{"id":1142430,"date":"2011-03-15T07:26:00","date_gmt":"2011-03-15T07:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogue.rbe.mec.pt\/1142430.html"},"modified":"2026-05-14T02:34:36","modified_gmt":"2026-05-14T02:34:36","slug":"elearningpapers-23","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/?p=1142430","title":{"rendered":"eLearningpapers 23"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/-AFht84ieckk\/TXys_dbMOvI\/AAAAAAAACS8\/Nj2EGfWAJ08\/s1600\/eLearning+papers+1.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"120\" q6=\"true\" src=\"https:\/\/projetos.dge.mec.pt\/rbe\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/eLearningpapers1.jpg\" width=\"320\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><\/div>\n<p><\/p>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">O\u00a0<em><strong>eLearning Papers<\/strong><\/em> n\u00ba 23 \u00e9 dedicado ao tema <strong><em>Educa\u00e7\u00e3o aberta: Transforma\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas educativas.<\/em><\/strong><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Lemos no\u00a0editorial:<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\"><em>A ideia da educa\u00e7\u00e3o aberta foi j\u00e1 adoptada por centenas de institui\u00e7\u00f5es de ensino em todo o mundo, principalmente do ensino superior e de aprendizagem para adultos. Transmitir conhecimentos de forma gratuita (OECD, 2007) parecia uma ideia revolucion\u00e1ria porque fascinava os educadores, interessava os estudantes, assustava as editoras e apresentava desafios \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es educativas, cuja principal actividade \u00e9 a venda de conhecimentos produzidos. A UNESCO utilizou o termo \u00abrecursos educativos abertos\u00bb (REA) pela primeira vez em 2002 e, desde ent\u00e3o, o conceito alastrou como uma epidemia. Na actualidade, os REA s\u00e3o uma realidade generalizada que tanto os educadores como os alunos produzem, partilham, utilizam e reutilizam. S\u00e3o frequentemente acess\u00edveis atrav\u00e9s de extensas bases de dados, como a mais recente, que \u00e9 uma iniciativa da Universidade Virtual Africana (<a href=\"http:\/\/www.avu.org\/\">http:\/\/www.avu.org\/<\/a>). (&#8230;)<\/em><\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\"><em>(&#8230;)\u00a0Na Europa, iniciativas como a Open Educational Quality Initiative (<a href=\"http:\/\/www.oer-quality.org\/\">http:\/\/www.oer-quality.org\/<\/a>) <\/em><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\"><em>e o projecto OERtest tentam conseguir uma mudan\u00e7a cultural a n\u00edvel do ensino superior e da educa\u00e7\u00e3o para adultos, com o objectivo de aumentar a aceita\u00e7\u00e3o e a transforma\u00e7\u00e3o educativa atrav\u00e9s dos REA. <\/em><\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\"><em>O movimento dos REA conseguiu promover a ideia de que os conhecimentos s\u00e3o um bem p\u00fablico, incentivando as organiza\u00e7\u00f5es e os indiv\u00edduos a publicar atrav\u00e9s dos referidos recursos. N\u00e3o obstante, o potencial dos REA para transformar a pr\u00e1tica educativa n\u00e3o se converteu ainda em realidade. O enfoque actual dos REA continua a ser, sobretudo, no aumento do acesso aos conte\u00fados digitais sob a forma de dep\u00f3sitos e infra-estruturas, tendo-se pouco em conta se a tecnologia servir\u00e1 de base para as pr\u00e1ticas educativas e a educa\u00e7\u00e3o aberta ou se servir\u00e1 para promover a qualidade e a inova\u00e7\u00e3o no ensino e na aprendizagem. Existe uma clara necessidade de conseguir formas inovadoras de apoio para criar e avaliar os REA, cuja utiliza\u00e7\u00e3o exige uma mudan\u00e7a a n\u00edvel das pr\u00e1ticas educativas; existe necessidade tanto de uma mudan\u00e7a a n\u00edvel institucional como de inova\u00e7\u00e3o no ensino e na aprendizagem.