{"id":2784205,"date":"2023-11-09T09:00:00","date_gmt":"2023-11-09T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2784205.html"},"modified":"2026-05-13T13:57:29","modified_gmt":"2026-05-13T13:57:29","slug":"forum-rbe-2023-bibliotecas-escolares-ecos-de-liberdade-e-transformacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2784205","title":{"rendered":"F\u00f3rum RBE 2023: Bibliotecas Escolares &#8211; ecos de liberdade e transforma\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2023-11-10.png\" height=\"480\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22564200_k3wzr.png\" style=\"width: 960px; padding: 10px 10px;\" width=\"960\" \/><span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia do <strong>F\u00f3rum RBE 2023: Bibliotecas Escolares &#8211; Liberdade e transforma\u00e7\u00e3o<\/strong>, que teve lugar no dia 24 de outubro, nas instala\u00e7\u00f5es da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, ocorre refletir um pouco sobre a diversidade e a riqueza de ideias (e ideais) que foram, inevitavelmente, contagiando quem ali se encontrava. Essa riqueza e diversidade (transversalidade), essa liberdade e transforma\u00e7\u00e3o ser\u00e3o, efetivamente, as pistas certas para o caminho que as bibliotecas escolares devem (continuar a) perseguir nos dias de hoje?<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Diremos que sim, sem qualquer hesita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Como um ilustre orador confirmou, a biblioteca \u00e9 (deve ser), o cora\u00e7\u00e3o da escola. Que responsabilidade esta! \u00c9, por\u00e9m, um cora\u00e7\u00e3o especial, que pulsa livre, aberto, recetivo, pleno de recursos, \u00e1vido de partilha, di\u00e1logo e entrega.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ser crian\u00e7a ou jovem no mundo atual \u00e9, \u00e0 primeira vista, algo fascinante, repleto de maravilhas tecnol\u00f3gicas e barreiras derrubadas, muito para l\u00e1 do alcance do vis\u00edvel. Mas, como quase sempre acontece, esse fasc\u00ednio acarreta uma outra face, menos luminosa, na qual, nem tudo o que parece, \u00e9\u2026<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Como t\u00e3o bem transmitiram alguns alunos convidados para o painel de partilha de ideias (e ideais), ao serem desafiados a identificar em si mesmos uma qualidade e um defeito, a dualidade dos conceitos e o \u201cverso e o reverso\u201d s\u00e3o uma realidade constante. Duas faces da mesma moeda, dilema, uma quest\u00e3o de perspetiva\u2026<\/p>\n<p><\/p>\n<p>E a leitura, como vai? Como est\u00e1 a nossa rela\u00e7\u00e3o com a palavra escrita? Sabemos que n\u00e3o \u00e9 assunto pac\u00edfico, nem sequer consensual. Ir ou n\u00e3o ir \u00e0 biblioteca escolar, eis a quest\u00e3o\u2026 O que tem para oferecer? Como s\u00e3o olhados os utilizadores? Que imagem passam para os seus pares? A quest\u00e3o da aceita\u00e7\u00e3o tem muito peso no meio juvenil.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O ato da leitura \u00e9 solit\u00e1rio e o mundo chama-nos l\u00e1 fora. Recolhimento e ru\u00eddo n\u00e3o combinam. Em que ficamos? A contemporaneidade cont\u00e9m mais desafios do que podemos humanamente suportar. Como decidir se queremos apenas viver a nossa vida, no prazo que a natureza nos concedeu, ou se estamos tentados a experienciar mem\u00f3ria de milhares de anos, desde que h\u00e1 registo gr\u00e1fico, ou a alargar as nossas viv\u00eancias atrav\u00e9s da imagina\u00e7\u00e3o dos escritores e dos conhecimentos que nos podem transmitir?<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A leitura leva ao pensamento estruturado, estende os horizontes e facilita a compet\u00eancia escrita e a oralidade. Durante toda a nossa vida estas aptid\u00f5es s\u00e3o essenciais para o exerc\u00edcio da nossa quota de cidadania, de forma independente, distintiva e \u00fanica, contribuindo para o bem comum, a coes\u00e3o e o desenvolvimento da sociedade, precisamente o contr\u00e1rio da tend\u00eancia para a polaridade e o extremismo a que assistimos todos os dias.