edcio ao fim, para leitores de todas as idades.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem14.jpg\" height=\"429\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630972_YnVet.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cTodos os dias, ao fim da tarde, Carl carrega a mochila com uma s\u00e9rie de livros embrulhados com esmero. Fecha a porta da livraria e come\u00e7a a ronda pelos clientes habituais, a quem secretamente d\u00e1 nomes de personagens (Ol\u00e1, Mr. Darcy!). Entrega as obras porta a porta ao milion\u00e1rio recluso, \u00e0 jovem melanc\u00f3lica, \u00e0 \u00faltima freira do convento. \u00c9 assim h\u00e1 d\u00e9cadas, at\u00e9 ao dia em que uma mi\u00fada de nove anos lhe aparece no caminho\u2026 Mal se apresenta, Schascha come\u00e7a a fazer perguntas: o que leva nessa mochila? Que hist\u00f3rias s\u00e3o essas? A quem se destinam? E come\u00e7a ali uma inesperada rela\u00e7\u00e3o. Ela, \u00f3rf\u00e3 de m\u00e3e, passa os dias sozinha, aborrece-se; ele vive preso a rotinas, envelhece. Juntos descobrem, nos passeios pela pequena cidade, um novo sentido para as suas vidas e para as vidas de quem visitam. E enquanto ambos arriscam um itiner\u00e1rio diferente, o horizonte carrega-se de nuvens cada vez mais pesadas e amea\u00e7adoras.\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem15.jpg\" height=\"436\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630973_JIjgh.jpeg\" style=\"float: left; width: 300px; padding: 10px 10px;\" width=\"300\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u201cEra uma vez uma rapariga que confiava os seus segredos aos livros&#8230;<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No cora\u00e7\u00e3o de York, em Inglaterra, uma pequena livraria tornou-se o ref\u00fagio da jovem Loveday Cardew \u2014 o \u00fanico s\u00edtio em que a t\u00edmida livreira se sente segura. S\u00f3 a\u00ed pode cuidar dos livros da mesma forma que os livros cuidam de si, ensinando-a a entender os sentimentos que a inquietam: a solid\u00e3o, com Anna Kar\u00e9nina; a alegria de viver, com A Feira das Vaidades; as paix\u00f5es avassaladoras, com O Monte dos Vendavais. Depois de uma trag\u00e9dia que lhe roubou tudo, uma inf\u00e2ncia passada com uma fam\u00edlia de acolhimento e um relacionamento falhado, n\u00e3o \u00e9 de admirar que Loveday prefira os livros \u00e0s pessoas. At\u00e9 que um dia, numa paragem de autocarro, ela encontra um livro perdido. Em busca deste livro surge Nathan, um poeta que se deixa encantar pela jovem livreira mas que n\u00e3o consegue quebrar a sua barreira de gelo, a n\u00e3o ser com a ajuda de Archie, o exc\u00eantrico dono da livraria onde trabalha.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Mas \u00e9 quando os livros da sua inf\u00e2ncia come\u00e7am a aparecer misteriosamente na livraria, que Loveday ter\u00e1 de aprender a confiar nos outros, para descobrir quem ser\u00e1 a pessoa do seu passado que est\u00e1 a tentar contact\u00e1-la. Ter\u00e1 ela coragem para revelar a vida que, durante tantos anos, tentou esconder entre os livros?\u201d<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">____________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Leia outros artigos da s\u00e9rie<\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><a href=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/tag\/tempo+para+ler\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Imagem23.png\" height=\"184\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22630975_LsyUu.png\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><\/a><span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cQuanto a mim, muito me agrada a ideia de tratar o h\u00e1bito da leitura de livros como um dever moral e fraterno, face ao pr\u00f3ximo\u201d Olga Tokarczuk, Viagens \u201cH\u00e1 livros pelos quais deslizamos ao de leve, esquecendo-nos das p\u00e1ginas, \u00e0 medida que as vamos passando; h\u00e1 outros que lemos com rever\u00eancia, sem nos atrevermos a concordar com eles ou a discordar deles; outros, ainda, que, porque os am\u00e1mos tanto e durante tanto tempo, somos capazes de recitar palavra a palavra, dado que os sabemos de cor \u2013 sabemo-los com o cora\u00e7\u00e3o.