{"id":1624687,"date":"2014-04-09T13:35:08","date_gmt":"2014-04-09T13:35:08","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/1624687.html"},"modified":"2026-05-13T22:05:16","modified_gmt":"2026-05-13T22:05:16","slug":"elogio-da-rede-de-bibliotecas-escolares-de-manuel-pinto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=1624687","title":{"rendered":"&#8220;Elogio da Rede de Bibliotecas Escolares&#8221; de Manuel Pinto"},"content":{"rendered":"<div class=\"saportecontainer saportepreserve\" style=\"float: left;\"><a class=\"saportelink\" href=\"http:\/\/fotos.sapo.pt\/redebibliotecas\/fotos\/?uid=hJmQ4eyTIr8Zn5kSHfso\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"border: solid #999999;\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/16813830_0QcBm.png\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"364\" \/><\/a><\/div>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Manuel Pinto, professor e investigador do <a href=\"http:\/\/www.comunicacao.uminho.pt\/cecs\/\">Centro de Estudos Comunica\u00e7\u00e3o e Sociedade da Universidade do Minho<\/a> e especialista em educa\u00e7\u00e3o para os media, publicou este <strong><em><a href=\"http:\/\/mediaserver2.rr.pt\/rr\/others\/154173a4.pdf\">Elogio da Rede de Bibliotecas Escolares<\/a><\/em><\/strong>, no jornal <a href=\"http:\/\/www.pagina1.pt\/default.aspx\">P\u00e1gina 1 da R\u00e1dio Renascen\u00e7a<\/a>:<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00abPortugal n\u00e3o s\u00f3 tem coisas excelentes, como mostra possuir em diversos setores uma capacidade not\u00e1vel de p\u00f4r de p\u00e9 projetos not\u00e1veis pelo seu alcance e resultados. \u00c9 o caso da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), at\u00e9 h\u00e1 tr\u00eas meses dirigida e coordenada pela Dra Teresa Cal\u00e7ada. Nascido em 1996, este projeto cobre hoje todas as escolas dos ensinos b\u00e1sico e secund\u00e1rio e o seu n\u00famero eleva-se a cerca de 2.400. Por detr\u00e1s est\u00e3o mais de meio milhar de docentes qualificados que orientam e animam as bibliotecas, e tr\u00eas dezenas de coordenadores interconcelhios que apoiam o trabalho no terreno, nomeadamente na articula\u00e7\u00e3o entre bibliotecas p\u00fablicas, autarquias e institui\u00e7\u00f5es educativas. Esta Rede assenta num novo conceito de biblioteca. J\u00e1 n\u00e3o o mero dep\u00f3sito de livros, carregado de normas inibidoras do acesso, mas um centro de recursos multim\u00e9dia agrad\u00e1vel, centrado nos leitores jovens e suas necessidades e orientado por uma pedagogia ativa. Muitos livros, naturalmente, mas n\u00e3o s\u00f3. As revistas, por exemplo, podem ser uma forma de fazer o link de algumas crian\u00e7as e adolescentes com o universo da leitura para da\u00ed partirem para voos mais altos e exigentes. Desde que a RBE nasceu, foi necess\u00e1rio incorporar a revolu\u00e7\u00e3o digital que em torno da Internet se desenvolveu e expandiu, tornando ainda mais exigente o esfor\u00e7o de formar para m\u00faltiplas literacias e para um uso cr\u00edtico da informa\u00e7\u00e3o, acess\u00edvel atrav\u00e9s de diferentes ecr\u00e3s. Porque, como dizia Teresa Cal\u00e7ada numa entrevista \u00e0 revista Vis\u00e3o, em 2011, \u201cnenhum leitor nasce leitor. E isto \u00e9 v\u00e1lido tanto para a tecnologia do livro como para a tecnologia digital\u201d. Com a aposenta\u00e7\u00e3o da primeira coordenadora da RBE, este projeto vive uma fase de expectativa e algum receio. Para continuar a apostar num empreendimento que tem sido dos principais focos e parceiros de dinamiza\u00e7\u00e3o e de enriquecimento da oferta formativa das escolas, precisa de apostar na continuidade da RBE. Uma biblioteca, dizia tamb\u00e9m Teresa Cal\u00e7ada, n\u00e3o pode ser vista como um luxo, mas como um equipamento t\u00e3o b\u00e1sico como a cantina, o laborat\u00f3rio ou o pavilh\u00e3o gimnodesportivo. E, existindo, s\u00f3 faz sentido que exista com qualidade. Para isso precisa verbas para se renovar, carece dos docentes bibliotec\u00e1rios a elas dedicados e da r\u00e1pida nomea\u00e7\u00e3o da nova coordena\u00e7\u00e3o da Rede. Uma obra destas demora a erguer, mas num instante se d\u00e1 cabo dela. Isso n\u00e3o pode acontecer.