{"id":1306323,"date":"2007-07-13T10:22:00","date_gmt":"2007-07-13T10:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/1306323.html"},"modified":"2026-05-14T01:02:10","modified_gmt":"2026-05-14T01:02:10","slug":"biblioteca-e-web-2-0","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=1306323","title":{"rendered":"Biblioteca e WEB 2.0"},"content":{"rendered":"<div align=\"justify\">A Internet teve o seu momento de viragem h\u00e1 cerca de 5 anos, entrando numa nova era &#8211; a WEB 1.0 abria caminho \u00e0 WEB 2.0.<\/p>\n<p>A WEB 1.0 caracterizava-se por uma n\u00edtida separa\u00e7\u00e3o entre os fornecedores de conte\u00fados e os utilizadores. Assistiu-se a um boom na disponibiliza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados, mas a tecnologia existente impedia a massifica\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados, a facilita\u00e7\u00e3o do acesso e o di\u00e1logo construtivo. Os conte\u00fados eram produzidos por entidades bem definidas, centralizadas, monol\u00edticas e que estabeleciam uma rela\u00e7\u00e3o un\u00edvoca com os utilizadores.<\/p>\n<p>Com a WEB 2.0 passou-se de um modelo s\u00edncrono para um ass\u00edncrono. N\u00e3o existe uma verdadeira separa\u00e7\u00e3o entre produtores e consumidores, porque ambos desempenham os dois pap\u00e9is, reflectindo, de certo modo, a intelig\u00eancia colectiva.<\/p>\n<p>Na WEB 2.0 a Internet comporta-se como uma gigantesca plataforma, \u00e0 medida que os utilizadores introduzem novos conte\u00fados, novos s\u00edtios e se entrecruzam com outros, fazem com que a rede de conex\u00f5es cres\u00e7a em resultado da actividade colectiva de todos os utilizadores da web.<\/p>\n<p>A prolifera\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados e dos seus autores imp\u00f4s a necessidade de criar um sistema taxon\u00f3mico que facilitasse o acesso, surgiu assim a Folksonomia (folk+taxonomia), n\u00e3o se trata de uma taxonomia centralizada, normalizada, mas uma forma livre de cria\u00e7\u00e3o de palavras-chave (tags ou etiquetas) que todos conhecemos dos blogues.<\/p>\n<p>Os blogues s\u00e3o exactamente um bom exemplo do que \u00e9 a WEB 2.0: uma interface acess\u00edvel \u00e0 consulta e \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados e aberta \u00e0 interven\u00e7\u00e3o (assim os seus autores o permitam).<\/p>\n<p>A Biblioteca e por maioria de raz\u00e3o a biblioteca escolar, n\u00e3o pode ignorar o que se est\u00e1 a passar e tem que encontrar caminhos e formas inovadoras de se posicionar neste novo ambiente, com este objectivo deixamos aqui o endere\u00e7o de outros servi\u00e7os que exemplificam bem o que atr\u00e1s dissemos e uma apresenta\u00e7\u00e3o que podem encontrar noutro bom exemplo de web 2.0: <a href=\"http:\/\/slideshare.net\/\">http:\/\/slideshare.net\/<\/a><\/p>\n<param name=\"movie\" value=\"https:\/\/s3.amazonaws.com:443\/slideshare\/ssplayer.swf?id=11034&amp;doc=a-biblioteca-20-iii-simposio-do-libro-e-da-lectura-3137\" \/>\n<p>SLIDESHARE &#8211; <a href=\"http:\/\/www.slideshare.net\/\">http:\/\/www.slideshare.net\/<\/a><\/p>\n<p>WIKIPEDIA &#8211; <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/P\u00c3\u00a1gina_principal\">http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/P\u00c3\u00a1gina_principal<\/a><\/p>\n<p><a name=\"&amp;lid=\" lpos=\"GlobalNav\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/\"><\/a>YOUTUBE &#8211; <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/\">http:\/\/www.youtube.com\/<\/a><\/p>\n<p>del.icio.us &#8211; <a href=\"http:\/\/del.icio.us\/\">http:\/\/del.icio.us\/<\/a><\/p>\n<p>FLICKR &#8211; <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/\">http:\/\/www.flickr.com\/<\/a><\/p>\n<p>Software aberto \u2013 <a href=\"http:\/\/sourceforge.net\/\">http:\/\/sourceforge.net\/<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Internet teve o seu momento de viragem h\u00e1 cerca de 5 anos, entrando numa nova era &#8211; a WEB 1.0 abria caminho \u00e0 WEB 2.0. A WEB 1.0 caracterizava-se por uma n\u00edtida separa\u00e7\u00e3o entre os fornecedores de conte\u00fados e os utilizadores. Assistiu-se a um boom na disponibiliza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados, mas a tecnologia existente impedia a massifica\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados, a facilita\u00e7\u00e3o do acesso e o di\u00e1logo construtivo. Os conte\u00fados eram produzidos por entidades bem definidas, centralizadas, monol\u00edticas e que estabeleciam uma rela\u00e7\u00e3o un\u00edvoca com os utilizadores. Com a WEB 2.0 passou-se de um modelo s\u00edncrono para um ass\u00edncrono. N\u00e3o existe uma verdadeira separa\u00e7\u00e3o entre produtores e consumidores, porque ambos desempenham os dois pap\u00e9is, reflectindo, de certo modo, a intelig\u00eancia colectiva. Na WEB 2.0 a Internet comporta-se como uma gigantesca plataforma, \u00e0 medida que os utilizadores introduzem novos conte\u00fados, novos s\u00edtios e se entrecruzam com outros, fazem com que a rede de conex\u00f5es cres\u00e7a em resultado da actividade colectiva de todos os utilizadores da web. A prolifera\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados e dos seus autores imp\u00f4s a necessidade de criar um sistema taxon\u00f3mico que facilitasse o acesso, surgiu assim a Folksonomia (folk+taxonomia), n\u00e3o se trata de uma taxonomia centralizada, normalizada, mas uma forma livre de cria\u00e7\u00e3o de palavras-chave (tags ou etiquetas) que todos conhecemos dos blogues. Os blogues s\u00e3o exactamente um bom exemplo do que \u00e9 a WEB 2.0: uma interface acess\u00edvel \u00e0 consulta e \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados e aberta \u00e0 interven\u00e7\u00e3o (assim os seus autores o permitam). A Biblioteca e por maioria de raz\u00e3o a biblioteca escolar, n\u00e3o pode ignorar o que se est\u00e1 a passar e tem que encontrar caminhos e formas inovadoras de se posicionar neste novo ambiente, com este objectivo deixamos aqui o endere\u00e7o de outros servi\u00e7os que exemplificam bem o que atr\u00e1s dissemos e uma apresenta\u00e7\u00e3o que podem encontrar noutro bom exemplo de web 2.0: http:\/\/slideshare.net\/ SLIDESHARE &#8211; http:\/\/www.slideshare.net\/ WIKIPEDIA &#8211; http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/P\u00c3\u00a1gina_principal YOUTUBE &#8211; http:\/\/www.youtube.com\/ del.icio.us &#8211; http:\/\/del.icio.us\/ FLICKR &#8211; http:\/\/www.flickr.com\/ Software aberto \u2013 http:\/\/sourceforge.net\/<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[57,123],"tags":[],"class_list":["post-1306323","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ambientes-digitais","category-bibliotecas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1306323","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1306323"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1306323\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3095793,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1306323\/revisions\/3095793"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1306323"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1306323"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1306323"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}