\u201d Alberto Manguel, Um Di\u00e1rio de Leituras Na 28.\u00aa Confer\u00eancia Geral da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (UNESCO), em 1995, foi proclamado que o dia 23 de abril seria o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A UNESCO instituiu o Dia Mundial do Livro em 1995. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial, uma vez que foi a 23 de abril de 1616 que Miguel Cervantes faleceu, no mesmo dia de 1899, nasceu Vladimir Nabokov e \u00e9 neste dia que \u00e9 celebrado o nascimento de William Shakespeare, que tamb\u00e9m se acredita ser a data do seu falecimento. A diretora-geral Audrey Azoulay, da UNESCO, anunciou a nomea\u00e7\u00e3o de Estrasburgo, Fran\u00e7a, como Capital Mundial do Livro em 2024, sucedendo assim \u00e0 capital de Gana, Acra (2023), e \u00e0 mexicana Guadalajara (2022), afirmando que &#8220;em tempos de incerteza&#8221;, os livros funcionam como &#8220;ref\u00fagio e fonte de sonhos&#8221;. No ano em que se assinalam os 500 anos do nascimento de Cam\u00f5es, a Dire\u00e7\u00e3o-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas homenageia o poeta atrav\u00e9s do seu cartaz comemorativo do Dia Mundial do Livro 2024. Celebrar este dia \u00e9 incentivar a promo\u00e7\u00e3o do livro e da leitura, difundir a import\u00e2ncia da literatura como um pilar essencial na edu\u00e7\u00e3o e na cultura dos povos. \u00a0 Neste dia visite livrarias, bibliotecas escolares e municipais, partilhe leituras, ofere\u00e7a livros, divulgue os livros de que mais gosta e comece a ler um novo livro. Para celebrar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor deixamos-lhe algumas sugest\u00f5es: A biblioteca de Manguel \u00e9 privada, intimista e humanista. Um espa\u00e7o povoado por \u201ccriaturas espantosas\u201d, de \u201csil\u00eancio mediativo\u201d, de solid\u00e3o e de m\u00faltiplas palavras que s\u00e3o \u201co guia que nos indica o que \u00e9 a trai\u00e7\u00e3o e o que \u00e9 a verdade\u201d, de leituras apaixonadas e on\u00edricas. Homero, Cal\u00edmaco, Plat\u00e3o, Dante, Shakespeare, Kafka, Gabriel Garcia Marques, Borges e muitos outros continuam vivos nas estantes da biblioteca. Como num jardim, esta \u00e9 um lugar de achados e encontros, de amores e desamores, um mundo colorido e habitado por fantasia e realidade, pelo caos e pela ordem, pelo devir e pela transforma\u00e7\u00e3o na busca incessante da identidade. Assim compreendemos melhor Manguel quando nos confessa que \u201ca minha biblioteca explicava quem eu era, me conferia um eu sempre em mudan\u00e7a, que se transformava constantemente ao longo dos anos \u201c. Ao embalar os 35 mil livros, o bibli\u00f3grafo argentino reflete sobre a sua rela\u00e7\u00e3o com os escritores, a literatura e os livros. Destes momentos chegam at\u00e9 n\u00f3s dez divaga\u00e7\u00f5es, por onde passam bibliotecas p\u00fablicas, escolares, virtuais ou as \u201cdez bibliotecas famosas\u201d, acontecimentos hist\u00f3ricos catastr\u00f3ficos, mem\u00f3rias ou simplesmente pequenas anota\u00e7\u00f5es ou lembretes, inscritas na biblioteca ou na margem de um livro tais como \u201cLemos para fazer perguntas\u201d ou \u201cN\u00e3o emprestes nem pe\u00e7as emprestadas \u201c. ____________________________________________________________________________________ \u201cDepois, o lenhador corta a \u00e1rvore e leva-a para a f\u00e1brica, onde \u00e9 cozinhada a pasta de papel. Mas quem inventou o papel? De onde veio? Do Egipto ao Jap\u00e3o, do Norte de \u00c1frica \u00e0 Europa, nesta aventura damos a volta ao mundo e percorremos milhares e milhares de anos. Segredo