{"id":1960095,"date":"2016-05-24T20:20:00","date_gmt":"2016-05-24T20:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/1960095.html"},"modified":"2026-05-13T19:06:56","modified_gmt":"2026-05-13T19:06:56","slug":"pop-up-ha-livros-que-saltam-na-biblioteca-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=1960095","title":{"rendered":"Pop up: h\u00e1 livros que saltam na Biblioteca Nacional"},"content":{"rendered":"<table style=\"height: 271px;\" width=\"411\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/p>\n<p class=\"sapomedia images\"><a class=\"media-link\" title=\"ver mais. abre numa nova janela\" href=\"http:\/\/observador.pt\/2016\/05\/24\/pop-up-ha-livros-de-saltos-altos-na-biblioteca-nacional\/\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"float: left; padding: 10px 10px; border: 1px solid #c0c0c0;\" title=\"pop.png\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/19639605_obDNV.png\" alt=\"pop.png\" width=\"500\" height=\"280\" \/><\/a><\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 8pt;\">O &#8220;Pinocchio&#8221;, de Harold Lentz, 1932. Veja aqui outros t\u00edtulos em exposi\u00e7\u00e3o | por Vasco Rosa | Observador<\/span><\/p>\n<p><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<blockquote><p><\/p>\n<p>Uma nova exposi\u00e7\u00e3o em Lisboa (para ver at\u00e9 ao dia 9 de setembro) conta a hist\u00f3ria do livro pop up, objecto tridimensional que agora vive uma segunda idade de ouro. Vasco Rosa foi ver e ler.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Verdadeiramente fascinantes pela engenharia de papel, manufactura exigente e capacidade sugestiva da imagina\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adultos, os livros pop-up alcan\u00e7aram na \u00faltima d\u00e9cada uma sofistica\u00e7\u00e3o espampanante, que a par e passo parece desafiar-se a si mesma para alcan\u00e7ar resultados ainda mais surpreendentes, empurrando para a mais long\u00ednqua e tosca pr\u00e9-hist\u00f3ria os seus antepassados, os livros \u201cmec\u00e2nicos\u201d seiscentistas ou alguns livros infantis do tempo da Rainha Vit\u00f3ria. Fala-se de uma segunda idade de ouro.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Muito activo, o norte-americano Robert James Sabuda, 51, \u00e9 hoje a estrela m\u00e1xima desse firmamento criativo que h\u00e1 pouco mais de um s\u00e9culo afirmou o livro tamb\u00e9m como objecto tridimensional. As primeiras vers\u00f5es, rudimentares ainda (um a quatro pop-ups por livro, isolados do texto), foram produzidas na Inglaterra e na Alemanha, mas em poucos anos o g\u00e9nero entusiasmou criadores, editores e p\u00fablicos por toda a Europa, tendo na Checoslov\u00e1quia, com o austr\u00edaco Vojteck Kubasta (1914-92), um dos seus expoentes. O zootropo, o praxinosc\u00f3pio e a lanterna m\u00e1gica, rasgando um novo mercado para o entretenimento infantil, parecem ter levado os editores livreiros a reflectir e investir em livros h\u00edbridos capazes de aproximar a leitura em voz alta, para crian\u00e7as, da moda das \u201cpantominas luminosas\u201d, dos pequenos teatrinhos de papel colorido ou recortado, mas tamb\u00e9m da divers\u00e3o nos novos luna-parques: alguns livros foram ent\u00e3o arquitectados como pequenos carroc\u00e9is-harm\u00f3nio, ou t\u00faneis (peep-show). Curiosamente, os peep-shows permitiam espreitar para duas grandes realiza\u00e7\u00f5es de engenharia da \u00e9poca: The Thames Tunnel Peepshow (1847) e Crystal Palace Peepshow Tunnel Book (1851). Muito mais tarde, tamb\u00e9m a coroa\u00e7\u00e3o da rainha Isabel II, em 1953, foi assinalada com uma edi\u00e7\u00e3o deste tipo, incluindo quatro \u201cimagens pop-up realistas\u201d da capital do imp\u00e9rio brit\u00e2nico. O livro