{"id":1588239,"date":"2012-11-06T14:44:00","date_gmt":"2012-11-06T14:44:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/1588239.html"},"modified":"2026-05-13T22:23:30","modified_gmt":"2026-05-13T22:23:30","slug":"camilo-e-o-amor-de-perdicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=1588239","title":{"rendered":"Camilo e o  Amor de Perdi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/camilo.PNG\" imageanchor=\"1\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/camilo.PNG\" \/><\/a><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\">Imagem: J\u00falio Pomar<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Ainda a prop\u00f3sito de Camilo e do seu <i><b>Amor de Perdi\u00e7\u00e3o<\/b><\/i>, um artigo do <i><a href=\"http:\/\/www.publico.pt\/\">P\u00fablico<\/a><\/i> discute as raz\u00f5es pelas quais este \u00e9 o romance mais valorizado do autor.<\/span><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i>Por que motivo, entre os tantos livros que o g\u00e9nio compulsivo de Camilo nos deixou, haveria este romance em particular de conquistar os favores da posteridade e alcan\u00e7ar um estatuto suficientemente ic\u00f3nico para se lhe renderem preitos geralmente reservados aos autores, e n\u00e3o \u00e0s obras? O ensa\u00edsta e camilianista Abel Barros Baptista acredita que o pr\u00f3prio escritor, com o j\u00e1 referido pref\u00e1cio de 1879, possa ter &#8220;contribu\u00eddo para criar a ideia de que este livro \u00e9 mais importante do que os outros&#8221;. Baptista lembra que Camilo, nesse texto, caracteriza o sucesso editorial da obra como &#8220;um \u00eaxito fenomenal e extralusitano&#8221;. \u00c0 sua escala, o Amor de Perdi\u00e7\u00e3o foi, de facto, aquilo a que hoje chamar\u00edamos um best-seller: no primeiro quartel do s\u00e9culo XX, j\u00e1 atingira vinte edi\u00e7\u00f5es. Mas o pr\u00f3prio Camilo sempre lhe preferiu O Romance de Um Homem Rico, que publicara no ano anterior, e os camilianistas de v\u00e1rias \u00e9pocas foram assumindo predilec\u00e7\u00f5es diversas.<\/i><\/span><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i><br \/><\/i><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\">Ler mais no <i>P\u00fablico<\/i>, 05 nov. <a href=\"http:\/\/www.publico.pt\/Cultura\/amor-de-perdicao-um-bom-romance-canonizado-pelas-razoes-erradas-1570134?all=1\">&gt;&gt;<\/a><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem: J\u00falio Pomar Ainda a prop\u00f3sito de Camilo e do seu Amor de Perdi\u00e7\u00e3o, um artigo do P\u00fablico discute as raz\u00f5es pelas quais este \u00e9 o romance mais valorizado do autor.Por que motivo, entre os tantos livros que o g\u00e9nio compulsivo de Camilo nos deixou, haveria este romance em particular de conquistar os favores da posteridade e alcan\u00e7ar um estatuto suficientemente ic\u00f3nico para se lhe renderem preitos geralmente reservados aos autores, e n\u00e3o \u00e0s obras? 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