{"id":2413258,"date":"2021-02-11T09:00:00","date_gmt":"2021-02-11T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/2413258.html"},"modified":"2026-05-13T15:31:49","modified_gmt":"2026-05-13T15:31:49","slug":"para-todos-os-tamanhos-quando-a-morte-nos-entra-em-casa-proposta-pedagogica-com-recurso-a-livros-album","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=2413258","title":{"rendered":"Para todos os tamanhos! Quando a morte nos entra em casa: proposta pedag\u00f3gica com recurso a livros &#8211; \u00e1lbum"},"content":{"rendered":"<div><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Captura de ecra\u0303 2021-02-12, a\u0300s 09.50.58.png\" height=\"433\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22017119_lDJCR.png\" style=\"width: 605px; padding: 10px 10px; border: 1px solid #c0c0c0;\" width=\"605\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Photo by <a href=\"https:\/\/unsplash.com\/@ed_leszczynskl?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText\">Ed Leszczynskl<\/a> on <a href=\"https:\/\/unsplash.com\/?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText\">Unsplash<\/a><\/span><\/p>\n<p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>A morte \u00e9 um mist\u00e9rio. Ningu\u00e9m parece pensar na morte com naturalidade, o que distingue\u00a0 do nascimento,\u00a0 fen\u00f3meno natural t\u00e3o igualmente misterioso mas que nos levanta menos inquieta\u00e7\u00f5es. Na cultura ocidental, os adultos tendem a afastar os mais novos da viv\u00eancia destas experi\u00eancias e da partilha de emo\u00e7\u00f5es com ela relacionadas, numa tentativa de preserva\u00e7\u00e3o de sentimentos de dor e sofrimento, esquecendo-se que morrer faz parte da exist\u00eancia.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De repente, vimos a nossa vida comum ser regulada por um boletim epidemiol\u00f3gico que apresenta, entre outras not\u00edcias preocupantes, recordes de n\u00famero de mortes a cada dia. Esta realidade traduziu-se sempre em pessoas de carne e osso que eram av\u00f3s, pais, filhos de algu\u00e9m mas que, durante os primeiros tempos da pandemia, nos pareciam long\u00ednquos e pontuais. J\u00e1 n\u00e3o. Neste momento todos fazemos parte de, ou conhecemos, fam\u00edlias assoladas por esta trag\u00e9dia sanit\u00e1ria. E isso tamb\u00e9m \u00e9 v\u00e1lido para as crian\u00e7as e jovens com quem estamos no outro lado do \u00e9cran.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Perceber que todos morreremos um dia, entender que a morte, assim como a vida, n\u00e3o \u00e9 percecionada por todos da mesma maneira e compreender melhor (atrav\u00e9s da consci\u00eancia da nossa finitude) o valor da vida, aceitando os limites por ela impostos, faz parte do crescimento.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ao abordar este assunto com crian\u00e7as e jovens, abrindo caminhos de di\u00e1logo, de desmistifica\u00e7\u00e3o e de partilha, permite-se experienciar situa\u00e7\u00f5es de tristeza e confrontar-se com sentimentos menos positivos, j\u00e1 vividas na pele ou, para quem teve a sorte de ser poupado a uma perda significativa, a possibilidade de desenvolver empatia e solidariedade com os colegas que est\u00e3o a viver situa\u00e7\u00f5es mais dolorosas.\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Apesar de estar na ordem do dia, este n\u00e3o \u00e9 um tema obrigat\u00f3rio. No entanto, n\u00e3o deve ser proibido. O docente atento encontrar\u00e1 formas de perceber se \u00e9 ou n\u00e3o relevante falar sobre o assunto no momento.\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A leitura mediada de livros \u00e1lbum \u00e9 uma \u00f3tima oportunidade para criar condi\u00e7\u00f5es para que, num ambiente tranquilo e confort\u00e1vel, adultos e crian\u00e7as possam falar sobre a morte e a perda. As seguintes sugest\u00f5es t\u00eam como inten\u00e7\u00e3o criar um espa\u00e7o de di\u00e1logo sobre o tema. S\u00e3o \u00e1lbuns que, pelas suas caracter\u00edsticas textuais e gr\u00e1ficas, podem ser utilizados com alunos de diferentes faixas et\u00e1rias. Apresentamo-los como auxiliares para criar um espa\u00e7o\/ tempo seguro para pensar em conjunto e partilhar ideias e emo\u00e7\u00f5es.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>A cadeira que queria ser sof\u00e1, de Clovis Levi e Ana Biscaia, Clube de Mem\u00f3rias<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"a cadeira que queria ser sofa.jpg\" height=\"227\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22015909_trcmB.jpeg\" style=\"width: 167px; padding: 10px; border: 1px solid #c0c0c0;\" width=\"163\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u00abEste livro cont\u00e9m 3 hist\u00f3rias, com uma delicada abordagem sobre a morte. Um excelente apoio para adultos que se defrontam com dificuldades para explicar \u00e0s crian\u00e7as o\u00a0 desaparecimento definitivo de um ente\u00a0 querido.