{"id":2517411,"date":"2021-10-18T15:00:00","date_gmt":"2021-10-18T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2517411.html"},"modified":"2026-05-13T15:05:24","modified_gmt":"2026-05-13T15:05:24","slug":"desenho-e-concecao-de-um-cartaz-na-pratica-do-professor-bibliotecario-como-comecar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2517411","title":{"rendered":"Desenho e conce\u00e7\u00e3o de um cartaz na pr\u00e1tica do professor bibliotec\u00e1rio | Como come\u00e7ar?"},"content":{"rendered":"<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2021-10-18-2.png\" height=\"400\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22175566_Rzcze.png\" style=\"width: 800px; padding: 10px 10px;\" width=\"800\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Divulgar as atividades e iniciativas das nossas bibliotecas \u00e9 uma tarefa muito importante. Por norma, recorremos a cartazes ou imagens digitais que podem ser poderosos instrumentos de marketing e que pretendem comunicar com um determinado p\u00fablico-alvo (crian\u00e7as, jovens, encarregados de educa\u00e7\u00e3o&#8230;). Muitas vezes s\u00e3o o rosto das pr\u00f3prias iniciativas, passando uma primeira ideia das mesmas (divertidas, misteriosas, aventureiras\u2026).<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os cartazes t\u00eam um papel importante, se forem eficazes, capaz de passar a informa\u00e7\u00e3o e\/ou de aliciar ou persuadir o p\u00fablico-alvo a participar, envolvendo-se nas iniciativas. O seu sucesso depende da forma como \u00e9 concebido e executado, o que numa escola, ganha particular import\u00e2ncia pedag\u00f3gica, dado que os alunos, certamente, ir\u00e3o fazer os seus cartazes segundo os crit\u00e9rios ou princ\u00edpios que conseguem observar nos que s\u00e3o expostos no seu ambiente escolar.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Torna-se, assim, pertinente que sejamos capazes de refletir sobre as nossas pr\u00e1ticas, de modo a que possamos, de forma cr\u00edtica, melhorar e facilitar a tarefa de divulga\u00e7\u00e3o dos nossos eventos, iniciativas ou simples informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel fazer aqui uma abordagem exaustiva, mas vamos deixar v\u00e1rias pistas que permitem avaliar as op\u00e7\u00f5es tomadas ao longo da conce\u00e7\u00e3o de um cartaz, melhorando o seu impacto visual.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No nosso dia-a-dia, somos constantemente invadidos por imagens, quer atrav\u00e9s da comunica\u00e7\u00e3o social e da internet, associadas ou n\u00e3o a publicidade, quer nos cartazes, em <em>outdoors<\/em> ou <em>m\u00fapis<\/em>, que s\u00e3o afixados nas ruas das nossas vilas e cidades. Estas imagens devem merecer a nossa particular aten\u00e7\u00e3o<em>,<\/em> pois s\u00e3o pensadas e desenhadas por profissionais \u2013 <em>designers<\/em> gr\u00e1ficos \u2013 com os quais temos sempre muito para aprender.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O cartaz deve atrair a aten\u00e7\u00e3o do observador e permitir uma leitura muito r\u00e1pida. Repare-se que quando estamos a fazer <em>scroll<\/em> numa p\u00e1gina da internet, apenas paramos nas imagens que nos prendem a aten\u00e7\u00e3o de imediato. O mesmo se passa com um cartaz ou imagem que seja colocada na rua: n\u00f3s passamos e s\u00f3 paramos se algo conseguir despertar o nosso interesse. Quer isto dizer, que n\u00e3o devemos tentar passar toda a informa\u00e7\u00e3o de igual modo (o que n\u00e3o permitiria a leitura muito r\u00e1pida). Esta deve ser hierarquizada conforme a sua import\u00e2ncia, jogando com a dimens\u00e3o, posi\u00e7\u00e3o e caracter\u00edsticas visuais dos diferentes elementos gr\u00e1ficos (forma, cor, paleta de cores selecionada\u2026) facilitando diferentes n\u00edveis de leitura e consequentemente uma boa leitura visual.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Um cartaz deve passar uma mensagem simples (texto curto e bem leg\u00edvel). Normalmente, \u00e9 constitu\u00eddo por <strong>imagem<\/strong> e <strong>texto<\/strong> que, no seu conjunto deve constituir um produto apelativo, primando pela simplicidade de organiza\u00e7\u00e3o dos elementos, por um conjunto de cores harmoniosas e pela sua originalidade. \u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2021-10-18-3.png\" height=\"614\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22175567_y0v8z.png\" style=\"width: 440px; padding: 10px;\" width=\"509\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Como come\u00e7ar?<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Antes de mais, devemos ter sempre presente as respostas \u00e0s seguintes quest\u00f5es que v\u00e3o determinar o desenho e conce\u00e7\u00e3o do cartaz:<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; Qual a mensagem a transmitir? Qual o objetivo? (passar informa\u00e7\u00e3o, passar uma ideia, publicitar um evento\u2026)<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; A quem se destina? Qual o p\u00fablico alvo? (crian\u00e7as, jovens, encarregados de educa\u00e7\u00e3o\u2026)<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; Qual a melhor forma de chegar a esse p\u00fablico-alvo?