durante muito tempo guardado a sete chaves, o papel \u00e9 hoje usado em cadernos, jornais, notas, sacos&#8230; e neste livro! Um \u00e1lbum minimalista e divertido para os mais pequenos descobrirem os segredos de uma folha de papel. Selecionado pr\u00e9mio BIG 2023 | Bienal de Ilustra\u00e7\u00e3o de Guimar\u00e3es \u201c \u00a0 \u00a0 ____________________________________________________________________________________ \u201cEste \u00e9 um livro sobre a hist\u00f3ria dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que invent\u00e1mos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espa\u00e7o. \u00c9 o relato do seu nascimento, da sua evolu\u00e7\u00e3o e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 s\u00e9culos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de \u00e1rvore, de pl\u00e1stico e, agora, de pl\u00e1stico e luz. \u00c9 tamb\u00e9m um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erup\u00e7\u00e3o do Ves\u00favio, nos pal\u00e1cios de Cle\u00f3patra, na cena do homic\u00eddio de Hip\u00e1tia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterr\u00e2neo em Oxford no ano 2000. Este livro \u00e9 tamb\u00e9m uma hist\u00f3ria \u00edntima entrela\u00e7ada com evoca\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias, experi\u00eancias pessoais e hist\u00f3rias antigas que nunca perdem a relev\u00e2ncia: Her\u00f3doto e os factos alternativos, Arist\u00f3fanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito L\u00edvio e o fen\u00f3meno dos f\u00e3s, Sulp\u00edcia e a voz liter\u00e1ria de mulheres. Mas acima de tudo, \u00e9 uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro poss\u00edvel e o ajudaram a transformar-se e evoluir \u2013 contadores de hist\u00f3rias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, s\u00e1bios, espi\u00f5es, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros. \u00c9 com flu\u00eancia, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as perip\u00e9cias deste objeto inveros\u00edmil que mant\u00e9m vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao faz\u00ea-lo, conta tamb\u00e9m a nossa hist\u00f3ria de leitores \u00e1vidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cNa biblioteca do fara\u00f3 Rams\u00e9s II estava escrito por cima da porta de entrada: \u00abCasa para terapia da alma\u00bb. \u00c9 o mais antigo mote bibliotec\u00e1rio. De facto, os livros completam-nos e oferecem-nos m\u00faltiplas vidas. S\u00e3o seres pacientes e generosos. Im\u00f3veis nas suas prateleiras, com uma espantosa resigna\u00e7\u00e3o, podem esperar d\u00e9cadas ou s\u00e9culos por um leitor. Somos hist\u00f3rias, e os livros s\u00e3o uma das nossas vozes poss\u00edveis (um leitor \u00e9, mal abre um livro, um autor: ler \u00e9 uma maneira de nos escrevermos). Nesta deliciosa colheita de relatos hist\u00f3ricos e curiosidades liter\u00e1rias, de reflex\u00f5es e mem\u00f3rias pessoais, Afonso Cruz dialoga com v\u00e1rias obras, outros tantos escritores e todos os leitores. Este \u00e9, evidentemente, um livro para quem tem o v\u00edcio dos livros.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cO Henrique adorava livros. Mas n\u00e3o exatamente como n\u00f3s adoramos livros\u2026Um dia, assim por acaso, o Henrique descobre esta estranha paix\u00e3o, que se transforma numa mania constante e deliciosa! E eis a parte melhor: quanto mais livros devora, mais esperto fica. O Henrique sonha tornar-se a pessoa mais esperta do mundo. At\u00e9 que um dia as coisas come\u00e7am a correr mal\u2026 \u201c ____________________________________________________________________________________ \u201c\u00ab- Romano, quero abrir uma livraria na minha aldeia. \u00a0&#8211; Quantos habitantes tem? &#8211; 170. &#8211; Ent\u00e3o, 170 000 a dividir por\u2026 &#8211; N\u00e3o s\u00e3o 170 000, s\u00e3o 170. &#8211; \u00c9s louca.