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Hoje, vendem-se ideias ao desbarato, porque s\u00e3o apenas opini\u00f5es pouco ou nada fundadas e fazem-se afirma\u00e7\u00f5es como se de verdades se tratasse, a um ritmo alucinante, \u00e0 beira da n\u00e1usea. At\u00e9 para os mais avisados (e aqui a idade n\u00e3o conta) \u00e9 necess\u00e1rio cautela e uma dose generosa de bom senso. Como fazer a triagem no enredado da teia (<em>web<\/em>) da sociedade da informa\u00e7\u00e3o e da comunica\u00e7\u00e3o? Como distinguir o trigo do joio?<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Cada vez mais, neste campo, a quantidade de conte\u00fados e a inefic\u00e1cia da sua regula\u00e7\u00e3o, constituem fatores que dificultam exponencialmente a procura da qualidade, do que \u00e9 fidedigno, correto, verdadeiro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os 15 minutos de fama de que falava Warhol, a que todos ter\u00edamos direito, um dia, foram completamente ultrapassados, a partir do momento em que todos podemos produzir conte\u00fados e public\u00e1-los direta e gratuitamente. Uma fama perene, sem prazo, oferecida pela globaliza\u00e7\u00e3o, sem quaisquer custos\u2026, mas os custos existem e s\u00e3o altos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A pressa e a leveza dos dias que se sucedem tendem a precipitar-nos para atitudes irrefletidas e cr\u00e9dulas, e n\u00e3o combinam com o pensamento cr\u00edtico e a capacidade anal\u00edtica que tanta falta nos faz, enquanto sociedade. A Biblioteca Escolar assume uma responsabilidade acrescida, dir\u00edamos mesmo, basilar e inclui-se no conjunto de entidades cujos valores de \u201cverdade e confian\u00e7a\u201d, validado por diversos estudos que colocam as bibliotecas e os museus em patamares iguais). Deste modo, a informa\u00e7\u00e3o que a biblioteca escolar presta \u00e9 digna de confian\u00e7a, por ser cred\u00edvel \u2013 objetiva, rigorosa e equilibrada.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Foi tocante, em particular, a criatividade de alguns momentos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Quem n\u00e3o gosta de uma boa hist\u00f3ria? E se, para al\u00e9m das palavras que escrevem a hist\u00f3ria, as personagens ganharem vida e contarem a hist\u00f3ria, emprestando o seu corpo e a sua voz, movimentando-se e encarnando seres outros, m\u00e1gicos e enigm\u00e1ticos, caricatos ou dram\u00e1ticos, alimentando o nosso imagin\u00e1rio? Os elefantes d\u00e3o boas hist\u00f3rias\u2026 e n\u00e3o se esquecem delas\u2026 por terem mem\u00f3ria de elefante!<\/p>\n<p><\/p>\n<p>E n\u00e3o \u00e9 que Arte e Ci\u00eancia, afinal, andam de m\u00e3os dadas, t\u00e3o pr\u00f3ximas como velhas amigas? \u00c9 algo comum um \u201cartista\u201d ser multifacetado, que a cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o conhece fronteiras. Um pintor que tamb\u00e9m \u00e9 escritor\u2026 Uma compositora que tamb\u00e9m \u00e9 <em>performer<\/em>\u2026 Um bailarino que tamb\u00e9m \u00e9 cantor\u2026 Uma atriz que tamb\u00e9m \u00e9 \u201cgraffiter\u201d\u2026 Mas um(a) artista cientista ou um(a) cientista artista?!&#8230; \u00a0facto mais raro, capaz de surpreender\u2026<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Um orador confirmou-nos que sim, que t\u00eam existido pessoas de grande valor que combinam estes saberes. T\u00eam de ser muito curiosas, estas pessoas extraordin\u00e1rias. Querer saber, investigar, compreender, associar, criar, inventar, elaborar. S\u00e3o pessoas tais, que n\u00e3o esperam receitas, criam-nas, novinhas, sem precisar de instru\u00e7\u00f5es. Fogem \u00e0 regra, pois ent\u00e3o! Preferem estar do lado de fora da \u201ccaixa\u201d e s\u00e3o maravilhosamente avessos a formata\u00e7\u00f5es\u2026 Talvez o termo \u201cgenial\u201d seja o que melhor as caracteriza.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Estes seres not\u00e1veis contribuem para tornar o nosso mundo muito mais interessante, rico e emocionante. At\u00e9 descobrem padr\u00f5es ocultos na natureza e desvendam mist\u00e9rios qui\u00e7\u00e1 insond\u00e1veis para a maioria\u2026<\/p>\n<p><\/p>\n<p>S\u00e3o seres livres e transformadores, capazes de nos inspirar.