\u00bb<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Manuel Pinto, professor e investigador do Centro de Estudos Comunica\u00e7\u00e3o e Sociedade da Universidade do Minho e especialista em educa\u00e7\u00e3o para os media, publicou este Elogio da Rede de Bibliotecas Escolares, no jornal P\u00e1gina 1 da R\u00e1dio Renascen\u00e7a: \u00a0 \u00abPortugal n\u00e3o s\u00f3 tem coisas excelentes, como mostra possuir em diversos setores uma capacidade not\u00e1vel de p\u00f4r de p\u00e9 projetos not\u00e1veis pelo seu alcance e resultados. \u00c9 o caso da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), at\u00e9 h\u00e1 tr\u00eas meses dirigida e coordenada pela Dra Teresa Cal\u00e7ada. Nascido em 1996, este projeto cobre hoje todas as escolas dos ensinos b\u00e1sico e secund\u00e1rio e o seu n\u00famero eleva-se a cerca de 2.400. Por detr\u00e1s est\u00e3o mais de meio milhar de docentes qualificados que orientam e animam as bibliotecas, e tr\u00eas dezenas de coordenadores interconcelhios que apoiam o trabalho no terreno, nomeadamente na articula\u00e7\u00e3o entre bibliotecas p\u00fablicas, autarquias e institui\u00e7\u00f5es educativas. Esta Rede assenta num novo conceito de biblioteca. J\u00e1 n\u00e3o o mero dep\u00f3sito de livros, carregado de normas inibidoras do acesso, mas um centro de recursos multim\u00e9dia agrad\u00e1vel, centrado nos leitores jovens e suas necessidades e orientado por uma pedagogia ativa. Muitos livros, naturalmente, mas n\u00e3o s\u00f3. As revistas, por exemplo, podem ser uma forma de fazer o link de algumas crian\u00e7as e adolescentes com o universo da leitura para da\u00ed partirem para voos mais altos e exigentes. Desde que a RBE nasceu, foi necess\u00e1rio incorporar a revolu\u00e7\u00e3o digital que em torno da Internet se desenvolveu e expandiu, tornando ainda mais exigente o esfor\u00e7o de formar para m\u00faltiplas literacias e para um uso cr\u00edtico da informa\u00e7\u00e3o, acess\u00edvel atrav\u00e9s de diferentes ecr\u00e3s. Porque, como dizia Teresa Cal\u00e7ada numa entrevista \u00e0 revista Vis\u00e3o, em 2011, \u201cnenhum leitor nasce leitor. E isto \u00e9 v\u00e1lido tanto para a tecnologia do livro como para a tecnologia digital\u201d. Com a aposenta\u00e7\u00e3o da primeira coordenadora da RBE, este projeto vive uma fase de expectativa e algum receio. Para continuar a apostar num empreendimento que tem sido dos principais focos e parceiros de dinamiza\u00e7\u00e3o e de enriquecimento da oferta formativa das escolas, precisa de apostar na continuidade da RBE. Uma biblioteca, dizia tamb\u00e9m Teresa Cal\u00e7ada, n\u00e3o pode ser vista como um luxo, mas como um equipamento t\u00e3o b\u00e1sico como a cantina, o laborat\u00f3rio ou o pavilh\u00e3o gimnodesportivo. E, existindo, s\u00f3 faz sentido que exista com qualidade. Para isso precisa verbas para se renovar, carece dos docentes bibliotec\u00e1rios a elas dedicados e da r\u00e1pida nomea\u00e7\u00e3o da nova coordena\u00e7\u00e3o da Rede. Uma obra destas demora a erguer, mas num instante se d\u00e1 cabo dela. Isso n\u00e3o pode acontecer.\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[123,36],"tags":[],"class_list":["post-1624687","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-bibliotecas","category-rbe"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1624687","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1624687"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1624687\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3093295,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1624687\/revisions\/3093295"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1624687"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1624687"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1624687"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}