\u00bb Um crowdfounding em 2019 permitiu \u00e0 poeta Alba Donati deixar o seu trabalho numa das maiores editoras italianas e trocar Floren\u00e7a pela sua aldeia natal, Lucignana. Um inc\u00eandio e uma pandemia n\u00e3o foram suficientes para enterrar o sonho; pelo contr\u00e1rio, uma vez inaugurada esta pequena cabana nas montanhas, repleta de del\u00edcias liter\u00e1rias (incluindo meias e ch\u00e1s!), os amantes da leitura, de todos os tipos e proveni\u00eancias, juntaram-se para a manter viva \u2013 e pr\u00f3spera! Visitada por escolas, turistas, peregrinos, destino de um festival liter\u00e1rio e dos mais diversos eventos, a livraria na colina, um pequeno espa\u00e7o cheio de grandes sonhos, tornou-se um destino global para leitores \u00e1vidos, curiosos\u2026 e at\u00e9 principiantes. \u201c ____________________________________________________________________________________ \u201cUma menina atravessa um mar de palavras para chegar a casa de um menino. Ela convida-o para acompanh\u00e1-la numa aventura pelo mundo das hist\u00f3rias onde, com um pouco de imagina\u00e7\u00e3o, tudo pode acontecer. A Menina dos Livros \u00e9 uma hist\u00f3ria com fant\u00e1sticas ilustra\u00e7\u00f5es, vencedora do prestigiado pr\u00e9mio Bologna Ragazzi de 2017.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cH\u00e1 livros capazes de mudar uma vida para sempre\u2026 Mukesh leva uma vida pacata num sub\u00farbio de Londres e tenta manter as rotinas estabelecidas pela sua mulher, Naina, que faleceu recentemente. Vai \u00e0s compras todas as quartas-feiras, frequenta o templo hindu e tenta convencer as tr\u00eas filhas de que \u00e9 perfeitamente capaz de organizar a sua vida sozinho. Aleisha \u00e9 uma adolescente que trabalha na biblioteca local durante o ver\u00e3o e que, curiosamente, n\u00e3o gosta de ler. At\u00e9 que encontra um papel amachucado dentro de um exemplar de Mataram a Cotovia com uma lista de livros dos quais nunca ouvira falar. Intrigada, e um pouco entediada com o seu trabalho, decide come\u00e7ar a ler os livros a\u00ed sugeridos. Quando Mukesh vai \u00e0 biblioteca para devolver um dos livros de Naina e pedir outras sugest\u00f5es de leitura, numa tentativa de criar la\u00e7os com a neta, Aleisha recomenda-lhe os t\u00edtulos da lista. \u00c9 assim que, livro a livro, v\u00e3o descobrindo a magia da leitura e encontrando novos significados para as suas vidas. E \u00e9 atrav\u00e9s destas leituras partilhadas que Aleisha e Mukesh encontram a for\u00e7a necess\u00e1ria para lidar com os desgostos e problemas do dia a dia e reencontram a alegria de viver. Uma hist\u00f3ria sobre amizade, amor e o poder que os livros t\u00eam de mudar a vida de quem os l\u00ea. \u201c ____________________________________________________________________________________ \u201cIsto \u00e9 um Livro. Faz o que ele te diz e v\u00ea o que acontece. Um livro recomendado para a educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-escolar, destinado a leitura em voz alta. \u00c9 um jogo, \u00e9 magia\u2026\u00e9 um livro! Basta fazer o que ele te pede e as coisas v\u00e3o acontecendo na p\u00e1gina seguinte. Altamente interativo, este livro pede a participa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as\u2026 e elas adoram! Ao virar de cada p\u00e1gina somos levados numa viagem que promove outras aprendizagens, como as cores, o contar, distinguir o lado esquerdo do direito, estimula a aten\u00e7\u00e3o e a criatividade e ainda ajuda no desenvolvimento de capacidades psicomotoras.