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Com um cora\u00e7\u00e3o do tamanho do mundo, capaz de acolher todos em igualdade de acesso e oportunidades, queremos e cremos que assim sejam as nossas bibliotecas escolares, tamb\u00e9m elas capazes de nos inspirar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na sequ\u00eancia do F\u00f3rum RBE 2023: Bibliotecas Escolares &#8211; Liberdade e transforma\u00e7\u00e3o, que teve lugar no dia 24 de outubro, nas instala\u00e7\u00f5es da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, ocorre refletir um pouco sobre a diversidade e a riqueza de ideias (e ideais) que foram, inevitavelmente, contagiando quem ali se encontrava. Essa riqueza e diversidade (transversalidade), essa liberdade e transforma\u00e7\u00e3o ser\u00e3o, efetivamente, as pistas certas para o caminho que as bibliotecas escolares devem (continuar a) perseguir nos dias de hoje? Diremos que sim, sem qualquer hesita\u00e7\u00e3o. Como um ilustre orador confirmou, a biblioteca \u00e9 (deve ser), o cora\u00e7\u00e3o da escola. Que responsabilidade esta! \u00c9, por\u00e9m, um cora\u00e7\u00e3o especial, que pulsa livre, aberto, recetivo, pleno de recursos, \u00e1vido de partilha, di\u00e1logo e entrega. Ser crian\u00e7a ou jovem no mundo atual \u00e9, \u00e0 primeira vista, algo fascinante, repleto de maravilhas tecnol\u00f3gicas e barreiras derrubadas, muito para l\u00e1 do alcance do vis\u00edvel. Mas, como quase sempre acontece, esse fasc\u00ednio acarreta uma outra face, menos luminosa, na qual, nem tudo o que parece, \u00e9\u2026 Como t\u00e3o bem transmitiram alguns alunos convidados para o painel de partilha de ideias (e ideais), ao serem desafiados a identificar em si mesmos uma qualidade e um defeito, a dualidade dos conceitos e o \u201cverso e o reverso\u201d s\u00e3o uma realidade constante. Duas faces da mesma moeda, dilema, uma quest\u00e3o de perspetiva\u2026 E a leitura, como vai? Como est\u00e1 a nossa rela\u00e7\u00e3o com a palavra escrita? Sabemos que n\u00e3o \u00e9 assunto pac\u00edfico, nem sequer consensual. Ir ou n\u00e3o ir \u00e0 biblioteca escolar, eis a quest\u00e3o\u2026 O que tem para oferecer? Como s\u00e3o olhados os utilizadores? Que imagem passam para os seus pares? A quest\u00e3o da aceita\u00e7\u00e3o tem muito peso no meio juvenil. O ato da leitura \u00e9 solit\u00e1rio e o mundo chama-nos l\u00e1 fora. Recolhimento e ru\u00eddo n\u00e3o combinam. Em que ficamos? A contemporaneidade cont\u00e9m mais desafios do que podemos humanamente suportar. Como decidir se queremos apenas viver a nossa vida, no prazo que a natureza nos concedeu, ou se estamos tentados a experienciar mem\u00f3ria de milhares de anos, desde que h\u00e1 registo gr\u00e1fico, ou a alargar as nossas viv\u00eancias atrav\u00e9s da imagina\u00e7\u00e3o dos escritores e dos conhecimentos que nos podem transmitir? A leitura leva ao pensamento estruturado, estende os horizontes e facilita a compet\u00eancia escrita e a oralidade. Durante toda a nossa vida estas aptid\u00f5es s\u00e3o essenciais para o exerc\u00edcio da nossa quota de cidadania, de forma independente, distintiva e \u00fanica, contribuindo para o bem comum, a coes\u00e3o e o desenvolvimento da sociedade, precisamente o contr\u00e1rio da tend\u00eancia para a polaridade e o extremismo a que assistimos todos os dias. Hoje, vendem-se ideias ao desbarato, porque s\u00e3o apenas opini\u00f5es pouco ou nada fundadas e fazem-se afirma\u00e7\u00f5es como se de verdades se tratasse, a um ritmo alucinante, \u00e0 beira da n\u00e1usea. At\u00e9 para os mais avisados (e aqui a idade n\u00e3o conta) \u00e9 necess\u00e1rio cautela e uma dose generosa de bom senso. Como fazer a triagem no enredado da teia (web) da sociedade da informa\u00e7\u00e3o e da comunica\u00e7\u00e3o? Como distinguir o trigo do joio? Cada vez mais, neste campo, a quantidade de conte\u00fados e a inefic\u00e1cia da sua regula\u00e7\u00e3o, constituem fatores que