<\/em><\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\"><em>O objectivo deste n\u00famero 23 de eLearning Papers sobre a educa\u00e7\u00e3o aberta pretende melhorar a nossa compreens\u00e3o sobre a forma como o acesso aberto e os recursos educativos abertos influenciam as pr\u00e1ticas educativas das organiza\u00e7\u00f5es, dos estudantes e das restantes partes interessadas, tanto no presente como no futuro. Nas contribui\u00e7\u00f5es podemos constatar que os autores sugerem passar dos recursos educativos abertos \u00e0s pr\u00e1ticas educativas abertas. (&#8230;) <\/em><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;\">Ulf-Daniel Ehlers, Tapio Koskinen <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family: Arial; font-size: x-small;\">Ler mais <a href=\"http:\/\/www.elearningpapers.eu\/index.php?page=home&amp;vol=23\">&gt;&gt;<\/a><\/span><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><br \/><span style=\"font-size: x-small;\"><\/span><\/em><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><br \/><span style=\"font-size: x-small;\"><\/span><\/em><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><br \/><span style=\"font-size: x-small;\"><\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0eLearning Papers n\u00ba 23 \u00e9 dedicado ao tema Educa\u00e7\u00e3o aberta: Transforma\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas educativas. Lemos no\u00a0editorial: A ideia da educa\u00e7\u00e3o aberta foi j\u00e1 adoptada por centenas de institui\u00e7\u00f5es de ensino em todo o mundo, principalmente do ensino superior e de aprendizagem para adultos. Transmitir conhecimentos de forma gratuita (OECD, 2007) parecia uma ideia revolucion\u00e1ria porque fascinava os educadores, interessava os estudantes, assustava as editoras e apresentava desafios \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es educativas, cuja principal actividade \u00e9 a venda de conhecimentos produzidos. A UNESCO utilizou o termo \u00abrecursos educativos abertos\u00bb (REA) pela primeira vez em 2002 e, desde ent\u00e3o, o conceito alastrou como uma epidemia. Na actualidade, os REA s\u00e3o uma realidade generalizada que tanto os educadores como os alunos produzem, partilham, utilizam e reutilizam. S\u00e3o frequentemente acess\u00edveis atrav\u00e9s de extensas bases de dados, como a mais recente, que \u00e9 uma iniciativa da Universidade Virtual Africana (http:\/\/www.avu.org\/). (&#8230;) (&#8230;)\u00a0Na Europa, iniciativas como a Open Educational Quality Initiative (http:\/\/www.oer-quality.org\/) e o projecto OERtest tentam conseguir uma mudan\u00e7a cultural a n\u00edvel do ensino superior e da educa\u00e7\u00e3o para adultos, com o objectivo de aumentar a aceita\u00e7\u00e3o e a transforma\u00e7\u00e3o educativa atrav\u00e9s dos REA. O movimento dos REA conseguiu promover a ideia de que os conhecimentos s\u00e3o um bem p\u00fablico, incentivando as organiza\u00e7\u00f5es e os indiv\u00edduos a publicar atrav\u00e9s dos referidos recursos. N\u00e3o obstante, o potencial dos REA para transformar a pr\u00e1tica educativa n\u00e3o se converteu ainda em realidade. O enfoque actual dos REA continua a ser, sobretudo, no aumento do acesso aos conte\u00fados digitais sob a forma de dep\u00f3sitos e infra-estruturas, tendo-se pouco em conta se a tecnologia servir\u00e1 de base para as pr\u00e1ticas educativas e a educa\u00e7\u00e3o aberta ou se servir\u00e1 para promover a qualidade e a inova\u00e7\u00e3o no ensino e na aprendizagem. Existe uma clara necessidade de conseguir formas inovadoras de apoio para criar e avaliar os REA, cuja utiliza\u00e7\u00e3o exige uma mudan\u00e7a a n\u00edvel das pr\u00e1ticas educativas; existe necessidade tanto de uma mudan\u00e7a a n\u00edvel institucional como de inova\u00e7\u00e3o no ensino e na aprendizagem. 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