&#8221; ____________________________________________________________________________________ \u201cMuito da imagem associada \u00e0s livrarias, aos livreiros e aos livros \u00e9 t\u00e3o romanesco como o que vai dentro deles. Existem, sim, o lado inici\u00e1tico, o cen\u00e1rio algo apocal\u00edptico e o papel do livreiro como guardi\u00e3o da cultura e de preciosidades esquecidas. Todavia, apesar desta ret\u00f3rica da resist\u00eancia, h\u00e1 fen\u00f3menos recentes estimulantes, como a venda na internet ou as aldeias de livreiros, e ainda existem livrarias que respiram \u00e0 vontade. Este \u00e9 um livro sobre a hist\u00f3ria e a vida dos livreiros e das livrarias que ter\u00e1 certamente algumas historietas rocambolescas, mas que se guia pelo olhar da normalidade. Fala da diversidade da oferta atual, de bibli\u00f3filos, bibliotecas, leil\u00f5es e livrarias independentes. Fala de esperan\u00e7a, porque enquanto houver livros, haver\u00e1 muito mais do que leitores.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u00abDei-me conta de que os livros perdidos t\u00eam algo que os outros n\u00e3o possuem: deixam-nos, a n\u00f3s, n\u00e3o leitores, a possibilidade de imagin\u00e1-los, de cont\u00e1-los, de reinvent\u00e1-los.\u00bb Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai G\u00f3gol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin\u2026 Hist\u00f3rias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas s\u00e3o fracas e a esperan\u00e7a de os encontrar reduzida, mas procur\u00e1-los n\u00e3o ser\u00e1 j\u00e1 um modo de os lermos? Da Floren\u00e7a deste s\u00e9culo \u00e0 Londres regencial, da estepe russa \u00e0 Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espa\u00e7o e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando hist\u00f3rias de inf\u00e2mia, trag\u00e9dia e oportunidades (de leitura) perdidas.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cEsta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal di\u00e1rio vienense Neue Freie Presse, de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a hist\u00f3ria de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido h\u00e1 anos em Viena como alfarrabista\/vendedor de livros ambulante, e cujo \u00fanico interesse eram os livros que comprava e vendia a universit\u00e1rios e acad\u00e9micos de Viena. Esta hist\u00f3ria constitui, espantosamente, a antecipa\u00e7\u00e3o em mais de uma d\u00e9cada do definhamento do pr\u00f3prio autor: a met\u00e1fora de um escritor, \u00abcidad\u00e3o europeu\u00bb, pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o pr\u00f3prio Mendel o era, aos seus queridos livros, \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma obra liter\u00e1ria europeia com caracter\u00edsticas universais, mas que, v\u00edtima da barb\u00e1rie nacional-socialista, perde tudo, isto \u00e9 o seu pa\u00eds, a sua l\u00edngua, os seus leitores da l\u00edngua alem\u00e3 para quem escrevia e o pr\u00f3prio sentido da vida.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cQuando a morte nos conta uma hist\u00f3ria temos todo o interesse em escut\u00e1-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasi\u00e3o da segunda guerra mundial, onde ela tem uma fun\u00e7\u00e3o muito ativa na recolha de almas v\u00edtimas do conflito. E \u00e9 por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para ado\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irm\u00e3o. Foi a\u00ed que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonar\u00e1 e que a ajudar\u00e3o a superar as dificuldades da vida, dando um sentido \u00e0 sua exist\u00eancia. Quando o roubou, ainda n\u00e3o sabia ler, ser\u00e1 com a ajuda do seu pai, um perfeito int\u00e9rprete de acorde\u00e3o que passar\u00e1 a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuar\u00e1 a dedicar-se \u00e0 pr\u00e1tica de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que ir\u00e1 sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e po\u00e9tico, atraindo a aten\u00e7\u00e3o de quem a l\u00ea para cada frase, cada sentido, cada palavra.