dificultam exponencialmente a procura da qualidade, do que \u00e9 fidedigno, correto, verdadeiro. Os 15 minutos de fama de que falava Warhol, a que todos ter\u00edamos direito, um dia, foram completamente ultrapassados, a partir do momento em que todos podemos produzir conte\u00fados e public\u00e1-los direta e gratuitamente. Uma fama perene, sem prazo, oferecida pela globaliza\u00e7\u00e3o, sem quaisquer custos\u2026, mas os custos existem e s\u00e3o altos. A pressa e a leveza dos dias que se sucedem tendem a precipitar-nos para atitudes irrefletidas e cr\u00e9dulas, e n\u00e3o combinam com o pensamento cr\u00edtico e a capacidade anal\u00edtica que tanta falta nos faz, enquanto sociedade. A Biblioteca Escolar assume uma responsabilidade acrescida, dir\u00edamos mesmo, basilar e inclui-se no conjunto de entidades cujos valores de \u201cverdade e confian\u00e7a\u201d, validado por diversos estudos que colocam as bibliotecas e os museus em patamares iguais). Deste modo, a informa\u00e7\u00e3o que a biblioteca escolar presta \u00e9 digna de confian\u00e7a, por ser cred\u00edvel \u2013 objetiva, rigorosa e equilibrada. Foi tocante, em particular, a criatividade de alguns momentos. Quem n\u00e3o gosta de uma boa hist\u00f3ria? E se, para al\u00e9m das palavras que escrevem a hist\u00f3ria, as personagens ganharem vida e contarem a hist\u00f3ria, emprestando o seu corpo e a sua voz, movimentando-se e encarnando seres outros, m\u00e1gicos e enigm\u00e1ticos, caricatos ou dram\u00e1ticos, alimentando o nosso imagin\u00e1rio? Os elefantes d\u00e3o boas hist\u00f3rias\u2026 e n\u00e3o se esquecem delas\u2026 por terem mem\u00f3ria de elefante! E n\u00e3o \u00e9 que Arte e Ci\u00eancia, afinal, andam de m\u00e3os dadas, t\u00e3o pr\u00f3ximas como velhas amigas? \u00c9 algo comum um \u201cartista\u201d ser multifacetado, que a cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o conhece fronteiras. Um pintor que tamb\u00e9m \u00e9 escritor\u2026 Uma compositora que tamb\u00e9m \u00e9 performer\u2026 Um bailarino que tamb\u00e9m \u00e9 cantor\u2026 Uma atriz que tamb\u00e9m \u00e9 \u201cgraffiter\u201d\u2026 Mas um(a) artista cientista ou um(a) cientista artista?!&#8230; \u00a0facto mais raro, capaz de surpreender\u2026 Um orador confirmou-nos que sim, que t\u00eam existido pessoas de grande valor que combinam estes saberes. T\u00eam de ser muito curiosas, estas pessoas extraordin\u00e1rias. Querer saber, investigar, compreender, associar, criar, inventar, elaborar. S\u00e3o pessoas tais, que n\u00e3o esperam receitas, criam-nas, novinhas, sem precisar de instru\u00e7\u00f5es. Fogem \u00e0 regra, pois ent\u00e3o! Preferem estar do lado de fora da \u201ccaixa\u201d e s\u00e3o maravilhosamente avessos a formata\u00e7\u00f5es\u2026 Talvez o termo \u201cgenial\u201d seja o que melhor as caracteriza. Estes seres not\u00e1veis contribuem para tornar o nosso mundo muito mais interessante, rico e emocionante. At\u00e9 descobrem padr\u00f5es ocultos na natureza e desvendam mist\u00e9rios qui\u00e7\u00e1 insond\u00e1veis para a maioria\u2026 S\u00e3o seres livres e transformadores, capazes de nos inspirar. Com um cora\u00e7\u00e3o do tamanho do mundo, capaz de acolher todos em igualdade de acesso e oportunidades, queremos e cremos que assim sejam as nossas bibliotecas escolares, tamb\u00e9m elas capazes de nos inspirar.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[115],"tags":[],"class_list":["post-2784205","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-bibliotecas-escolares"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2784205","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2784205"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2784205\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3086295,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2784205\/revisions\/3086295"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2784205"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2784205"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2784205"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}