deixava de ser s\u00f3 texto, ou apenas texto e imagem, e tornava-se escultura. (&#8230;)<\/p>\n<p><\/p><\/blockquote>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Ler mais\u00a0<a title=\"continuar a ler. abre numa nova janela\" href=\"http:\/\/observador.pt\/2016\/05\/24\/pop-up-ha-livros-de-saltos-altos-na-biblioteca-nacional\/\" target=\"_blank\">&gt;&gt;<\/a><\/p>\n<p><\/p>\n<p>Liga\u00e7\u00f5es relacionadas:<\/p>\n<p><\/p>\n<ul><\/p>\n<li><a title=\"ler. abre numa nova janela\" href=\"http:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/pelos-caminhos-da-biblioteca-nacional-1926009\" target=\"_blank\">Pelos caminhos da Biblioteca Nacional<\/a><\/li>\n<p><\/p>\n<li><a title=\"veja o v\u00eddeo. abre numa nova janela\" href=\"https:\/\/youtu.be\/RZR_b753ZJ0\" target=\"_blank\">Como fazer um livro <em>pop up<\/em><\/a>\u00a0(v\u00eddeo)<\/li>\n<p><\/p>\n<li><a title=\"visionar. nova janela\" href=\"https:\/\/youtu.be\/ZZl8FrujhhM\" target=\"_blank\">Pop-Up Book &#8211; Il \u00e9tait une fois&#8230;<\/a><\/li>\n<p><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 O &#8220;Pinocchio&#8221;, de Harold Lentz, 1932. Veja aqui outros t\u00edtulos em exposi\u00e7\u00e3o | por Vasco Rosa | Observador \u00a0 Uma nova exposi\u00e7\u00e3o em Lisboa (para ver at\u00e9 ao dia 9 de setembro) conta a hist\u00f3ria do livro pop up, objecto tridimensional que agora vive uma segunda idade de ouro. Vasco Rosa foi ver e ler. \u00a0 Verdadeiramente fascinantes pela engenharia de papel, manufactura exigente e capacidade sugestiva da imagina\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adultos, os livros pop-up alcan\u00e7aram na \u00faltima d\u00e9cada uma sofistica\u00e7\u00e3o espampanante, que a par e passo parece desafiar-se a si mesma para alcan\u00e7ar resultados ainda mais surpreendentes, empurrando para a mais long\u00ednqua e tosca pr\u00e9-hist\u00f3ria os seus antepassados, os livros \u201cmec\u00e2nicos\u201d seiscentistas ou alguns livros infantis do tempo da Rainha Vit\u00f3ria. Fala-se de uma segunda idade de ouro. \u00a0 Muito activo, o norte-americano Robert James Sabuda, 51, \u00e9 hoje a estrela m\u00e1xima desse firmamento criativo que h\u00e1 pouco mais de um s\u00e9culo afirmou o livro tamb\u00e9m como objecto tridimensional. As primeiras vers\u00f5es, rudimentares ainda (um a quatro pop-ups por livro, isolados do texto), foram produzidas na Inglaterra e na Alemanha, mas em poucos anos o g\u00e9nero entusiasmou criadores, editores e p\u00fablicos por toda a Europa, tendo na Checoslov\u00e1quia, com o austr\u00edaco Vojteck Kubasta (1914-92), um dos seus expoentes. O zootropo, o praxinosc\u00f3pio e a lanterna m\u00e1gica, rasgando um novo mercado para o entretenimento infantil, parecem ter levado os editores livreiros a reflectir e investir em livros h\u00edbridos capazes de aproximar a leitura em voz alta, para crian\u00e7as, da moda das \u201cpantominas luminosas\u201d, dos pequenos teatrinhos de papel colorido ou recortado, mas tamb\u00e9m da divers\u00e3o nos novos luna-parques: alguns livros foram ent\u00e3o arquitectados como pequenos carroc\u00e9is-harm\u00f3nio, ou t\u00faneis (peep-show). Curiosamente, os peep-shows permitiam espreitar para duas grandes realiza\u00e7\u00f5es de engenharia da \u00e9poca: The Thames Tunnel Peepshow (1847) e Crystal Palace Peepshow Tunnel Book (1851). Muito mais tarde, tamb\u00e9m a coroa\u00e7\u00e3o da rainha Isabel II, em 1953, foi assinalada com uma edi\u00e7\u00e3o deste tipo, incluindo quatro \u201cimagens pop-up realistas\u201d da capital do imp\u00e9rio brit\u00e2nico. O livro deixava de ser s\u00f3 texto, ou apenas texto e imagem, e tornava-se escultura. 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