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cDestinado a tornar-se o livro favorito de todas as fam\u00edlias, N\u00e3o Abras Este Livro foi criado pela celebridade australiana, Andy Lee. Comediante, ator, m\u00fasico e colaborador regular de r\u00e1dio, escreveu o seu primeiro livro por ocasi\u00e3o do primeiro anivers\u00e1rio do sobrinho, George, mas assim que tentou imprimir uma c\u00f3pia, foi-lhe imediatamente proposta a publica\u00e7\u00e3o. As ilustra\u00e7\u00f5es fortes e vibrantes captam desde a primeira p\u00e1gina. N\u00e3o Abras Este Livro \u00e9 interpretado por um personagem cheio de humor, que implora aos leitores que n\u00e3o virem a p\u00e1gina. Hilariante e cativante, do in\u00edcio ao fim, para leitores de todas as idades.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cTodos os dias, ao fim da tarde, Carl carrega a mochila com uma s\u00e9rie de livros embrulhados com esmero. Fecha a porta da livraria e come\u00e7a a ronda pelos clientes habituais, a quem secretamente d\u00e1 nomes de personagens (Ol\u00e1, Mr. Darcy!). Entrega as obras porta a porta ao milion\u00e1rio recluso, \u00e0 jovem melanc\u00f3lica, \u00e0 \u00faltima freira do convento. \u00c9 assim h\u00e1 d\u00e9cadas, at\u00e9 ao dia em que uma mi\u00fada de nove anos lhe aparece no caminho\u2026 Mal se apresenta, Schascha come\u00e7a a fazer perguntas: o que leva nessa mochila? Que hist\u00f3rias s\u00e3o essas? A quem se destinam? E come\u00e7a ali uma inesperada rela\u00e7\u00e3o. Ela, \u00f3rf\u00e3 de m\u00e3e, passa os dias sozinha, aborrece-se; ele vive preso a rotinas, envelhece. Juntos descobrem, nos passeios pela pequena cidade, um novo sentido para as suas vidas e para as vidas de quem visitam. E enquanto ambos arriscam um itiner\u00e1rio diferente, o horizonte carrega-se de nuvens cada vez mais pesadas e amea\u00e7adoras.\u201d ____________________________________________________________________________________ \u201cEra uma vez uma rapariga que confiava os seus segredos aos livros&#8230; No cora\u00e7\u00e3o de York, em Inglaterra, uma pequena livraria tornou-se o ref\u00fagio da jovem Loveday Cardew \u2014 o \u00fanico s\u00edtio em que a t\u00edmida livreira se sente segura. S\u00f3 a\u00ed pode cuidar dos livros da mesma forma que os livros cuidam de si, ensinando-a a entender os sentimentos que a inquietam: a solid\u00e3o, com Anna Kar\u00e9nina; a alegria de viver, com A Feira das Vaidades; as paix\u00f5es avassaladoras, com O Monte dos Vendavais. Depois de uma trag\u00e9dia que lhe roubou tudo, uma inf\u00e2ncia passada com uma fam\u00edlia de acolhimento e um relacionamento falhado, n\u00e3o \u00e9 de admirar que Loveday prefira os livros \u00e0s pessoas. At\u00e9 que um dia, numa paragem de autocarro, ela encontra um livro perdido. Em busca deste livro surge Nathan, um poeta que se deixa encantar pela jovem livreira mas que n\u00e3o consegue quebrar a sua barreira de gelo, a n\u00e3o ser com a ajuda de Archie, o exc\u00eantrico dono da livraria onde trabalha. Mas \u00e9 quando os livros da sua inf\u00e2ncia come\u00e7am a aparecer misteriosamente na livraria, que Loveday ter\u00e1 de aprender a confiar nos outros, para descobrir quem ser\u00e1 a pessoa do seu passado que est\u00e1 a tentar contact\u00e1-la. Ter\u00e1 ela coragem para revelar a vida que, durante tantos anos, tentou esconder entre os livros?\u201d ____________________________________________________________________________________ Leia outros artigos da s\u00e9rie<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[140,169],"tags":[],"class_list":["post-2832961","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros","category-tempo-para-ler"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2832961","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2832961"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2832961\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3086074,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2832961\/revisions\/3086074"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2832961"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2832961"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2832961"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}