<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8211; Onde vai ser divulgado? (afixado numa parede, nas redes sociais, na p\u00e1gina <em>web<\/em> da BE\u2026).<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Paulo Rodrigues<\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">(prof. bibliotec\u00e1rio)<\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">Escola B\u00e1sica Carlos Ribeiro<\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">Agrupamento de Escolas de Pinhal de Frades<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Divulgar as atividades e iniciativas das nossas bibliotecas \u00e9 uma tarefa muito importante. Por norma, recorremos a cartazes ou imagens digitais que podem ser poderosos instrumentos de marketing e que pretendem comunicar com um determinado p\u00fablico-alvo (crian\u00e7as, jovens, encarregados de educa\u00e7\u00e3o&#8230;). Muitas vezes s\u00e3o o rosto das pr\u00f3prias iniciativas, passando uma primeira ideia das mesmas (divertidas, misteriosas, aventureiras\u2026). Os cartazes t\u00eam um papel importante, se forem eficazes, capaz de passar a informa\u00e7\u00e3o e\/ou de aliciar ou persuadir o p\u00fablico-alvo a participar, envolvendo-se nas iniciativas. O seu sucesso depende da forma como \u00e9 concebido e executado, o que numa escola, ganha particular import\u00e2ncia pedag\u00f3gica, dado que os alunos, certamente, ir\u00e3o fazer os seus cartazes segundo os crit\u00e9rios ou princ\u00edpios que conseguem observar nos que s\u00e3o expostos no seu ambiente escolar. Torna-se, assim, pertinente que sejamos capazes de refletir sobre as nossas pr\u00e1ticas, de modo a que possamos, de forma cr\u00edtica, melhorar e facilitar a tarefa de divulga\u00e7\u00e3o dos nossos eventos, iniciativas ou simples informa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel fazer aqui uma abordagem exaustiva, mas vamos deixar v\u00e1rias pistas que permitem avaliar as op\u00e7\u00f5es tomadas ao longo da conce\u00e7\u00e3o de um cartaz, melhorando o seu impacto visual. No nosso dia-a-dia, somos constantemente invadidos por imagens, quer atrav\u00e9s da comunica\u00e7\u00e3o social e da internet, associadas ou n\u00e3o a publicidade, quer nos cartazes, em outdoors ou m\u00fapis, que s\u00e3o afixados nas ruas das nossas vilas e cidades. Estas imagens devem merecer a nossa particular aten\u00e7\u00e3o, pois s\u00e3o pensadas e desenhadas por profissionais \u2013 designers gr\u00e1ficos \u2013 com os quais temos sempre muito para aprender. O cartaz deve atrair a aten\u00e7\u00e3o do observador e permitir uma leitura muito r\u00e1pida. Repare-se que quando estamos a fazer scroll numa p\u00e1gina da internet, apenas paramos nas imagens que nos prendem a aten\u00e7\u00e3o de imediato. O mesmo se passa com um cartaz ou imagem que seja colocada na rua: n\u00f3s passamos e s\u00f3 paramos se algo conseguir despertar o nosso interesse. Quer isto dizer, que n\u00e3o devemos tentar passar toda a informa\u00e7\u00e3o de igual modo (o que n\u00e3o permitiria a leitura muito r\u00e1pida). Esta deve ser hierarquizada conforme a sua import\u00e2ncia, jogando com a dimens\u00e3o, posi\u00e7\u00e3o e caracter\u00edsticas visuais dos diferentes elementos gr\u00e1ficos (forma, cor, paleta de cores selecionada\u2026) facilitando diferentes n\u00edveis de leitura e consequentemente uma boa leitura visual. Um cartaz deve passar uma mensagem simples (texto curto e bem leg\u00edvel). Normalmente, \u00e9 constitu\u00eddo por imagem e texto que, no seu conjunto deve constituir um produto apelativo, primando pela simplicidade de organiza\u00e7\u00e3o dos elementos, por um conjunto de cores harmoniosas e pela sua originalidade. \u00a0 Como come\u00e7ar? Antes de mais, devemos ter sempre presente as respostas \u00e0s seguintes quest\u00f5es que v\u00e3o determinar o desenho e conce\u00e7\u00e3o do cartaz: &#8211; Qual a mensagem a transmitir? Qual o objetivo? (passar informa\u00e7\u00e3o, passar uma ideia, publicitar um evento\u2026) &#8211; A quem se destina? Qual o p\u00fablico alvo? (crian\u00e7as, jovens, encarregados de educa\u00e7\u00e3o\u2026) &#8211; Qual a melhor forma de chegar a esse p\u00fablico-alvo? &#8211; Onde vai ser divulgado? (afixado numa parede, nas redes sociais, na p\u00e1gina web da BE\u2026). \u00a0 Paulo Rodrigues(prof. bibliotec\u00e1rio)Escola B\u00e1sica Carlos RibeiroAgrupamento de Escolas de Pinhal de Frades<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[78,8,137],"tags":[],"class_list":["post-2517411","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-apoio-as-escolas","category-cartazes","category-gestao-de-bibliotecas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2517411","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2517411"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2517411\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3087530,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2517411\/revisions\/3087530"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2517411"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2517411"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2517411"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}