\u00bb (<a href=\"http:\/\/www.lapisdememorias.com\/site\/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=116:a-cadeira-que-queria-ser-sofa-clovis-levi&amp;amp;catid=37:editados&amp;amp;Itemid=54\">resenha da editora<\/a>)<\/p>\n<p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Jack e a Morte, de Tim Bowley e Natalie Pudalov, OQO<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"livro-Jack-e-a-Morte-PT.jpg\" height=\"201\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22015919_9aOAP.jpeg\" style=\"width: 167px; padding: 10px; border: 1px solid #c0c0c0;\" width=\"584\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u00abJack encontra-se com a Morte e, ao intuir que ela lhe vai levar a sua m\u00e3e, que est\u00e1 doente, engendra um plano para se livrar dela. Com incr\u00edvel ast\u00facia, Jack \u00e9 capaz de encurralar a sinistra personagem num frasco; mas as consequ\u00eancias do ato s\u00e3o imprevis\u00edveis \u2013 j\u00e1 nada pode morrer \u2013 e o que parecia, inicialmente, um motivo de alegria \u2013 a m\u00e3e recupera de s\u00fabito da sua grave doen\u00e7a \u2013 acaba por se transformar num caos.\u00bb (<a href=\"https:\/\/oqo.es\/pt-pt\/produto\/jack-e-a-morte\/\">resenha da editora<\/a>)<\/p>\n<p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Para onde vamos quando desaparecemos?, de Isabel Minh\u00f3s Martins e Madalena Matoso, Planeta Tangerina<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"CAPA_para_onde_vamos_quando_desaparecemos.jpg\" height=\"185\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22015933_ZmVGr.jpeg\" style=\"width: 167px; padding: 10px; border: 1px solid #c0c0c0;\" width=\"645\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u00ab\u00c0 parte algumas exce\u00e7\u00f5es, ningu\u00e9m consegue responder com certeza absoluta \u00e0 pergunta que d\u00e1 t\u00edtulo a este livro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u201cPara onde vamos quando desaparecemos?\u201d aproveita a aus\u00eancia de respostas \u201cpreto no branco\u201d para lan\u00e7ar novas hip\u00f3teses \u2013 mais coloridas e po\u00e9ticas, mais s\u00e9rias ou disparatadas, conforme o caso\u2026 \u2013 e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.\u00bb (<a href=\"https:\/\/www.planetatangerina.com\/pt-pt\/loja\/para-onde-vamos-quando-desaparecemos\/\">resenha da editora<\/a>)<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u00a0<\/p>\n<p><\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>O cora\u00e7\u00e3o e a garrafa, de Oliver Jeffers, Orfeu Negro<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p><\/p>\n<div><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"image_grande.jpg\" height=\"170\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/22015940_hpuiD.jpeg\" style=\"width: 166px; padding: 10px; border: 1px solid #c0c0c0;\" width=\"583\" \/><\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">\u00abO Cora\u00e7\u00e3o e a Garrafa fala-nos de uma menina fascinada com o mundo \u00e0 sua volta. At\u00e9 que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu cora\u00e7\u00e3o e guard\u00e1-lo num s\u00edtio seguro. Pelo menos durante algum tempo\u2026 S\u00f3 que, a partir da\u00ed, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu cora\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\">Com esta hist\u00f3ria comovente, Oliver Jeffers explora os temas dif\u00edceis do amor e da perda, devolvendo-nos, de maneira not\u00e1vel, um sopro de alento e de vida.\u00bb (<a href=\"https:\/\/www.orfeunegro.org\/products\/o-coracao-e-a-garrafa\">resenha da editora<\/a>)<\/p>\n<p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Photo by Ed Leszczynskl on Unsplash A morte \u00e9 um mist\u00e9rio. Ningu\u00e9m parece pensar na morte com naturalidade, o que distingue\u00a0 do nascimento,\u00a0 fen\u00f3meno natural t\u00e3o igualmente misterioso mas que nos levanta menos inquieta\u00e7\u00f5es. Na cultura ocidental, os adultos tendem a afastar os mais novos da viv\u00eancia destas experi\u00eancias e da partilha de emo\u00e7\u00f5es com ela relacionadas, numa tentativa de preserva\u00e7\u00e3o de sentimentos de dor e sofrimento, esquecendo-se que morrer faz parte da exist\u00eancia. \u00a0 De repente, vimos a nossa vida comum ser regulada por um boletim epidemiol\u00f3gico que apresenta, entre outras not\u00edcias preocupantes, recordes de n\u00famero de mortes a cada dia. Esta realidade traduziu-se sempre em pessoas de carne e osso que eram av\u00f3s, pais, filhos de algu\u00e9m mas que, durante os primeiros tempos da pandemia, nos pareciam long\u00ednquos e pontuais. J\u00e1 n\u00e3o. Neste momento todos fazemos parte de, ou conhecemos, fam\u00edlias assoladas por esta trag\u00e9dia sanit\u00e1ria. E