{"id":2519220,"date":"2021-10-22T17:00:00","date_gmt":"2021-10-22T17:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2519220.html"},"modified":"2026-05-13T15:04:49","modified_gmt":"2026-05-13T15:04:49","slug":"desenho-e-concecao-de-um-cartaz-na-pratica-do-professor-bibliotecario-a-impressao-e-a-afixacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2519220","title":{"rendered":"Desenho e conce\u00e7\u00e3o de um cartaz na pr\u00e1tica do professor bibliotec\u00e1rio| A impress\u00e3o e a afixa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2021-10-22.png\" height=\"400\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22175610_9Cb7W.png\" style=\"width: 800px; padding: 10px 10px;\" width=\"800\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ap\u00f3s fazer a composi\u00e7\u00e3o final temos que passar \u00e0 <strong>impress\u00e3o<\/strong>, mas ser\u00e1 melhor come\u00e7ar por fazer alguns testes, pois o que vemos no ecr\u00e3 (que tem muita luz) n\u00e3o \u00e9 exatamente igual ao que sai da impressora. As cores v\u00e3o sofrer algumas altera\u00e7\u00f5es e, sobretudo, o contraste entre os v\u00e1rios elementos visuais acaba por ser diferente. Assim, come\u00e7amos por imprimir uma c\u00f3pia e vamos ajustando os elementos, at\u00e9 que a leitura se aproxime do resultado final que pretendemos.\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Para se fazer a impress\u00e3o, ser\u00e1 necess\u00e1rio exportarmos o cartaz em formato de imagem. Entre os v\u00e1rios formatos, o PNG oferece uma qualidade superior relativamente ao JPG. Tamb\u00e9m a defini\u00e7\u00e3o da imagem, aquando da exporta\u00e7\u00e3o, se poss\u00edvel, deve ser de 300dpi.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Outro fator determinante \u00e9 a dimens\u00e3o do cartaz impresso. Para que tenha valido a pena ter perdido horas a fazer um cartaz, este deve ter uma dimens\u00e3o m\u00ednima de um A2 (420&#215;594). Face aos recursos dispon\u00edveis nas nossas bibliotecas (normalmente temos acesso uma impressora A3), podemos usar o Microsoft Publisher, que permite fazer a impress\u00e3o de uma p\u00e1gina (imagem) em v\u00e1rias folhas, controlando as margens de impress\u00e3o. Depois, s\u00f3 temos que colar as v\u00e1rias folhas para termos o cartaz pronto para afixar na parede.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Impresso o cartaz, teremos que decidir <strong>onde o colocar<\/strong>. Tamb\u00e9m esta tarefa deve ser bem pensada, procurando locais de maior frequ\u00eancia, como \u00e1trios de entrada, por exemplo. No entanto, devemos preferir paredes frontais, em detrimento de paredes laterias relativamente ao percurso mais usual.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Muitas vezes, temos que colocar os nossos cartazes numa parede que j\u00e1 est\u00e1 cheia de cartazes (como nas salas de professores), entrando em competi\u00e7\u00e3o com outros, muitos vindos de fora da escola e criados por profissionais. Neste caso, pode ser \u00fatil criar um enquadramento especial, ou at\u00e9 mesmo colar elementos 3D que ajudem a destacar e a prender a aten\u00e7\u00e3o dos destinat\u00e1rios. \u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2021-10-22-2.png\" height=\"720\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22175611_uyT1R.png\" style=\"width: 509px; padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" width=\"509\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Paulo Rodrigues<\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">(prof. bibliotec\u00e1rio)<\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">Escola B\u00e1sica Carlos Ribeiro<\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">Agrupamento de Escolas de Pinhal de Frades<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s fazer a composi\u00e7\u00e3o final temos que passar \u00e0 impress\u00e3o, mas ser\u00e1 melhor come\u00e7ar por fazer alguns testes, pois o que vemos no ecr\u00e3 (que tem muita luz) n\u00e3o \u00e9 exatamente igual ao que sai da impressora. As cores v\u00e3o sofrer algumas altera\u00e7\u00f5es e, sobretudo, o contraste entre os v\u00e1rios elementos visuais acaba por ser diferente. Assim, come\u00e7amos por imprimir uma c\u00f3pia e vamos ajustando os elementos, at\u00e9 que a leitura se aproxime do resultado final que pretendemos.\u00a0 Para se fazer a impress\u00e3o, ser\u00e1 necess\u00e1rio exportarmos o cartaz em formato de imagem. Entre os v\u00e1rios formatos, o PNG oferece uma qualidade superior relativamente ao JPG. Tamb\u00e9m a defini\u00e7\u00e3o da imagem, aquando da exporta\u00e7\u00e3o, se poss\u00edvel, deve ser de 300dpi. Outro fator determinante \u00e9 a dimens\u00e3o do cartaz impresso. Para que tenha valido a pena ter perdido horas a fazer um cartaz, este deve ter uma dimens\u00e3o m\u00ednima de um A2 (420&#215;594). Face aos recursos dispon\u00edveis nas nossas bibliotecas (normalmente temos acesso uma impressora A3), podemos usar o Microsoft Publisher, que permite fazer a impress\u00e3o de uma p\u00e1gina (imagem) em v\u00e1rias folhas, controlando as margens de impress\u00e3o. Depois, s\u00f3 temos que colar as v\u00e1rias folhas para termos o cartaz pronto para afixar na parede. Impresso o cartaz, teremos que decidir onde o colocar. Tamb\u00e9m esta tarefa deve ser bem pensada, procurando locais de maior frequ\u00eancia, como \u00e1trios de entrada, por exemplo. No entanto, devemos preferir paredes frontais, em detrimento de paredes laterias relativamente ao percurso mais usual. Muitas vezes, temos que colocar os nossos cartazes numa parede que j\u00e1 est\u00e1 cheia de cartazes (como nas salas de professores), entrando em competi\u00e7\u00e3o com outros, muitos vindos de fora da escola e criados por profissionais. Neste caso, pode ser \u00fatil criar um enquadramento especial, ou at\u00e9 mesmo colar elementos 3D que ajudem a destacar e a prender a aten\u00e7\u00e3o dos destinat\u00e1rios. \u00a0 Paulo Rodrigues(prof. bibliotec\u00e1rio)Escola B\u00e1sica Carlos RibeiroAgrupamento de Escolas de Pinhal de Frades<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[78,8,137],"tags":[],"class_list":["post-2519220","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-apoio-as-escolas","category-cartazes","category-gestao-de-bibliotecas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2519220","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2519220"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2519220\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3087517,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2519220\/revisions\/3087517"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2519220"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2519220"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2519220"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}