isso tamb\u00e9m \u00e9 v\u00e1lido para as crian\u00e7as e jovens com quem estamos no outro lado do \u00e9cran. \u00a0 Perceber que todos morreremos um dia, entender que a morte, assim como a vida, n\u00e3o \u00e9 percecionada por todos da mesma maneira e compreender melhor (atrav\u00e9s da consci\u00eancia da nossa finitude) o valor da vida, aceitando os limites por ela impostos, faz parte do crescimento. \u00a0 Ao abordar este assunto com crian\u00e7as e jovens, abrindo caminhos de di\u00e1logo, de desmistifica\u00e7\u00e3o e de partilha, permite-se experienciar situa\u00e7\u00f5es de tristeza e confrontar-se com sentimentos menos positivos, j\u00e1 vividas na pele ou, para quem teve a sorte de ser poupado a uma perda significativa, a possibilidade de desenvolver empatia e solidariedade com os colegas que est\u00e3o a viver situa\u00e7\u00f5es mais dolorosas.\u00a0 \u00a0 Apesar de estar na ordem do dia, este n\u00e3o \u00e9 um tema obrigat\u00f3rio. No entanto, n\u00e3o deve ser proibido. O docente atento encontrar\u00e1 formas de perceber se \u00e9 ou n\u00e3o relevante falar sobre o assunto no momento.\u00a0 \u00a0 A leitura mediada de livros \u00e1lbum \u00e9 uma \u00f3tima oportunidade para criar condi\u00e7\u00f5es para que, num ambiente tranquilo e confort\u00e1vel, adultos e crian\u00e7as possam falar sobre a morte e a perda. As seguintes sugest\u00f5es t\u00eam como inten\u00e7\u00e3o criar um espa\u00e7o de di\u00e1logo sobre o tema. S\u00e3o \u00e1lbuns que, pelas suas caracter\u00edsticas textuais e gr\u00e1ficas, podem ser utilizados com alunos de diferentes faixas et\u00e1rias. Apresentamo-los como auxiliares para criar um espa\u00e7o\/ tempo seguro para pensar em conjunto e partilhar ideias e emo\u00e7\u00f5es. \u00a0 \u00a0 A cadeira que queria ser sof\u00e1, de Clovis Levi e Ana Biscaia, Clube de Mem\u00f3rias \u00abEste livro cont\u00e9m 3 hist\u00f3rias, com uma delicada abordagem sobre a morte. Um excelente apoio para adultos que se defrontam com dificuldades para explicar \u00e0s crian\u00e7as o\u00a0 desaparecimento definitivo de um ente\u00a0 querido.\u00bb (resenha da editora) \u00a0 Jack e a Morte, de Tim Bowley e Natalie Pudalov, OQO \u00a0 \u00abJack encontra-se com a Morte e, ao intuir que ela lhe vai levar a sua m\u00e3e, que est\u00e1 doente, engendra um plano para se livrar dela. Com incr\u00edvel ast\u00facia, Jack \u00e9 capaz de encurralar a sinistra personagem num frasco; mas as consequ\u00eancias do ato s\u00e3o imprevis\u00edveis \u2013 j\u00e1 nada pode morrer \u2013 e o que parecia, inicialmente, um motivo de alegria \u2013 a m\u00e3e recupera de s\u00fabito da sua grave doen\u00e7a \u2013 acaba por se transformar num caos.\u00bb (resenha da editora) \u00a0 Para onde vamos quando desaparecemos?, de Isabel Minh\u00f3s Martins e Madalena Matoso, Planeta Tangerina \u00a0 \u00ab\u00c0 parte algumas exce\u00e7\u00f5es, ningu\u00e9m consegue responder com certeza absoluta \u00e0 pergunta que d\u00e1 t\u00edtulo a este livro. \u201cPara onde vamos quando desaparecemos?\u201d aproveita a aus\u00eancia de respostas \u201cpreto no branco\u201d para lan\u00e7ar novas hip\u00f3teses \u2013 mais coloridas e po\u00e9ticas, mais s\u00e9rias ou disparatadas, conforme o caso\u2026 \u2013 e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.\u00bb (resenha da editora) \u00a0 O cora\u00e7\u00e3o e a garrafa, de Oliver Jeffers, Orfeu Negro \u00a0 \u00abO Cora\u00e7\u00e3o e a Garrafa fala-nos de uma menina fascinada com o mundo \u00e0 sua volta. At\u00e9 que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu cora\u00e7\u00e3o e guard\u00e1-lo num s\u00edtio seguro. Pelo menos durante algum tempo\u2026 S\u00f3 que, a partir da\u00ed, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu cora\u00e7\u00e3o? Com esta hist\u00f3ria comovente, Oliver Jeffers explora os temas dif\u00edceis do amor e da perda, devolvendo-nos, de maneira not\u00e1vel, um sopro de alento e de vida.\u00bb (resenha da editora)<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[154,42,170,157,144],"tags":[],"class_list":["post-2413258","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-bem-estar","category-cidadania","category-competencias-socioemocionais","category-leitura","category-para-todos-os-tamanhos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2413258","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2413258"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2413258\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3088030,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2413258\/revisions\/3088030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2413258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2413258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2413258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}